ONS: Grávida do Bebê do CEO - Capítulo 269
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269: O Dr. Jones É Tão Gentil com Sua Esposa 269: O Dr. Jones É Tão Gentil com Sua Esposa “Me desculpe”, disse Finn.
As palavras foram bem claras.
Mônica o olhou.
Imaginou que, depois do grande escândalo que fez nesta noite, o relacionamento deles ficaria ainda mais rígido e tenso. Eles estariam cada vez mais distantes um do outro. Baseado na compreensão que tinha de Finn ao longo dos anos, ele certamente se viraria e iria embora sem sentir nada.
Mas, neste momento…
Ele tomou a iniciativa de se desculpar com ela.
Mônica ficou um pouco chocada.
Ela ouviu Finn falando como se estivesse se explicando, “Eu não quis ignorar suas chamadas. Etnaquele momento eu tinha um paciente de emergência —”
“Eu sei”. Mônica o interrompeu. “Seu assistente me contou”.
Finn olhou para ela.
Mônica disse: “Eu estava sendo irracional. Você não precisa se preocupar com isso”.
A garganta de Finn se moveu levemente.
“Eu tenho sido infantil desde criança. Preciso desabafar muitas coisas. Eu estava apenas desabafando agora. Na verdade, eu estou bem ciente de que isso não tem nada a ver com você”, disse Mônica indiferente.
Ela não estava tão rebelde a ponto de culpar Finn por ignorá-la enquanto ele estava salvando um paciente.
O que ela achava difícil de aceitar era que ele nunca estava ao seu lado quando ela precisava dele.
Agora, ela entendeu.
Quem era Finn para ela? Se ele não estava ao seu lado, ele não estaria ao seu lado quando ela precisasse dele, muito menos em tempos normais.
Que direito ela tinha de esperar algo dele?
Mônica não queria continuar com esse assunto.
Disse, “Me devolva meu telefone. Volte para a casa de Quarto Mestre Swan. Vou ao hospital tratar meus ferimentos.”
“Eu serei mais gentil”, Finn disse.
Mônica olhou para Finn.
Era raro ver Finn sendo gentil.
Isso pareceu tão surreal.
Mônica de repente perguntou: “Você está se sentindo culpado?”
Finn apertou os lábios.
“Então você quer se redimir comigo?” Mônica foi direta.
Ela conhecia Finn há tantos anos. Depois de conviver com ele por tantos anos, além do caso de Finn estar envolvido com sua “amante”, ele era um homem muito positivo. Ele tinha ética médica, respeitava seus anciãos e tratava seus amigos com respeito. Além de tratar Mônica mal, era inegável que ele tinha uma boa perspectiva de vida.
Portanto, era normal para Finn se sentir culpado pelo que aconteceu esta noite.
Ele precisava fazer algo para se sentir melhor.
“Se é esse o caso, vá em frente.” Mônica não queria mais estar em impasse com Finn.
Se ia machucar, que a dor a matasse.
Seriam apenas cinco minutos.
Finn disse que cinco minutos seria o suficiente.
De qualquer maneira, Mônica já tinha sofrido por mais de cinco minutos deste homem ao longo de seu casamento.
Ela cerrou os dentes e suportou.
Finn permaneceu em silêncio por alguns segundos.
E de repente se levantou.
Mônica olhou para ele e o viu se virar de repente.
No momento em que ele se virou, ele disse: “Vou trocar de roupa e te levar ao hospital. Não tem anestésico em casa.”
Mônica o observou partir.
Ela nunca soube o que Finn estava pensando.
Por que ele de repente cedeu?
Depois de esperar alguns minutos…
Finn provavelmente já tinha se limpo. Mônica viu que o rosto de Finn, que inicialmente estava manchado de sangue, agora estava limpo. Depois de trocar por um conjunto de roupas limpas, ele parecia bem mais apresentável.
Ele caminhou em direção a Mônica e se inclinou para carregá-la.
“Eu caminharei por conta própria”, Mônica recusou.
Finn ficou atordoado por um segundo.
Depois, ele concordou.
Mônica lutou para se levantar do sofá.
A dor nos joelhos era suportável se ela não se movesse, mas assim que precisasse se mover, a dor seria insuportável.
Mônica cerrou os dentes e caminhou em direção à porta passo a passo.
Ela esteve descalça durante toda a noite. Haviam muitos cortes em seus pés, mas em comparação com a dor nos joelhos, ela sentiu que eles não eram tão relevantes. Ela encontrou um par de chinelos e seguiu Finn para fora da casa.
Mônica voltou para o carro e foi levada para o centro de tratamento de emergência do hospital no centro da cidade.
Ela sentou-se na sala de cirurgia de trauma e esperou o médico tratar seus ferimentos.
Finn não parava de falar com o médico e as enfermeiras.
Afinal, eles eram do mesmo hospital, então eles deveriam se conhecer bem.
Finn não parava de falar, e o médico não parava de concordar com a cabeça.
Mônica estava um pouco distante, então não conseguia ouvir o que eles estavam falando.
Ela suspeitou que Finn tinha pedido ao médico para ser brusco com ela para provar que ele não tinha sido brusco agora.
Mônica considerou Finn uma pessoa sinistra, então ela acreditava que ele faria isso.
Sua mente estava divagando.
