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O Retorno do Mago Negro - Capítulo 1145

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Capítulo 1145: Sem Arrependimentos

No momento em que a barreira desabou, Liam soube. Ele acabara de esfaquear um golem no peito, enviando-o voando pelo ar. Ao cair no chão, seu corpo se desintegrou e, pela primeira vez, não se regenerou. Permaneceu quebrado, sem vida.

Isso deveria ter sido um bom sinal. Mas para Liam, isso só o preencheu com pavor. Seus olhos voaram em direção a Safa, onde ele viu um homem se agarrando a ela, protegendo-a completamente com seu corpo.

– Não, não, não! – Liam gritou, a voz carregada de emoção.

Ele avançou, brandindo suas espadas selvagemente, seus golpes mais imprudentes do que nunca. O campo de batalha ainda estava lotado de golems, bloqueando seu caminho. Ele se movia com urgência, evitando por pouco os golpes de armas dentadas formadas pela terra que cortavam sua pele, deixando cortes profundos ao longo de seus braços e pernas.

Nenhum deles foi fatal, mas o acúmulo de ferimentos o atrasou. Seu corpo sangrava livremente, e mesmo assim ele nunca parou de avançar, sua mente turvada por um pensamento único.

A cada vez que ouvia o estrondo temido de uma explosão, seu coração se apertava, o fôlego falhava, e ele se forçava a continuar se movendo.

– Por que… Raze tinha que dizer aquilo antes! – Liam cerrava os dentes, raiva e arrependimento fervilhando dentro dele. – Dizer para Simyon não morrer – isso foi uma bandeira da morte se eu já vi uma!

Mas por mais que quisesse culpar Raze, sua fúria estava direcionada para outro lugar.

– Não… os maiores idiotas fomos nós! – Liam gritou em sua cabeça, o pensamento transbordando para sua voz enquanto ele liberava um gigantesco golpe infundido em Qi, mandando um grupo de golems pelos ares.

– Fomos nós que dissemos para Raze ir! Nenhum de nós disse nada a ele, nenhum de nós disse que estava tudo bem, que poderíamos lidar com as coisas sem ele. E agora veja o que aconteceu no momento que ele partiu…

– Simyon, por quê… realmente não havia outra maneira?!

Seu corpo ardia de exaustão enquanto finalmente alcançava Safa e Simyon. O sangue tinha embebido o tecido das roupas de Simyon, escorrendo por seus ombros em grossos filetes. Suas mãos estavam presas em volta de Safa, congeladas no lugar por uma camada grossa de gelo, uma tentativa desesperada de mantê-la segura.

O olhar de Liam percorreu o corpo de Simyon, coberto de feridas profundas e contusões. Seu rosto estava quase irreconhecível sob o sangue e o inchaço. Mas o que mais esmagava Liam era a notificação piscando em seu sistema – a confirmação do que já havia sido decidido.

Simyon se fora.

– ARGGHH! – Liam rugiu, sua frustração extravasando enquanto continuava a abater os infindáveis golems que os cercavam.

Talvez – só talvez – se eles tivessem enfrentado apenas um Deletor, poderiam ter lidado com a situação. Mas sua busca por respostas lhes trouxe a atenção de dois. A onda implacável de golems significava que outro estava monitorando seus movimentos, garantindo que eles seriam sobrecarregados.

Mesmo com toda a sua habilidade, Liam não conseguia abrir um caminho rápido o suficiente. Ele estava lutando com unhas e dentes apenas para impedir que os golems os alcançassem, incapaz de fazer algo a mais.

Safa, por outro lado, estava lentamente recuperando a consciência. Suas pálpebras se abriram, sua visão embaçada. Ela ainda podia sentir um aperto forte mantendo-a no lugar, um calor incomum pressionando contra suas costas.

– O que… que sensação é essa? E este cheiro… é o Simyon. Ele fez algo. Ele estava me protegendo.

Sua respiração ficou ofegante ao perceber que não conseguia se mover. O aperto dele era firme demais. Ela tentou mover a cabeça, mas estava completamente travada no lugar.

Então seus olhos caíram no chão abaixo dela.

A terra estava escura – encharcada de vermelho. O sangue estava fresco, ainda pingando.

– Simyon… solte-me… está tudo bem. Posso parar os ataques sozinha. Você não precisa se machucar. Apenas… solte!

Safa não queria usar seu Qi para se libertar, com medo de machucá-lo no processo. Mas seu pânico crescia. Ele não respondia.

Uma explosão ensurdecedora soou novamente.

Desta vez, a explosão foi direcionada diretamente ao gelo que encapsulava as mãos de Simyon. As amarras congeladas se despedaçaram em pedaços, arrancando fragmentos de seus membros junto com elas.

Com a queda do último gelo, seu corpo tombou para a frente, colapsando sem vida na terra.

Safa estava livre. Mas tudo que ela podia fazer era encarar em horror a forma imóvel de Simyon.

– Simyon… Simyon… SIMYON!

Seu coração batia violentamente contra o peito. Ela acabara de passar por isso – ela não tinha acabado de salvá-lo? Não o tinha trazido de volta?

Então por que… por que ele estava ali caído de novo?

Ajoelhando-se ao lado dele, ela agarrou sua Lança de Lux e verteu cada gota de magia que tinha em seu corpo. Mas nada aconteceu.

Sem luz. Sem energia. Sem sinal de cura.

– Vamos, vamos! – ela gritou. – Não, Simyon! Não, não, não!

Ela canalizou desesperadamente mais magia, mas era inútil. Não houve resposta.

Imagens dos momentos juntos passavam por sua mente. A primeira vez que se encontraram no orfanato, como ele se aproximou e falou com ela antes que ela pudesse dizer uma palavra. Suas risadas, suas provocações, os incontáveis momentos que compartilharam, lado a lado.

Eles vieram tão longe. Eles passaram por muito. E agora… agora eles estavam supostos a chegar até Raze, para ver isso juntos até o final.

Mas Simyon se fora.

– NÃOOOOO! – Safa gritou, sua voz se quebrando sob o peso de sua angústia.

Garlon observava a cena de longe, um brilho divertido em seu olho. – Agora… é hora de você perder a vida também, garotinha.

Ele moveu os dedos casualmente, enviando um feitiço mortal em direção a Safa. Ela estava muito distraída, muito quebrada para reagir a tempo.

O ataque estava prestes a acertá-la – até que uma figura pousou entre eles, bloqueando a magia completamente.

Uma força poderosa eclodiu, consumindo inteiramente o feitiço. A magia se dissipou no nada.

Os olhos de Safa se arregalaram enquanto ela olhava para cima.

Um rosto familiar estava diante dela, empunhando uma cabaça, cujo conteúdo drenava toda a magia que tinha sido destinada a matá-la.

– Vamos! – Fing gritou, sua postura firme. – Me diga onde está esse bastardo – porque vou arrancar cada parte do corpo dele!

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