Ler Romance
  • Todos os romances
  • Em curso
  • Concluídas
Avançado
Entrar Cadastrar-se
  • Todos os romances
  • Em curso
  • Concluídas
  • Romântico
  • Fantaisie
  • Urbano
  • MAIS
    • MISTÉRIO
    • Geral
    • Ação
    • Comédia
    • Magia
    • Histórico
Entrar Cadastrar-se
Anterior
Próximo

O Demônio Amaldiçoado - Capítulo 666

  1. Home
  2. O Demônio Amaldiçoado
  3. Capítulo 666 - 666 Devo Honrar Minhas Palavras 666 Devo Honrar Minhas
Anterior
Próximo

666: Devo Honrar Minhas Palavras 666: Devo Honrar Minhas Palavras No tranquilo Reino Nightshade, a luz do sol lançava um brilho carmesim sobre o pavilhão onde Silvia e Kayla estavam juntas, cercadas pelas criaturas selvagens da floresta ao longe.

O pavilhão, adornado com trabalhos em madeira escura e intrincados e almofadas de veludo, contrastava nitidamente com a energia vibrante dos preparativos agitados de volta na Casa Valentine.

Os olhos de Silvia brilhavam de excitação enquanto ela apresentava um elegante pergaminho vermelho para Kayla, “Este é o convite para o casamento de Silvia. Claro, não preciso nem dizer que você tem que vir, hehe.”

Kayla aceitou o pergaminho com um sorriso caloroso, segurando-o junto ao peito, “Mesmo que você não tivesse vindo até aqui, eu teria invadido seu casamento.”

Silvia riu, sua risada soando suavemente no ar, “Silvia não se importaria com isso. É mais divertido assim. Talvez Silvia faça isso se você fizer um casamento surpresa.”

Kayla sorriu suavemente, seu sorriso tingido de melancolia, “Eu não vou me casar tão cedo. Eu ainda tenho que… descobrir algumas coisas.”

O sorriso de Silvia desapareceu enquanto ela observava a expressão sombria de sua amiga. Ela se inclinou para frente, preocupação marcada em suas feições, “Você ainda está… atormentada por aquelas más lembranças?”

A expressão de Kayla ficou pesada enquanto ela fechava os olhos, sua voz mal superando um sussurro, “Continuo tentando o meu melhor para não pensar nisso, mas sempre que eu durmo… Eu só consigo ver os corpos sem vida da minha família. Me sinto culpada pelo que aconteceu a eles e também pela sua falecida rainha. Muitas coisas deram errado desde aquele dia.”

Silvia juntou as mãos sobre o peito, sua voz tremendo com empatia, “Você… sabe quem é aquela mulher cruel de manto preto?”

Kayla balançou a cabeça lentamente, seus olhos preenchidos de dor, “Não… ela fez algo com minha mente, impedindo-me de descobrir quem ela era ou por que ela os matou todos. Por que ela me poupou? Por que ela não me matou junto com eles? Talvez assim… não doeria tanto.”

“Não diga isso, Kayla,” Silvia disse suavemente, estendendo a mão para abraçar o braço de Kayla, “Seu povo e seu avô ainda precisam de você. Eu preciso de você. Você é minha única amiga.”

Kayla sorriu gentilmente e segurou a mão de Silvia, “Me desculpe. Eu estava sendo egoísta. Não direi isso novamente.”

A atmosfera mudou à medida que a expressão de Kayla ficava contemplativa, “Mas eu lembrei de outra coisa.”

Silvia ergueu as sobrancelhas com curiosidade, “Do que você se lembrou?”

A testa de Kayla se enrugou em concentração, “Sua princesa consorte… Rebecca Drake. Ela estava conosco, mas foi a última a se separar da rainha. Foi então que o resto deles foi em busca delas. Você não acha que há algo errado aqui?”

O rosto de Silvia se apertou com ansiedade, “Ela matou todo mundo? Isso não parece com ela. Ela é assustadora e arrogante, mas como meu pai disse, ela não ousa fazer algo tão audacioso assim… sem nenhum motivo.”

Kayla hesitou, seu olhar tremulando com incerteza, “Eu não sei. Talvez isso seja apenas uma especulação errada, e eu não quero causar problemas desnecessários em um momento como este. Aquela mulher de manto preto… eu mal consigo lembrar da aura dela, mas… não era fria como uma aura de Thorne. Então, isso me confunde. Mas deve ser alguém que todos nós conhecemos. Alguém que sabia que estávamos indo nessa jornada.”

Silvia apertou os lábios, sua mente acelerada com as implicações, “Talvez não tenha sido ela. Mas ela pode saber de algo.”

—
Asher, Isola e Oberon desceram ao vale situado entre os continentes de Dracyra e Oseon, um lugar tão envolto em medo que até as sombras pareciam recuar com medo.

A descida foi tornada mais surreal pela forma serpentiforme de Lori, suas enormes espiras deslizando com uma graça que desmentia seu tamanho. Seu corpo sinuoso cortava a densa e nauseante miasma que enchia o ar, e seus olhos roxos escuros escaneavam rapidamente os arredores.

