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O Demônio Amaldiçoado - Capítulo 727

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  3. Capítulo 727 - 727 Nada Vai Mudar 727 Nada Vai Mudar O mundo ao redor deles
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727: Nada Vai Mudar 727: Nada Vai Mudar O mundo ao redor deles parecia escurecer, como se a luz tivesse sido drenada do próprio ar.

Yui permaneceu parada ao lado de Emiko, suas mãos macias segurando o corpo de Emiko, seu rosto marcado por lágrimas.

Ela não conseguia falar, não conseguia fazer nada além de segurar a mão fria de Emiko, seu corpo tremendo de tristeza. Por que tinha que ser ela? Ela deveria ter sido a escolhida… O coração de Yui parecia que estava se despedaçando em um milhão de pedaços.

Grace estava lá, ainda segurando o corpo sem vida de Emiko em seus braços, suas lágrimas caindo silenciosamente, traçando a curva de sua bochecha enquanto sussurrava para si mesma, “Por que… Por que você tinha que salvar alguém como eu quando você tinha toda a sua vida pela frente…” Sua voz estava quebrada, um murmúrio suave e desesperado de arrependimento.

A dor em seu peito era insuportável, como o peso de mil promessas quebradas. Ela nunca pensou que se sentiria assim novamente, nunca pensou que experimentaria novamente a perda esmagadora de alguém que ela passou a considerar como família.

Ela havia falhado novamente.

Rebecca caminhou lentamente até as duas mulheres, seus passos deliberados e pesados, seu rosto transbordando de emoções intensas enquanto olhava para Emiko.

Ela parou a poucos metros de distância, erguendo a mão até a metade para colocá-la no ombro de Grace, mas então hesitou, o movimento caindo sem vida ao seu lado.

Ela não conseguia se obrigar a tocar Grace naquele momento, suas emoções presas em algum lugar entre raiva e tristeza. Ela ficou ali em silêncio, lábios firmemente pressionados, seus olhos cintilando com algo não dito enquanto olhava para o corpo sem vida da garota humana.

‘Por que isso a incomoda?’ ela pensou, a dor em seu peito algo que ela não conseguia sacudir. Por que a morte de Emiko — alguém tão fraca, uma humana — a deixava frustrada e com raiva assim?

Yui, ouvindo as palavras de Grace, lentamente levantou a cabeça, lágrimas ainda turvando sua visão. Sua voz era frágil, mal um sussurro, mas cheia de coração, “Tia Grace… por favor, não diga isso. Emiko vai ficar triste se você disser essas coisas…” Seus lábios tremiam, sua mão apertando a de Grace, “E-Ela te salvou porque te amava. Você teria feito o mesmo. Nós teríamos.”

As palavras pairaram no ar, mas pareceram vazias, como tentar segurar água com mãos em concha.

Yui sentia que estava perdendo a si mesma, o mundo parecia estar escorregando. Isso não pode ser real. Isso tem que ser um pesadelo, ela pensou, desejando acordar e encontrar Emiko ao lado delas, olhando para ela com um raro sorriso suave em seu rosto normalmente estoico.

Rebecca de repente falou, sua voz firme, como se se obrigasse a permanecer composta, “É isso mesmo,” ela disse, seu olhar triste mas duro enquanto colocava a mão no ombro de Grace, apertando-o levemente.

“Você não deve dizer tais besteiras depois que aquela garota sacrificou sua vida por você. Foi tolo e estúpido salvar uma mulher moribunda como você. Sim. Mas isso não muda o fato de que ela já fez isso. Se fosse você, você preferiria que nós a culpássemos? O melhor que você pode fazer agora é certificar-se de não desperdiçar a chance que ela te deu.”

Yui assentiu, seu rosto uma mistura de tristeza e concordância. As lágrimas continuavam a fluir livremente por suas bochechas, seu coração doendo de maneiras que ela não conseguia entender completamente.

Ela queria gritar, fazer tudo parar, mas tudo que conseguia fazer era assistir enquanto o queixo de Grace tremia.

