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O Amor de um Lican - Capítulo 932

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  3. Capítulo 932 - 932 AURA NEGRA 932 AURA NEGRA Senhor Bayle encarava seus
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932: AURA NEGRA 932: AURA NEGRA Senhor Bayle encarava seus dedos ossudos que pareciam ramos secos e então tocou seu rosto com esses dedos apenas para descobrir que suas bochechas estavam cavas ao toque, como se todos os seus dentes tivessem caído, não só isso, a pele que ele tocava não parecia pele de forma alguma, sua textura era similar a uma lixa…
“O que…” sua voz tremia com medo e confusão, ele tocou seus olhos e eles estavam saltando para fora das órbitas. “O que… o que você fez comigo…”
Senhor Bayle estava prestes a se aproximar de Raine, mas suas pernas cederam logo após ele dar um único passo e ele caiu no chão com um barulho alto. Quando seus joelhos ossudos encontraram a pedra dura, soou como se ele tivesse trincado seus próprios ossos.

Em questão de poucos segundos, o magnífico senhor dos dragões não era nada além de um velho, que já não era mais capaz de se sustentar em pé, enquanto olhava para o anjo da guarda.

“O que você fez comigo?” sua voz soava como o vento uivante, repleta de tristeza e medo.

Raine olhava para ele de cima, seus olhos reluziam com desprezo. “Você pode viver assim,” ela disse. “Que audácia a sua pedir pelo filho de Raphael.”

Senhor Bayle sacudiu a cabeça como um tambor de chocalho. “Eu estou arrependido… Eu estou arrependido por minhas ações descaradas… Eu revogarei o voto, eu revogarei o voto…”
“Você revogará o voto?” Raine o perguntou e então ela sentiu Torak caminhar para se aproximar dela.

“Eu revogarei o voto… Eu não vou tocar no bebê!” ele lamentou, esquecendo-se de seu alto status como senhor dos dragões. Quem iria querer ser um senhor com uma figura tão horrível que nem sequer podia se sustentar ereto.

“Você acha que com sua atual condição, você ainda pode tocar no bebê?” Raine disse asperamente, ela sentiu Torak colocando seu braço em seus quadris, mas ela não o ouviu dizer nada, enquanto ele a deixava fazer o que queria.

Por outro lado, Stephan ficou atônito ao ver a cena horripilante diante dele. Ele jamais pensaria em ligar Raine a alguém que fosse capaz de possuir tamanha poder em si, se ele não tivesse presenciado isso com seus próprios olhos.

Ele não levou a sério quando Raine disse que ele não gostaria quando ela perdesse a paciência, mas agora ele acreditava em suas palavras. Ele não iria querer irritá-la se ela fosse capaz de fazer o transmorfo dragão cair naquela condição.

Era pior do que a morte! Como ela poderia fazer isso?

“Não, não…” Senhor Bayle sacudiu a cabeça novamente.

“Então, nos diga por que você quer o bebê?” Raine não queria que nada de mal acontecesse a Eddard, se este senhor dos dragões tomou medidas extras só para ter o bebê, então deveria haver algo importante para ele…
==============
Jedrek percebeu que a flor dentro do vaso estava murcha, era uma flor que havia sido criada por Lilac usando seu poder e não importa o que acontecesse, ela jamais murcharia.

No entanto, agora que Lilac estava esgotada de seus poderes, parecia que aquelas flores também perderam sua beleza.

Jedrek ainda acariciava seu cabelo, enquanto olhava para o rosto pálido de Lilac. Suas sobrancelhas franzidas e seu corpo sentia frio ao toque.

Ela parecia muito vulnerável e, talvez fosse só a mente de Jedrek que o enganava, mas toda vez que ela passava por uma noite dolorosa como aquela, Lilac parecia mais fraca do que antes.

Lilac gemeu novamente e Jedrek pressionou sua cabeça suavemente contra seu peito.

“Está doendo desta vez?” Jedrek perguntou a ela. Ver sua parceira em seu estado atual o fez esquecer dos pensamentos sobre Serefina, o fato de que a bruxa havia passado por uma situação semelhante à de Lilac. Por um breve momento, no entanto…
“Dói,” Lilac disse muito suavemente, era quase como se seus lábios apenas movessem sem emitir som algum.

“Minha florzinha, há algo que eu possa fazer por você?” Jedrek estava desesperado, ele queria fazer algo para fazê-la se sentir melhor, mas não havia nada que ele pudesse fazer além de desejar que a noite passasse rápido, para que Lilac não precisasse sofrer mais.

“Não,” Lilac disse. “Apenas me abrace…”
E foi o que Jedrek fez durante toda a noite.

==============
“O bebê é um híbrido de um tipo muito raro de fae…” O senhor dos dragões falou sem hesitação sobre seu motivo para pegar o bebê. “Sua mãe, que já é falecida, era metade fae e metade lobisomem… o bebê deveria ter morrido, mas sua mãe deu a vida por ele…” ele confessou sem hesitação.

Torak ouvia as palavras de Senhor Bayle, estreitando os olhos. Ele conhecia um tipo de fae assim e era Roxo…
[Roxo?] Raine se comunicou com Torak, enquanto escutava senhor Bayle.

[Sim, mas até onde eu me lembro, Roxo é a única fae restante de seu tipo.] Torak pensou sobre isso e ele nunca ouviu um relato que dizia que havia outra fae como Roxo.

[Poderia ser… que Lana e Roxo… talvez algum tipo de relação entre elas?] Raine olhou para Torak, seus olhos cheios de perguntas não dissimuladas.

[Eu não sei, meu amor…] Torak disse. [Precisamos fazer com que Roxo veja Eddard para saber disso, mas eu não acho que podemos levar ele lá.]
Rieka estava em completo caos e não seria seguro para Eddard.

[Nós vamos levar ele quando tudo isso acabar.] Raine realmente esperava que ela estivesse lá quando tudo tivesse terminado. [O que você fará com eles?]
==============
Roxo os liderou para fora da biblioteca e a fênix alçou voo para o céu escuro e enfumaçado, logo desaparecendo entre as nuvens, mas reaparecendo de tempos em tempos, sinalizando que ainda os seguia.

Eles não precisavam se preocupar com o lindo pássaro, pois havia outra coisa muito mais preocupante com a qual eles deveriam se ocupar.

Estava horrivelmente assustador do lado de fora da biblioteca. As pessoas corriam desenfreadas como frangos sem cabeça. Elas ficaram muito agressivas depois da queda dos aviões e se tornaram hostis ao saquearem algumas mercearias.

“Essas pessoas ficaram loucas,” Hope olhou ao redor e ela podia sentir a hostilidade que emanava delas e por alguma razão, ela viu a mesma estranha aura negra que uma vez viu em Raine.

O que era essa aura negra?

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