O MÉDICO SEXUAL (SUA SUBMISSIVA)18+ - Capítulo 64
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64: HORA DO CAFÉ DA MANHÃ (3) 64: HORA DO CAFÉ DA MANHÃ (3) Ela arrastou os pés para dentro do quarto, girando enquanto observava e encarava cada arma que via na parede; um flagelador, algema, diferentes tipos de chicotes e uma corrente. No meio do quarto, havia um gancho forte com algemas abaixo. Ela baixou o olhar para o chão, a cama que uma vez estava no quarto já havia sido substituída por um móvel de bondage. Ela abriu a boca e ofegou por ar, chocada com o que estava sendo exibido à sua frente.
Ela desviou o olhar para o enorme armário alto atrás da porta e caminhou até ele. Passou os dedos nele antes de abrir a segunda gaveta.
Ela ofegou e dessa vez quase lhe faltou o ar. Com os olhos bem abertos, ela encarou o enorme dildo branco na gaveta. Isso a fez imaginar o que Marcus faria com ela com todas essas coisas.
Ela viu um pequeno controle remoto lá dentro e pegou. Ela o aproximou do rosto para observar melhor, ele tinha um botão vermelho no qual ela tocou e um som de algo sendo trancado a fez pular de horror. Ela virou-se enquanto usava os olhos para vasculhar o quarto à procura de onde o barulho vinha. Ela apertou um botão verde e uma cadeira rolou em sua direção. A cadeira chamou sua atenção, fazendo-a perceber que o controle estava comandando a cadeira.
Ela pressionou o botão vermelho novamente e rapidamente uma algema saiu e se prendeu automaticamente em volta da perna dela.
“Uau…”. Ela ofegou baixinho. Olhou para a cadeira enquanto imaginava o que poderia fazer com ela. “Ah sim”. Ela sorriu diabolicamente quando uma ideia lhe ocorreu na cabeça. “Você é um salva-vidas”. Ann disse e sorriu maliciosamente.
“Driiiing…”. O som de um telefone tocou e Ann saiu apressada do quarto. Ela o trancou rapidamente e desceu correndo as escadas. Ela seguiu o som até a sala de estar. Havia um pequeno telefone na mesa. Ela o levantou até o ouvido e antes que pudesse responder, o chamador desconhecido já havia desligado.
“Devo ligar para Prata”. Ela disse exausta. Discou o número de Prata e colocou no viva-voz. Tocou por alguns minutos mas não obteve resposta. Ela colocou o telefone para baixo irritadamente e se jogou no sofá. “Pedaços de merda”. Ann resmungou de raiva.