A terra abaixo era uma vastidão assustadora, amaldiçoada. Árvores torcidas com galhos nodosos se estendiam como dedos esqueléticos, suas silhuetas escuras contra o pano de fundo do crepúsculo perpétuo.

O próprio ar parecia pesado e opressivo, girando com um cheiro nauseante que se fixava na garganta.

O olhar de Asher estava fixo à frente, inabalável pelas tristes condições ao redor, mas os olhos de Oberon se arregalaram em apreensão enquanto ele abaixava o capuz, revelando um rosto marcado pelo medo, “Q-Que lugar é esse? Vamos entrar naquela caverna amaldiçoada?”

Lori, a grande serpente, sibilou com irritação, “Você é um covarde. Ousas chamar minha humilde, mas antiga casa de caverna amaldiçoada?” Ela ajustou seu chapéu de vaqueiro com um movimento da cauda, fazendo a luz fraca brilhar em suas escamas metálicas. Sua voz carregava um orgulho ferrenho.

O medo de Oberon só aumentou enquanto ele murmurava, “Sua casa? Então onde está aquele especialista sobre quem você falava? E por que…” Oberon lançou um olhar para Isola que o encarava friamente, “…ela está conosco?” Oberon só se sentia mais desconfortável vendo essa vadia dos mares que pode manipular a mente de alguém.

O sorriso de Asher se alargou, seu olhar desviando para a entrada da caverna, “Primeiro, vamos entrar. Lori, fique de olho. Não queremos bisbilhoteiros.”

Os olhos de Lori brilharam com um toque de travessura, “Pssssh, nenhuma alma ousaria bisbilhotar minha casa,” ela disse com um orgulho enquanto deslizava para as sombras, sua forma maciça desaparecendo na escuridão.

Oberon respirou fundo, seu coração acelerado enquanto seguia cautelosamente Asher para dentro da caverna.

O ar ficou mais frio, mais opressivo, à medida que eles avançavam. As paredes da caverna eram adornadas com cristais roxos escuros que mal iluminavam seu caminho.

Contudo, o ar dentro já não era mais perigosamente venenoso devido à ausência de seu proprietário.

No meio do caminho, a caverna parecia exalar um frio que parecia atravessar a própria alma. O silêncio foi abruptamente quebrado pela voz de uma mulher, fria, mas majestosa, ecoando pela extensão da caverna.

“Você tem certeza que esse tolo vai conseguir?”

Das trevas surgiu uma visão de beleza sobrenatural. Uma mulher com curvas voluptuosas e elegância impressionante entrou na luz tênue, suas vastas asas prateadas escuras desdobradas atrás dela como uma nuvem de tempestade escurecida.

Ela usava um vestido vermelho escuro sem ombros que fluía ao redor dela, e seu cabelo prateado-lavanda caía em ondas luxuosas pelas costas.

Os olhos de Oberon se arregalaram em choque e medo. Suas pernas quase cederam enquanto ele recuava, memórias de dor e tormento passando por sua mente, “Você… O que está fazendo aqui?” Sua voz tremia, um eco fraco mas doloroso de seu sofrimento passado nas mãos de Rhygar surgindo.

Apesar da névoa de suas memórias fragmentadas, ele se lembrou desta cadela draconiana como aquela que o havia capturado e entregue a Rhygar.

O olhar da mulher, frio, porém indecifrável, fixou-se em Oberon, fazendo-o estremecer ainda mais.

“Relaxe. Obviamente ela não está aqui para matá-lo. Você acha que eu teria que recorrer a tais métodos para assassinar alguém patético como você?” O tom de Asher era displicente, quase entediado, enquanto falava com Oberon.

Oberon engoliu em seco, lutando para recuperar a compostura. Seu medo foi substituído por confusão enquanto ele tentava entender a cena que se desenrolava diante dele, “E-Então… qual é o significado disso? Por que você está junto com a rainha consorte dos draconianos? Não me diga… você planeja trair nosso reino??”

A voz de Asher cortou, carregada de desdém e autoridade, “Isso é irônico vindo do cachorro que tentou matar seu próprio rei várias vezes. Mas eu não sou escória como você, e você não tem direito a nenhuma explicação. Tudo o que você precisa saber é que você vai se tornar escravo dela.”

O rosto de Oberon ficou pálido, seus olhos arregalando em descrença, “O-Quê?! Escravo?? Você… Você não pode estar falando sério… Não pode!” Sua voz tremia enquanto ele dava um passo involuntário para trás, seu coração batendo furiosamente no peito.

O sorriso de Asher era frio, zombeteiro, “Por que está com medo agora, quando você me pediu uma chance para se provar? Estou lhe dando essa chance agora. Então deixe ela colocar o selo de escravo em você, e Isola se encarregará de preencher alguns detalhes em sua cabeça para que Kira não suspeite de nada, mesmo se ela sondar sua mente. Depois, veremos o quão bem você pode se sair.” Seu olhar era inabalável, seu tom não admitia argumentos.

