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O Demônio Amaldiçoado - Capítulo 714

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714: Não Tão Sortudo Como Você 714: Não Tão Sortudo Como Você Albert deu um aceno de aprovação, sua voz suave como seda, “Não está na hora de você lidar com essa pessoa de uma vez por todas?”

O olhar de Derek se aguçou, seus olhos se estreitando enquanto ele tocava em seu dispositivo de pulso, projetando uma pequena imagem nebulosa de um jovem com olhos dourados marcantes, vagamente radiante e assustadoramente familiar.

“Eu sabia que teríamos que lidar com ele no momento em que vi esses olhos,” Derek murmurou sombriamente, sua voz baixa com desconfiança. “Há algo nele… Parece que estou olhando para ‘ele.’ Quem você acha que ele realmente é?”

Albert estudou a imagem, seus lábios se curvando num leve sorriso de desprezo, “Eu também senti isso. Mas Cedric está morto há muito tempo, e fantasmas são a última coisa com que deveríamos nos preocupar. Mas este… ele tem que estar ligado à Convenção dos Malditos. Tudo começou a desmoronar no momento em que ele entrou sorrateiramente na vida de sua esposa e filha. Não há coincidências aqui. E agora… qual é o seu plano?”

Os olhos de Derek brilharam com intenção fria, “Ele não pode morrer até que tenha cumprido seu propósito.”

O sorriso de Albert se aprofundou, “Naturalmente. Ele deve saber algo crucial — especialmente sobre o Trazedor do Inferno. É por isso que até deixamos que ele andasse por aí todo esse tempo. Vamos enviar nosso recurso mais eficiente, que pode garantir que o trabalho seja feito rapidamente.”

Derek acenou lentamente, sua expressão ficando mais escura e calculista.

—
Enquanto isso, do lado de fora de um albergue decadente perto das minas abandonadas, Asher saiu para a luz do dia, seguido de perto por Cecília e Rachel.

Ele se virou para elas, um olhar de preocupação sombreando seu rosto. “Vocês duas não estão mais seguras. Derek saberá que vocês me ajudaram; não há mais ninguém que ele possa pensar que poderia ter frustrado seus planos.”

Cecília e Rachel trocaram um olhar ansioso antes de Cecília dar um suspiro resignado, “Eu sabia dos riscos quando decidi ajudar você. Não dá para evitar agora.”

Rachel assentiu em concordância, seu olhar firme.

“Não precisa ser assim,” Asher disse sinceramente. “Venham comigo. Deixem-me proteger vocês.”

Mas Cecília balançou a cabeça, oferecendo um sorriso doce e agridoce, “Eu não posso simplesmente fugir. Isso só pioraria as coisas. Se eu desaparecer, Derek só torcerá isso como prova dos meus supostos crimes. Não posso dar a ele essa vitória. Mas…” Ela se virou para Rachel, seu olhar amolecendo, “Rachel, vá com ele. Fique segura até isso acabar. Eu não suportaria ver você machucada.”

Rachel segurou a mão de sua mãe firmemente, sua voz resoluta, “Não, mãe. Não vou deixar você enfrentá-lo sozinha. O que acontecer, enfrentaremos juntas.”

Asher suspirou, balançando a cabeça, “Por que vocês duas são tão teimosas? Derek não medirá esforços. Mesmo que ele vire o mundo contra vocês, podemos revelar a verdade a tempo.”

Rachel deu-lhe um sorriso forçado, “A mãe está certa, Asher. Se fugirmos, ele nos caçará sem poupar recursos, e será mais difícil para você e seu culto fazerem o que precisa ser feito. Seríamos apenas um fardo para você. Ao ficarmos onde devemos estar, pelo menos podemos manter a atenção dele em nós e comprar o tempo que você precisa.”

Asher cerrou os punhos, sua frustração mal contida. Ele sabia que elas estavam certas, mas isso o fazia se sentir impotente.

Ambas as mulheres assentiram, tocadas por sua determinação. Cecília deu-lhe um olhar carinhoso. “Eu não acreditava no início, mas… você não é como os demônios que enfrentei na minha vida. Você parece mais humano do que alguns da minha própria espécie. É estranho… mas inegável.”

O sorriso de Rachel se suavizou, um olhar de ressonância entre eles.

Asher baixou brevemente o olhar enquanto se perguntava se elas sentiam que isso era porque ele já foi humano.

