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O Mais Fraco Domador de Bestas Consegue Todos os Dragões SSS - Capítulo 170

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170: Capítulo 170 – Domando o Castigo 170: Capítulo 170 – Domando o Castigo Um pouco antes da resolução da luta…

Diretor Ignatius andava de um lado para o outro, a preocupação crescendo a cada minuto que passava. As meninas ainda não haviam retornado com notícias, e suas presenças continuavam sendo detectadas longe do ponto de interceptação planejado.

‘Por que estão demorando tanto?’ ele pensou enquanto seu fênix se agitava sob sua pele, respondendo à sua inquietação. A agitação da besta só aumentava sua própria ansiedade.

Foi quando ele sentiu, uma perturbação na mana com a marca inconfundível de corrupção abissal. Seus músculos se tensionaram instantaneamente, mas algo estava diferente desta vez.

“Ao menos não é tão poderoso quanto o último intruso,” ele murmurou, lembrando-se da intrusão do agente de rank ouro. “Talvez eu deva ir, se o rank é baixo, o terreno talvez não possa…”

Seus pensamentos foram interrompidos quando um auxiliar chegou correndo.

“Diretor!” o homem ofegava, claramente tendo corrido com todas as suas forças. “Encontramos um túnel no depósito de alimentos dos alunos de rank ferro!”

Ignatius internamente praguejou por causa da má vigilância naquele ponto. O lugar parecia tão insignificante que… Ele balançou a cabeça, não era hora para autocrítica.

“Sem tempo para arrependimentos,” ele disse a si mesmo. “Alguém já seguiu o túnel?”

“Sim, senhor,” o auxiliar assentiu. “Mas…”

Como se respondendo às suas palavras, outro auxiliar apareceu logo depois, com um rosto sombrio.

“A rachadura na parede de cristal de mana no final do túnel é muito pequena,” ele relatou. “Não conseguimos passar. E…” ele hesitou um momento, “a Senhora Luna entrou antes que eu pudesse impedi-la.”

O Diretor congelou. A estrutura de cristal que mencionaram… era a última semente do reino. Cálculos baseados na espessura do cristal e no padrão dos anteriores indicaram que ela não deveria abrir por pelo menos mais dez anos.

“Por que agora?” ele murmurou. “O que mudou?”

Os auxiliares trocaram olhares preocupados enquanto o Diretor considerava suas opções. A presença abissal não estava tão forte quanto da última vez, mas se eles estavam tentando obter o anel e as poções…

“Vou descer,” ele finalmente decidiu. “Organize uma escavação massiva com todos os professores do elemento terra e auxiliares. Quero todas as entradas bloqueadas.”

“Todas, senhor? Há mais de…”
“Todas,” Ignatius começou a se mover. “Se não podemos entrar pela rachadura, pelo menos não deixaremos ninguém escapar. E se houver intrusos lá dentro…”

Seus olhos brilharam perigosamente.

“Eles não sairão vivos.”

Os auxiliares se dispersaram rapidamente, transmitindo ordens. Em minutos, o som de bestas escavadoras começou a ressoar por toda a academia. Os alunos foram evacuados enquanto domadores especializados em terra e rocha começaram seu trabalho.

‘Luna está lá dentro’, pensou o diretor. ‘E os novos alunos… Júlio vai me matar se algo acontecer com os seus…’
Ele só podia esperar que, seja lá o que estivesse acontecendo dentro da semente, as garotas pudessem lidar com isso até que os reforços chegassem.

♢♢♢♢
O diretor estava organizando o esquadrão de escavação quando outro auxiliar chegou correndo.

“Diretor! Encontramos outra entrada de túnel que vai para a barreira de mana! É mais larga e… estranha.”

“Estranha como?” o diretor virou, sua atenção capturada.

“É um túnel revestido em cristal vivo,” o auxiliar explicou, gesticulando animadamente. “Mas está muito acima da faixa de mana onde essas bestas deveriam aparecer.”