Oberon apertou os punhos ao lado do corpo, os nós dos dedos embranquecendo, “Um selo de escravo dela? Por quê? Seja lá o que for, eu farei sem esses selos estúpidos e sem ter minha mente manipulada,” ele retrucou, sua voz carregada de desafio e frustração.

“Shhh, não levante sua voz diante de mim,” Asher disse com um aceno displicente da mão, “Ou você faz, ou volta correndo para casa. Claro, eu ficaria feliz em deixar sua mãe me servir por toda a eternidade. Ela parece ser melhor em suas tarefas do que eu pensava e ela gosta disso também. Sem pressão.” Ele deu de ombros nonchalantly, um sorriso conhecedor puxando os cantos de seus lábios.

O rosto de Oberon se contorceu com agonia, e ele balançou a cabeça veementemente, ‘Você… seu filho da puta!’, ele xingou em sua mente, não ousando falar.

A ideia de sua mãe ser escravizada enquanto ele era forçado a essa situação sombria fazia seu sangue ferver.

A voz de Lysandra era fria e inabalável, “Eu posso simplesmente colocar um selo nele à força até que ele quebre. Não precisamos perder tempo.”

Asher balançou a cabeça com um sorriso zombeteiro, seus olhos brilhando com diversão cruel, “Está tudo bem. Não podemos forçá-lo. Eu prometi à bela e leal mãe dele que não machucaria seu precioso filho ou o forçaria a fazer algo. Isso tem que ser escolha dele. Como rei, sinto que devo honrar minhas palavras. Caso contrário, eu mesmo teria colocado um em ele,” Seu tom era enganosamente gentil, mas a ameaça estava clara.

Lysandra soltou um suspiro resignado, seu olhar se desviando para Oberon com um distanciamento frio. Ela deu um passo para trás, permitindo que o momento se estendesse em um silêncio tenso.

As mãos de Oberon tremiam, seu rosto contorcido de dor. Cada menção de sua mãe pela boca dessa criatura era como uma facada em seu coração, “Tudo bem! Eu vou… fazer…” ele disse através de dentes cerrados, seu corpo cedendo enquanto ele caía de joelhos, o peso de sua decisão quase insuportável.

Os olhos de Asher brilhavam com satisfação, “Bom. Agora, uma vez que você se torne escravo dela, ela mandará você fazer o que eu te disse. Descubra onde Kira está escondida e de algum modo faça com que ela te leve até o lugar dela. Certifique-se de não ser morto antes disso. Se você conseguir, removeremos o selo, e você poderá felizmente voltar para sua mãe. Entendeu?” Sua voz era afiada, cada palavra carregada de autoridade e desprezo.

O coração de Oberon martelava contra sua caixa torácica, o medo e a raiva tumultuando dentro dele.

Ele assentiu amargamente, sua expressão uma mistura de derrota e desespero. Mas ele se apegou à tênue esperança de finalmente libertar sua mãe das garras dessa criatura.

“Asher… uma palavra?” Isola disse em voz baixa, fazendo Asher franzir a testa e caminhar em sua direção para ficar em um canto.

“O que é?”

Isola tinha uma expressão séria enquanto dizia, “No caminho para cá, eu examinei brevemente sua mente. E como pensávamos, sua mente está protegida por múltiplas Muralhas Mentais. Deve ter sido erguido pelos especialistas que sua mãe contratou.”

Asher deu de ombros e disse, “E daí? Tenho certeza que você pode rompê-las. Você já é um Devorador de Almas de Alto Nível. Você tem trabalhado incansavelmente para ganhar força desde que voltamos da Busca dos Dignos.”

“Não é sobre isso. Essas muralhas foram erguidas e fortalecidas ao longo de décadas e décadas. Derrubá-las é possível, mas levará tempo,” Isola disse com um suspiro.

“Quanto tempo?” Asher perguntou com o olhar estreitado.

“Eu precisaria de pelo menos um mês porque também tenho que garantir que uma especialista poderosa como Kira não encontre nada suspeito até que seja tarde demais. Temos esse tempo?” Isola perguntou preocupada.

Asher segurou gentilmente o braço de Isola e disse, “Não se preocupe com isso. Mesmo que seja apertado, ainda podemos conseguir. Pode continuar. Não temos outra escolha. Mas parece que ele deve estar escondendo algo em sua mente. Então tudo isso pode valer a pena.”

Anterior
Próximo
  • Início
  • 📖 Sobre Nós
  • Contacto
  • Privacidade e Termos de Uso

2025 LER ROMANCE. Todos os direitos reservados

Entrar

Esqueceu sua senha?

← Voltar paraLer Romance

Cadastrar-se

Cadastre-se neste site.

Entrar | Esqueceu sua senha?

← Voltar paraLer Romance

Esqueceu sua senha?

Por favor, insira seu nome de usuário ou endereço de e-mail. Você receberá um link para criar uma nova senha por e-mail.

← Voltar paraLer Romance

Report Chapter