“Não se preocupe, Asher,” Rachel disse, sua voz firme, “Papai não ousará nos matar ou machucar por enquanto. Ele tem uma reputação a manter, e precisa de nós para ajudá-lo a mantê-la até que não precise mais. Por agora, ele tentará apenas nos manter sob seu controle. Então vá. Faça o que precisa fazer.”

Asher deu uma risada suave, seu olhar cintilando com calor, “Tal mãe, tal filha, hein? “”
Cecília e Rachel trocaram um olhar, uma calorosidade brotando entre elas apesar da ameaça iminente.

Com um suspiro final, Asher cedeu, “Tudo bem,” ele disse, sua voz tingida de resignação relutante, “Mas se qualquer uma de vocês estiver em perigo, eu voltarei. Sem discussões.”

O olhar de Cecília permaneceu nos olhos dourados de Asher, e ela sentiu uma pontada, um lampejo do rosto de Cedric em sua mente, sua bondade e coragem.

Ela engoliu o aperto e murmurou, “Queria que Aira ainda estivesse aqui. Ela faria a coisa certa… ela poderia ter nos ajudado.”

A expressão de Asher endureceu, um lampejo de desdém em seu semblante, “A coisa certa? Ela estava lá, Cecília, quando Derek matou Cedric.”

Rachel baixou a cabeça, a dor evidente em seus olhos.

Cecília piscou, uma mistura de tristeza e incredulidade nublando seu rosto, “Talvez ela tenha sido forçada. Ela não poderia ter desafiado a WHA e vivido para contar a história, assim como Cedric. Mas… se ela não fez… tem que haver uma razão. Ela até desapareceu depois da morte dele. Eu pensava que fosse por culpa e tristeza. Mas e se… Derek fez algo a ela? Agora que sei do que ele é capaz… não posso deixar de me preocupar com essa possibilidade.”

A testa de Asher franziu pensativamente, enquanto Rachel olhava para a mãe em choque, “Você acha que o papai fez algo a ela? Mas nunca encontramos um traço dela, nem mesmo um corpo…”
Cecília assentiu lentamente, “Exatamente. Só o seu pai pode esconder alguém em um lugar que mais ninguém pode encontrar. Nunca encontramos nem um corpo nem um único vestígio dela. Ninguém pode desaparecer assim… nem mesmo por meio de uma morte simples.”

Asher franziu a testa, perguntando-se se a suspeita de Cecília tinha algum fundamento.

A possibilidade do desaparecimento de Aira ser mais um dos segredos enterrados de Derek permaneceu como um peso em sua mente, perturbando-o de maneiras que ele não esperava.

Mas ele afastou isso, focando sua determinação. “Vamos desvendar o desaparecimento dela quando chegar a hora certa,” ele disse, sua voz calma mas determinada, “Mas agora, nossa prioridade é destruir a Torre Nexus antes que Derek possa ativá-la. Temos que agir antes que ele arme a maioria dos Caçadores com M.A.M. Graças a Cecília, sabemos onde a Torre Nexus está localizada.”

Rachel e Cecília assentiram, ansiedade cintilando em seus olhos mas combinada com uma determinação feroz.

—
De volta às profundezas bem iluminadas do Reduto do Covil dos Malditos, Remy pairava ansiosamente no corredor sombreado, seu olhar fixo na Mestra Gélida Sanguínea, Rebecca Thorne.

Sua reputação como uma das figuras mais temidas no mundo dos demônios já era intimidadora, mas o fato de ela estar escravizada ao Trazedor do Inferno o deixava tanto horrorizado quanto curioso.

Naquele momento, porém, sua preocupação era com sua avó, que parecia estar envolvida em uma discussão acalorada com Rebecca.

Remy se mexeu desconfortavelmente, esperando que Rebecca não estivesse intimidando Grace agora que sua avó já não estava no auge de sua força.

A voz de Rebecca era aguda, acusatória mas baixa o suficiente para não deixar mais ninguém ouvir, “Você acha que seus truques espertos passam despercebidos? Você dormiu com ele, não foi? Admita agora mesmo!” Ela estava ao lado de Grace, mãos nos quadris, sua voz mal um sussurro mas carregada de uma frustração palpável.

Grace não vacilou, um sorriso sutil brincando em seus lábios enquanto calmamente servia o chá, “Shh, abaixe a voz. O Mestre não apreciaria você falando tão alto com uma criança por perto.”