Os olhos de Grace se fecharam, e todo o seu corpo tremia enquanto ela fechava os braços mais apertadamente ao redor de Emiko, “Eu sinto muito…” ela sussurrou, voz tensa, “Eu vou corrigir isso…” Ela gentilmente colocou o corpo de Emiko nos braços de Yui antes de se levantar, seus movimentos lentos e pesados, como se o peso do mundo tivesse sido colocado sobre seus ombros.

“T-Tia Grace? Para onde você está indo?” Yui perguntou, sua voz pequena, cheia de confusão e preocupação, a tristeza em seu peito não a deixando pensar claramente.

Grace ofereceu um sorriso triste e leve, seus olhos assombrados, “Eu tenho que ir rápido para nosso Culthold. Vocês cuidam dela até eu voltar…”

Com isso, ela se virou e se afastou, sua figura recuando para a distância, seu corpo curvado sob um fardo invisível.

Asher, que observava de alguns metros de distância, sentiu seu peito apertar enquanto via Grace se afastar.

Ele só podia imaginar a dor que ela estava sentindo, como deve ser perder Emiko — alguém que se tornou como uma neta para ela, alguém que ela passou tanto tempo cuidando, protegendo e guiando todos esses anos.

Ele cerrou os punhos, o peso da culpa pesando sobre ele. Eu falhei com ela. Eu falhei com Emiko. Seu coração doía pelos dois.

Emiko sempre seguiu suas ordens sem questionar. Ela acreditava nele, confiava nele — e ainda assim, ele não conseguiu salvá-la.

“Pare de pensar em coisas inúteis!” a voz de Rebecca ecoou ao lado dele, cortando seus pensamentos como uma lâmina afiada.

Ele se virou para encontrá-la bufando, claramente irritada. Seu peito estava estufado, seus olhos estreitados e seu dedo apontando na direção que Grace tinha ido, “O que você vai fazer sobre aquela mulher? Tenho a sensação de que ela está prestes a fazer algo estúpido. Devemos segui-la e ver o que ela vai fazer.”

Asher assentiu de maneira rígida, sua mente voltando à realidade. Rebecca tinha razão, e isso também o preocupava, “Vamos…” ele disse baixinho, antes de fazer uma pausa e se virar para Yui. Ele viu a tristeza crua em seu rosto, e seu coração se amoleceu enquanto ele caminhava até ela.

Ele gentilmente pegou o corpo de Emiko dos braços de Yui, “Você deveria ir,” ele disse, sua voz suave, mas firme.

As feições de Yui tremeram enquanto ela lentamente se levantava, seu corpo ainda tremendo de tristeza, “M-Mas Emiko é… Eu-Eu…”

“Eu era o mestre dela. Eu deveria ser o responsável por isso. Mas vamos lamentar juntos. Só não agora. Eu vou mantê-la segura até então. Eu prometo,” Asher disse, sua voz estável enquanto olhava para Yui com um olhar suave e caloroso.

Yui assentiu, enxugando os olhos com um sorriso frágil e dolorido, “O-Obrigada, Mestre…” Sua voz era quase um sussurro, mas carregava o peso da quebra de seu coração.

Rebecca, ainda fervendo de raiva, bufou alto. “E aquela vadia que a matou? Quando vamos matá-la e como? Queria não estar neste casco humano inútil e fraco. Caso contrário, isso não teria….”

Rebecca não conseguiu terminar sua frase, sua fúria sobrepujando suas palavras, suas mãos tremendo com a intensidade disso.

Mas Asher, agora focado no presente, simplesmente disse em voz baixa, porém firme, “Arthur agora vai cuidar dela até encontrarmos um caminho.”

Dizendo isso, Asher começou a se afastar, a forma sem vida de Emiko acalantada em seus braços, sua mente focada no caminho à frente.

Rebecca resmungou de frustração, mas o seguiu de perto, Yui os seguindo, ainda segurando na memória de Emiko como um fio frágil que poderia quebrar a qualquer momento.

—
O ar tremeu enquanto Arthur voava pelo ar, seu rastro de luz branca radiante cortando o céu como uma tempestade divina.

Seu foco era inabalável, sua mente fixada em um único alvo: o Ceifador Trovejante, o demônio que ele estava caçando por o que parecia uma eternidade.