Wei, que estava ao lado do diretor, abriu os olhos surpreso. “O garoto cogumelo,” ele murmurou, chamando a atenção de todos. “Tem que ser ele.”

“O aluno que ganhou a aposta contra você?” o diretor franziu a testa.

“Sim,” Wei cerrou os punhos. “Ele tem agido de forma suspeita desde o início. Deixe-me descer com você, diretor.”

O diretor considerou a sugestão por um momento antes de acenar relutantemente. Se o aluno estivesse envolvido…

Um grito ensurdecedor interrompeu seus pensamentos. Não era um grito comum, o som ressoava com pura potência, fazendo cada besta na área estremecer. O próprio ar parecia vibrar com sua intensidade.

Olhando para cima, eles viram uma figura massiva descendo sobre eles. Uma Águia Gigante dourada, sua plumagem brilhando com a intensidade de uma besta de rank ouro 2, se aproximava com majestade imponente. Sua envergadura lançava sombras sobre os terrenos da academia.

Três figuras saltaram de suas costas antes que tocasse o solo.

“Zhao, Júlio…” o diretor reconheceu o professor e o príncipe. “E Vítor…”

Vítor, um dos irmãos mais velhos de Júlio e dono da Águia Gigante, acenou gravemente. Sua besta pousou atrás dele, seus olhos dourados vasculhando a área com inteligência predatória.

“Desta vez vamos nos juntar à caça desde o início,” Júlio declarou, sua voz não deixando espaço para argumentos. “Chega de esperar por relatórios lentos.”

O diretor notou a tensão em sua postura. Claro, suas protegidas estavam lá embaixo.

“Dizem que o túnel é por aqui,” Wei apontou, ansioso para começar.

Vítor colocou a mão no ombro do irmão. “Vamos encontrá-los.”

O grupo se dirigiu às minas. Desta vez, pensou o diretor, eles não deixariam ninguém escapar.

♢♢♢♢
Larissa congelou ao ver o rosto de Júlio na rachadura.

Sua mente, que momentos atrás estava planejando como explicar todo o desastre, ficou completamente em branco.

A situação piorou quando uma mão apareceu e empurrou a cabeça de Júlio para o lado. O rosto de Vítor apareceu na rachadura, seus olhos se arregalando de surpresa ao encontrar sua irmãzinha dentro de ruínas tão importantes.

“Larissa,” a voz de Vítor soou estranhamente calma, o que só a deixou mais nervosa. “Saia daí. Agora.”

Larissa olhou em volta, todos que não estavam desmaiados desviaram o olhar…

Ela teria que explicar tudo sozinha? O corpo parcialmente destruído de Harold, os guardas feridos, Ren inconsciente, os “pacotes” carregados pelo Túnel Vivo de Taro e os artefatos que…

“Eu vou levar uma bronca?” ela perguntou com uma voz pequena, como quando era mais jovem e foi pega pedindo doces às criadas da cozinha.

Júlio apareceu novamente na rachadura, empurrando Vítor. “Não, não vamos…”

“Mentiroso!” Larissa interrompeu, apontando para ele acusadoramente.

“Desta vez é diferente,” Júlio tentou soar convincente. “Só queremos…”

“Mana não mente!” Larissa cruzou os braços.

Vítor não conseguiu conter uma risada, o que lhe valeu uma cotovelada de Júlio.

“Larissa,” Júlio tentou novamente, sua voz misturando autoridade e súplica. “Havia um espião de Yino lá dentro, certo? Não consigo mais sentir a presença deles… Poderia sair e explicar tudo o que aconteceu?”

“Prometa que você não vai me punir!” Larissa apontou com um dedo trêmulo.

“Não posso prometer nada sem saber o que…”

“Você tem que prometer!”

Vítor empurrou Júlio para o lado novamente. “Escute, pequeno demônio,” seu tom era mais divertido do que severo. “Se você sair agora, prometo não deixar o Júlio te punir demais.”

“Demais?” Larissa estreitou os olhos. “Defina ‘demais’.”

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