O rosto de Rebecca ficou levemente ruborizado, mas ela sussurrou ferozmente, “Eu estou mantendo baixo. Não tente mudar de assunto. Diga-me o que vocês dois fizeram naquela noite.”

Grace riu baixinho, olhando para ela, “Eu não esperava que você fosse tão ciumenta. Mas tudo bem, se você insiste.” Ela colocou a chaleira com um clique suave.

“Vou admitir que compartilhei uma noite apaixonada com nosso mestre. Mas isso não é um crime, é? Pode ser que eu seja velha, mas ainda tenho o direito de aproveitar a vida, certo?” Grace piscou, seu tom provocador.

As bochechas de Rebecca ficaram ainda mais vermelhas enquanto ela gaguejava, “Você—! Eu subestimei você! Não acredito que você realmente fez isso!”

Grace levantou as sobrancelhas, fingindo inocência, “Qual o espanto? Ele também queria, e gostou de cada segundo. Isso não é natural entre dois adultos consentidos?”

A voz de Rebecca falhou, presa entre a indignação e a incredulidade, “M-Mas… você é uma escrava humana. Isso… isso não está certo!”

“Ora, vamos,” Grace respondeu com um leve sorriso sarcástico. “Eu pensei que demônios se entregavam com seus escravos com frequência. Certamente você teve suas próprias escapadas como consorte princesa?”

O rubor de Rebecca se intensificou enquanto ela gaguejava, “Eu-Eu… não acho que isso seja relevante aqui!” Ela pigarreou, tentando esconder sua vergonha. Ela obviamente não podia deixar Grace saber que era virgem até Asher tomá-la.

Mas ela não conseguiu resistir, cruzando os braços com um olhar fingido de desinteresse enquanto perguntava, “Mas só para ter certeza de que você não fez nada para ofender o Mestre… O que exatamente vocês dois fizeram?”

Os olhos de Grace brilharam maliciosamente. “Bem… nós nos adoramos com nossas bocas até nossos lábios ficarem inchados e vermelhos, degustando a essência um do outro. Depois, usamos nossos corpos para dançar juntos até nossos quadris ficarem lentos e nossa pele coberta de suor quente,” A voz dela se suavizou, um toque de sentimento genuíno, “O jeito como ele me beijou… eu me senti jovem novamente. Como se eu fosse dele, e seu coração desnudado para mim tomar. Mal posso esperar para sentir tudo de novo.”

Grace então olhou para Rebecca e perguntou com um sorriso sutil, “Você também se sente assim? Minha vida de casada foi apenas uma transação comercial. Nunca amei verdadeiramente um homem, então não posso realmente dizer se é assim que se sente.”

A expressão de Rebecca vacilou, uma mistura de choque, indignação e intriga relutante cruzando seu rosto, percebendo como sua experiência era diferente da dela.

Ela podia ver que Grace não estava tentando provocá-la, mas falando com o coração e que parecia ter gostado de cada segundo.

Rebecca não pôde deixar de se perguntar se realmente sentiria tão bom.

Mas Asher nunca a beijou… nem uma única vez. Ele a fez sentir prazer através de seus “punições,” mas agora Rebecca não pôde deixar de se perguntar como seria sentir algo mais profundo como Grace sentiu.

Ela tentou manter sua compostura, mas o ciúme tingiu sua voz, “O-Obviamente, o que você sentiu não é nada. Você só acha que é algo especial porque lhe falta experiência, hmph,” Ela forçou uma expressão altiva, embora a inveja fervilhasse por trás de suas palavras.

Grace riu, sua voz suave e despretensiosa, “Você deve estar certa. Sinto que deveria ter encontrado nosso mestre antes. Todos esses anos parecem perdidos. Que pena eu não ser tão sortuda quanto você,” Ela deu de ombros, lançando a Rebecca um sorriso inocente que só parecia irritá-la ainda mais.

Antes que Rebecca pudesse responder, ambas as mulheres voltaram sua atenção para a entrada quando Asher entrou no corredor, seu rosto escuro e severo, “Temos algumas notícias muito ruins,” ele anunciou, sua voz baixa e prenunciadora.

A atmosfera descontraída entre Grace e Rebecca evaporou instantaneamente, substituída por tensão enquanto trocavam olhares preocupados.

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