Ele podia sentir a atração de sua energia enquanto ela fugia, mas não importava o quão rápido ela corresse, ele estava sempre logo atrás dela. Ela tinha uma velocidade diferente de tudo que ele já tinha visto, mas ainda não era suficiente para escapar de sua perseguição implacável.

Anna podia sentir — Arthur estava em seu encalço, nunca desistindo, nunca vacilando. Seu coração batia forte no peito, a percepção de que não havia como realmente escapar dele se cristalizando.

Ela empurrou seu corpo mais rápido, sua forma infundida de relâmpagos borrando através das terras, mas não importava o quanto de distância ela colocava entre eles, Arthur não estava perdendo seu rastro.

Não posso continuar com isso para sempre… Anna percebeu.

Ela esperava que a distância entre eles fosse o suficiente, mas agora ela sabia o que tinha que fazer.

Não havia escapatória. Não havia saída. Ela tinha que enfrentá-lo, incapacitá-lo para escapar com sucesso.

Ela se dirigiu para um deserto desolado, onde a terra se estendia infinitamente, vazia e intocada e o sol batendo impiedosamente sobre eles.

A vastidão aberta agora parecia sufocante, o silêncio quebrado apenas pelo som de seus próprios passos enquanto ela fazia sua posição.

Arthur franziu a testa enquanto sentia o Ceifador Trovejante desacelerar, percebendo a mudança em seu ritmo. Ela está indo para uma área desabitada? Por quê? Não é como se ela se importasse com danos colaterais. O pensamento invadiu sua mente, mas ele não tinha tempo para se demorar nele.

Ele só podia seguir, avançando em alta velocidade, até vê-la parada sozinha no centro do deserto. A areia infinita se estendia ao redor dela como uma pintura vazia, o sol alto acima lançando sua luz dura sobre tudo.

Arthur desceu, a luz ao seu redor brilhando enquanto ele pousava na areia, a poucos metros dela.

Sua expressão era resoluta, sua voz firme, “É bom que você tenha parado de correr,” ele chamou. “Você não pode mais machucar pessoas. Eu não vou permitir. Vou prendê-la agora, e você responderá por todos os crimes que cometeu.”

Os olhos de Anna estavam duros, sua voz tingida de culpa, “Eu não tenho tempo para explicar,” ela disse, balançando a cabeça, “Mas as coisas não são o que parecem, e eu não posso ser presa agora. Eu prometo que responderei por meus crimes, mas não agora… por favor. Estou implorando. Apenas me deixe ir desta vez.”

As sobrancelhas de Arthur se apertaram mais, sua confusão refletida em sua voz, “Você… você quer lutar para sair desta e fugir do que você fez? Agora mesmo você matou alguém que eu conhecia. Quem sabe quantos mais você mataria a cada segundo que está lá fora,” Ele não esperava isso — não esperava que ela viesse aqui com a intenção de lutar contra ele, de escapar da justiça que devia.

No entanto… não fazia sentido. Ela estava implorando… um demônio que havia matado milhares. Por que alguém como ela agiria dessa maneira?

“Eu realmente tenho que fazer algo importante,” Anna continuou, sua voz desesperada, como se cada palavra fosse um apelo que ela não conseguia expressar completamente, “Mas eu não posso te dizer ainda. Mesmo que você me prenda… nada vai mudar.”

Arthur ficou imóvel, sua mente correndo com perguntas. Do que ela estava falando? Seu instinto lhe dizia que algo não estava certo, que havia mais nisso do que apenas um demônio tentando escapar da justiça.

Mas ele sabia que agora não era o momento de pensar nisso.

Sua voz endureceu, e ele deu um passo à frente, “Isso não é para você decidir,” ele disse firmemente, “Você se entrega pacificamente, ou vamos fazer isso da maneira difícil. A última coisa que vou fazer é deixar você escapar novamente.”

O rosto de Anna escureceu de arrependimento, seus olhos se estreitando enquanto uma faísca de resolução se acendia dentro dela, “Eu sinto muito,” ela murmurou, sua forma borrada em um instante.

Com um lampejo, ela disparou em direção a Arthur, o raio em suas veias crepitando violentamente, sua velocidade tão grande que era quase impossível de rastrear.

Os olhos de Arthur se arregalaram quando a viu lançando-se repentinamente em sua direção a uma velocidade que desafiava o espaço.

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