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O Amor de um Lican - Capítulo 747

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747: UMA CONVERSA ADEQUADA 747: UMA CONVERSA ADEQUADA “O que você pensa que estava fazendo?!” Jedrek rugiu assim que deitou Lilac em sua cama na câmara, ele já havia feito uma ligação mental com alguém para chamar um curandeiro e a mulher idosa estava esperando por eles bem em frente à porta.

“Eu estava praticando com ela!” Lilac retrucou a Jedrek. Ela não gostava do tom que ele tinha usado ao repreendê-la pelo caminho aqui e agora.

Ela estava ciente, por que Jedrek estava com raiva, mas… mas ela simplesmente não queria ser repreendida na frente de Serefina.

“Que tipo de prática você pensa que estava fazendo?! Você destruiu dois quartos naquela época quando ainda estávamos no castelo antigo e agora, você ia derrubar este lugar inteiro?!” Havia uma possibilidade de que isso acontecesse se Jedrek não chegasse lá a tempo.

“Por que você só está me repreendendo?! Pode perguntar para todos presentes, foi Serefina que se aproximou de mim!” Lilac gritou e depois fez uma careta quando o curandeiro aplicou uma pomada em seus dedos queimados.

Jedrek respirou fundo para conter sua raiva. A forma como o rosto de Lilac se contorceu de dor fez com que as palavras irritadas ficassem presas em sua garganta.

“Como ela está?” ele perguntou ao curandeiro com tom sombrio. “Está ruim?”

O curandeiro acenou com a cabeça solenemente. “Porque ela não é uma transmorfa, as feridas vão demorar bastante tempo para sarar.”

Ao ouvir a resposta do curandeiro, o rosto de Jedrek escureceu. Ele encarou Lilac com raiva por ter sido imprudente, mas o anjo da guarda apenas baixou a cabeça e fez beicinho de forma melancólica.

Ela era a única que tinha que suportar essa dor, então ela não precisava que Jedrek a repreendesse como um acréscimo às suas aflições.

“Quanto tempo levará para ela sarar completamente?” Jedrek sentou-se ao lado de Lilac, mas ela se moveu, para que não ficasse tão perto dele. Ela estava brava.

“Cerca de um mês,” o curandeiro respondeu cautelosamente e o que ela mais temia aconteceu. Jedrek ficou enfurecido quando ouviu isso. “A composição do corpo dela é igual a de um humano, sua majestade, por isso leva tempo para curar completamente, mas não deixará uma cicatriz se você aplicar a pomada regularmente.”

A cerimônia de acasalamento aconteceria daqui a duas semanas, mas Lilac estava machucada. No entanto, essa não era a coisa que mais enfureceu Jedrek. O fato de que ele estava preocupado com sua parceira a ponto de perder a paciência, surpreendeu-o.

Quando o curandeiro terminou de enfaixar os dedos de Lilac, ela franzinou o rosto para as mãos, ela não seria capaz de usá-las por enquanto.

“O que devo fazer se não posso usar minhas mãos?” Lilac resmungou, ela não gostava da ideia de que Serefina pudesse derrotá-la gravemente assim.

“Você pode se deitar e parar de criar novos problemas.” Jedrek ficou na frente de sua parceira, dispensando o curandeiro para deixá-los sozinhos, apesar da recusa de Lilac.

Ela não queria ficar no mesmo quarto com Jedrek. Por algum motivo, Lilac ficava chateada toda vez que se lembrava de como Jedrek estourou com ela na frente de Serefina.

“Olhe para mim,” Jedrek ordenou a ela, mas Lilac se recusou novamente. Ela encarava o vaso de flores em cima da mesa, que ela havia colocado lá justamente nesta manhã. “Lilac, olhe para mim.”

“Não,” ela respondeu secamente.

“Lilac.” Jedrek tentou ser mais paciente com Lilac, mas todos os dias sua parceira testava sua paciência e o mais frustrante era; ele não podia descontar sua frustração nela.

Aparentemente, o laço de companheiro estava ficando cada vez mais forte e doía quando ele via Lilac com dor. No entanto, seus sentimentos por Serefina ainda estavam em algum canto pequeno no coração do rei.

Jedrek não aceitaria um ‘não’ como resposta, segurou o queixo dela e inclinou sua cabeça, para que seus olhos se encontrassem.

“Pare de destruir meu castelo,” ele disse rigidamente. Lilac estava prestes a protestar, mas Jedrek se inclinou e beijou sua cabeça. “Descanse, Keira estará aqui para ajudar no que você precisar.”

Depois de dizer isso, Jedrek soltou o queixo dela e caminhou em direção à porta.

“Você a colocou aqui para me espionar, para que eu não destrua meu quarto?” Lilac gritou sarcasticamente para Jedrek.

Jedrek fechou os olhos para conter seu temperamento, ainda assim sua besta ronronava com o ato desafiante de Lilac. “Tenho medo que você vá ter dificuldade de fazer isso com suas mãos machucadas. Descanse florzinha.”

Lilac murmurou algo de mau humor.

==============
A luz laranja de suas palmas ajudou a bruxa a fechar seus ferimentos. Ela respirava com dificuldade quando um grande ferimento em seu braço esquerdo não parava de sangrar.

Ela ignorou a sugestão de Eaton e Lyrus para chamar um curandeiro. Serefina não precisava disso, ela podia se curar e tudo que queria agora era ficar sozinha.

Depois de alguns momentos, a luz laranja penetrou em sua pele e remendou seu ferimento, que começou a se fechar.

Quando Serefina ouviu que a porta estava sendo aberta, ela estava prestes a estourar, mas então se lembrou que a porta estava encantada para que ninguém pudesse entrar.

“Quem está aí?!” Serefina levantou-se e caminhou vigilante em direção à porta. Seu encontro com o diabo na floresta a caminho daqui a havia deixado em alerta.

No entanto, no momento em que viu quem era, ela desejou que fosse Asmodeus em vez dele.

“Como está o seu ferimento?” Jedrek perguntou e se convidou a entrar no quarto.

“Como você entrou?” Serefina estreitou os olhos.

“Pela porta,” Jedrek disse casualmente, ele não encontrou os olhos de Serefina quando pegou seus braços feridos e os inspecionou. Exatamente como ele pensava. A bruxa havia se curado, ela tinha essa habilidade, mas ainda assim Jedrek precisava ver com seus próprios olhos que ela estava bem.

“Eu coloquei um feitiço lá. Como é que você pode entrar no meu quarto?” Serefina puxou suas mãos de volta, mas Jedrek ainda não havia terminado sua observação, então ele as segurou com mais firmeza.

“Você esqueceu? Sua magia é inútil contra mim,” Jedrek murmurou e soltou a mão de Serefina quando teve certeza de que seu ferimento não era grande coisa.

“O que você quer?” Serefina perguntou.

“Eu acho que este é o momento certo para termos uma conversa apropriada.”

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