Uma enfermeira se aproximou primeiro e foi extremamente gentil ao dizer: “Senhora Jones, o Dr. Jones disse que você ainda pode ter alguns ferimentos no seu corpo e me pediu para tratar primeiro. Deite-se que eu vou dar uma olhada para você.”
Mônica franziu a testa.
Mas ainda assim, ela obedeceu e se deitou.
A enfermeira fechou a cortina e ajudou Mônica a tirar o vestido.
Realmente havia alguns arranhões por baixo.
Era inevitável que Mônica se machucasse depois de pular do carro.
Felizmente, eram apenas arranhões, que não eram graves. Até o momento, alguns deles já haviam formado calos. Por isso, a enfermeira apenas ajudou Mônica com uma desinfecção simples e aplicou um pouco de remédio. Ela olhou para o vestido de Mônica, que estava obviamente esfarrapado, e perguntou delicadamente, “Senhora Jones, você quer trocar para uma das nossas roupas de paciente?”
“Você tem uma?” Mônica não queria mais usar aquele vestido esfarrapado.
“Eu vou buscar uma para você.”
“Obrigada.”
Assim que a enfermeira saiu, ela voltou.
Ela disse, sorrindo: “O Dr. Jones já pediu para alguém trazer uma. Ele é tão atencioso com você.”
‘Ha-ha-ha.’
Mônica só queria sorrir sarcasticamente.
A gentileza de Finn para com ela era provavelmente na frente dos outros.
Por exemplo, ele só sabia fingir na frente de seus pais.
Mônica mudou de roupa com a ajuda da enfermeira. A cortina então foi aberta.
Nesse momento, o médico também se aproximou e disse a Mônica: “O Dr. Jones disse que você tem medo de dor, então ele preparou dois anestésicos para você. Ainda vai doer um pouco quando eles forem administrados, então suporte um pouco, Senhora Jones.”
O médico era obviamente mais gentil que Finn.
Mônica concordou. “Tá bom.”
O médico administrou duas doses de anestésico em Mônica.
Uma de cada lado do joelho.
Doeu um pouco.
No entanto, foi muito melhor do que Finn aplicar o remédio diretamente nos seus joelhos.
O anestésico fez efeito muito rapidamente.
Mônica sentiu que suas pernas estavam um pouco dormentes naquele momento.
Por sorte, quando o médico começou a tratar dela, não doeu nada.
Os anestésicos eram bons!
Mônica lamentou do fundo do coração.
O médico tratou dos ferimentos de Mônica, aplicou remédio neles e fez um curativo. Depois que terminou, disse a Finn: “Tente trocar o remédio todos os dias. O tempo não está bom agora, então eu tenho medo que ela possa pegar uma infecção.”
“Tem algum quarto disponível?”
O médico se surpreendeu e disse: “Eu não acho que exista a necessidade dela ficar no hospital.”
“Eu só não quero que ela precise ir e vir”, Finn disse calmamente.
O médico ficou um pouco sem palavras.
A enfermeira ao lado dele riu baixinho e não se conteve, dizendo: “O Dr. Jones é tão bom para sua esposa.”
Mônica estava olhando para seus ferimentos naquele momento. Sentiu que as ataduras foram bem-feitas. Quando ouviu o que a enfermeira disse, ela rapidamente olhou para cima.
Naquele momento, ela pensou consigo mesma.
‘Esta jovem enfermeira parece ser bem esperta, mas um tanto cega.’
“Entrarei em contato com o departamento de internação”. Por fim, o médico concordou, balançando a cabeça.
“Obrigado.”
Logo, Mônica foi encaminhada para o quarto.
Finn a carregou até lá.
Não era que ela estivesse relutante em andar, mas que suas pernas estavam fracas.
Depois de receber a anestesia, ela não tinha muita força nas pernas.
Isso fez a enfermeira “cega” se animar novamente. Ela não parava de dizer, “O Dr. Jones trata tão bem a esposa. Ele é demais…”
Mônica revirou os olhos.
O motivo de Finn a ter deixado no hospital era que ele não queria perder tempo.
Se a deixasse no hospital, ele não precisaria se preocupar com ela.
Mônica era a única pessoa no mundo que sabia o quão ruim Finn era?!
Claro, ela não recusou naquele momento.
Na verdade, ela queria evitar confusões. Além disso, seus joelhos estavam tão doloridos. Uma vez que os anestésicos passassem, eles certamente iriam doer de novo. Ela queria se poupar.
E assim, Mônica foi admitida no quarto médico VIP por causa de lesões no joelho.
Quanto àqueles que estavam mais seriamente feridos, esses estavam se recuperando em casa.
Como Jeanne, que estava gravemente ferida!
No Jardim de Bambu dos Swans.
Na grande cama do Quarto Mestre Swan.
Jeanne dormia tranquilamente na cama.
Seus ferimentos foram finalmente tratados de maneira completa pelo Quarto Mestre Swan.
Depois que o tratamento terminou, Jeanne também estava extremamente sonolenta.
Na verdade, durante o processo, ela quase adormeceu algumas vezes, mas foi despertada pela dor. Ela conseguiu aguentar até agora.
Provavelmente eram 4:00 da manhã ou 5:00 da manhã.
“Vá dormir”. Jeanne ouviu uma voz baixa em seu ouvido.
Ela adormeceu profundamente.