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O Amor de um Lican - Capítulo 809

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809: A INFILTRAÇÃO (2) 809: A INFILTRAÇÃO (2) “Lídia, o que aconteceu?” Bree perguntou à bruxa quando Bryana a levou para dentro da casa. A garotinha procurou pela bruxa imediatamente, porque sentia que teria a resposta para sua pergunta.

Contudo, Lídia balançou a cabeça. “Eu não sei garotinha, mas é melhor você ficar dentro de casa.” Ela bagunçou o cabelo de Bree, mas seus olhos estavam grudados na janela aberta, que mostrava a chuva que começava a cair do céu. O forte uivo do vento era um som aterrorizante de ouvir no momento, como se pudesse derrubar o prédio.

“Para onde você está indo?” Bree agarrou o vestido de Lídia quando ela estava prestes a caminhar em direção à porta. “Está muito assustador lá fora, você não pode sair.”

“Eu vou ficar bem, tem algo que eu preciso fazer.” Lídia delicadamente desvencilhou os dedos de Bree dos dela. “Você deve manter o gatinho perto de você, tá bem?” ela acenou para o pequeno bola de pelos no abraço da garotinha.

“Tá bem,” Bree disse suavemente enquanto seus lábios se apertavam. “Não se preocupe, eu vou mantê-la segura.” E o gatinho miou em resposta.

Depois, Lídia deu algumas ordens para Bryana e algumas pessoas antes de sair para a tempestade que a aguardava lá fora.

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As duas bestas corriam como se estivessem em uma corrida privada uma contra a outra, acelerando o máximo que podiam pelas ruas vazias da cidade, aparentemente este tempo estranho havia forçado os cidadãos a ficarem no aconchego de suas casas e isso era uma coisa boa a fazer.

Elas se moviam tão rapidamente até parecerem apenas um clarão branco entre essas gotas de água negra como a chuva.

Ambas nem sequer diminuíram a velocidade quando chegaram aos portões do castelo. E assim como os portões da cidade, essas majestosas portas de aço e ferro estavam fechadas, enquanto nenhum guarda podia ser visto nas redondezas.

Este fato por si só incitou a ira dos licantrópos enfurecidos, eles avançaram ainda mais rápido, quando pensaram no pior cenário possível que poderia ter se desenvolvido dentro deste castelo agora.

Os Donovans capotariam este reino se alguma coisa acontecesse com suas parceiras!

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“Não tem ninguém aqui,” Lana disse, a testa franzida enquanto tentava se esquivar da larga costas de Rafael. Ela não estava acostumada a ser protegida, já que lutava sozinha desde que era apenas uma garotinha.

Entretanto, Rafael não permitiria que nada acontecesse com sua parceira, especialmente nesta situação suspeita. Ela estava grávida e o Beta não seria tão gentil para levar qualquer ameaça na brincadeira.

Quando eles saíram da torre, foram recebidos por uma chuva torrencial, mas quando Rafael estendeu a mão para a chuva, tudo o que sua mão conseguiu coletar foi um estranho líquido negro junto com um cheiro como de sangue misturado com cinzas.

“Fique perto de mim,” Rafael disse sombriamente enquanto envolvia seu braço protetoramente em volta da cintura de Lana e ele fez um desvio em direção à outra torre através do corredor conectado, que tinha um dossel acima de suas cabeças para protegê-los dessa chuva estranha.

Rafael não sabia se essa chuva poderia ser prejudicial ou não, mas ele não queria arriscar tentando caminhar sob ela com Lana.

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“Não ouse dar mais um passo em nossa direção,” Raine encarou o Sloth. Não havia nem um pouco de seu comportamento, que implicava que ela estava com medo dele.

Hope ficou um pouco surpresa com esse lado de Raine. Entre os três, Raine seria a última pessoa, a perder a paciência em qualquer situação, mas aqui estava ela, pronta para enfrentar o homem suspeito, que estava tentando tirar o sangue de Lilac.

Mesmo que Hope não soubesse quem ele era, mas apenas pela reação hostil de Raine, ela podia dizer que ele era uma pessoa perigosa.

“Uau! Torak realmente treinou você muito bem, a ponto de você até ter coragem de me ameaçar agora,” Belphegor disse, seus olhos dourados brilhando intensamente enquanto ele parava a apenas três passos de distância delas, olhando para Raine com curiosidade. “Você não é mais um coelhinho, agora devo te chamar de gatinha?”

“Não me chame de jeito nenhum,” Raine o repreendeu. Seu rosto endureceu quando ela olhou para o anjo guardião adormecido, Lilac.

Sua tez não estava tão pálida quanto antes, embora pudessem ver suas bochechas rosadas, mas ela ainda estava em um sono profundo, sem nenhum sinal de acordar.

“Você está se tornando cada vez mais interessante,” Belphegor a elogiou, enquanto se aproximava.

Vendo isso, Hope imediatamente agarrou algo que pudesse alcançar e jogou em direção a Belphegor. Era uma estátua de cavalo vermelha, que era do tamanho de sua mão.

Contudo, antes que a pedra sólida pudesse fazer algum dano em Belphegor, ele a desviou como se não fosse nada para ele.

“Quem é ele?” Hope sussurrou para Raine. Suas sobrancelhas franzidas em cautela.

“O diabo,” Raine disse sombriamente.

E com a menção disso, ambas entenderam que havia apenas uma coisa que elas poderiam usar para lutar contra o diabo: seu sangue.

Hope descobriu isso quando tinha treze anos e encontrou o primeiro diabo em sua vida, mas Raine aprendeu da maneira mais difícil aos oito anos, quando perdeu seus pais.

“Sim, eu sou,” Belphegor disse orgulhosamente enquanto caminhava em direção a Raine e Hope.

Quando as duas estavam tentando se machucar para com isso fazer seu sangue jorrar e lutar contra Belphegor, alguém abriu a porta e isso fez o Sloth hesitar.

“Quíron!” Hope exclamou. “Ele quer nos ferir!” ela apontou o dedo acusadoramente para Belphegor.

O centauro o encarou hostilmente e falou firmemente. “Afaste-se!”

Surpreendentemente, Belphegor o ouviu e se afastou dos três anjos guardiões.

Depois disso, Quíron caminhou pela sala calmamente e parou na frente de Raine e Hope enquanto olhava para Lilac.

“Estou contente que você esteja aqui,” Hope disse.

Embora Raine estivesse falando com Calleb através da ligação mental mais cedo, mas o Gama não mencionou nada sobre Quíron. Ele apenas pediu para Raine chamar por ajuda.

Todavia, quando Quíron se moveu para carregar Lilac, Raine o questionou sobre o óbvio. “Onde está Calleb?”

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