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O Amor de um Lican - Capítulo 67

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  3. Capítulo 67 - 67 O POVO DO DRAGÃO 67 O POVO DO DRAGÃO Raine se assustou
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67: O POVO DO DRAGÃO 67: O POVO DO DRAGÃO Raine se assustou quando ouviu Torak dizer ‘Senhor Dragão’.

[Existe mesmo um Dragão?] Seus grandes olhos se arregalaram adoravelmente em choque. Nunca havia passado pela sua cabeça que realmente existia um dragão vivo neste mundo. Além disso, ela nunca tinha visto um.

“Sim, meu amor.” Torak riu, até um pequeno gesto de sua parceira podia fazê-lo mais feliz do que qualquer outra pessoa já fizera.

Um som estranho e fraco vindo do assento do passageiro fez com que Rafael e Calleb o espiassem através do espelho retrovisor, curiosos.

Era muito raro ver o seu Alfa sorrindo, muito menos gargalhando tão inocentemente assim. A últma vez que ele mostrou uma expressão completa—além de seu rosto impassível e estoico de sempre—sete lobisomens morreram.

No entanto, era tão fácil para Raine encantar outro lado dele. Torak parecia mais… normal com ela.

Menos assustador e mais acolhedor.

[Eles podem falar?] Raine não sabia se essa pergunta parecia estúpida ou não, mas ela estava tão fascinada com a possibilidade de ver um dragão de verdade com seus próprios olhos. Era para ser assustador, mas com Torak, ela se sentia segura.

“Claro, vamos vê-los em sua forma humana.” Torak tirou o elástico de cabelo de Raine e soltou seus cabelos. “Eles não tem permissão para se transformarem em sua forma de besta.” Ele brincava com o cabelo dela distraidamente, um hábito que ele desenvolveu sempre que estava com ela.

[Por que eles não têm permissão para se transformar? Você pode se transformar quando quiser.]
“Há uma história por trás disso. Vou te contar em outra ocasião, está bem?”

Raine assentiu, levemente decepcionada. Ela só tinha ouvido falar de dragões através de histórias infantis típicas de hora de dormir que sua mãe costumava ler quando ela era criança.

Torak acariciou a bochecha dela. “A forma original deles não é muito diferente do que você viu em contos de fada.” Ele deu de ombros. “Viscosos e escamosos.”

Raine sorriu com o último comentário de Torak. Ela teve a impressão de que ele não gostava deles pelo jeito que ele falou.

Eles haviam entrado no portão principal de um enorme solar. Os sons produzidos quando os portões se abriram eram perturbadores, como se aquele lugar estivesse abandonado há muito tempo.

A comitiva de carros de Torak entrou, precisariam de mais dez minutos para chegar ao solar no topo do morro.

[Torak, você vai levar a Raine para dentro?] Rafael perguntou por ligação mental a ele do banco do motorista.

[Sim, ela está mais segura comigo.]
Torak acreditava que Rafael e Calleb poderiam proteger Raine bem, mas isso tranquilizaria sua mente ao ter sua parceira à vista, ao alcance.

[Mas, tire-a de lá no meu sinal.] Se a discussão ficasse feia, ele não queria expor Raine a mais uma cena de violência.

[Certo.]
Assim que Rafael concordou, eles chegaram em frente à porta da residência do Senhor Dragão. Quatro pessoas de terno preto e porte robusto se aproximaram do carro deles. Eles flanquearam um homem em seus trinta anos que sorria amplamente.

“Fique perto de mim.” Torak disse antes de ajudar Raine a sair do carro.

O homem que estava no meio de seus guardas avançou com os braços abertos assim que viu Torak, mas parou abruptamente quando viu Raine.

“Alfa Supremo Torak, ela é…” Ele não terminou sua frase e esperava que Torak preenchesse a lacuna.

“Minha parceira.” Torak disse secamente, entrelaçando seus dedos com os de Raine.

“Parceira?” Ele franziu a testa, seus olhos amarelos deslizaram pelo corpo pequeno de Raine, examinando cada curva que ela quase não mostrava.

Raine estava vestida com uma blusa marrom e jeans, uma roupa oposta à do resto das pessoas ali presentes, que usavam ternos.

Ela estava confortável com aquelas roupas e Torak não queria nada além de fazer sua parceira feliz com pequenos detalhes como este.

“Eu não sabia que você tinha uma parceira… talvez você queira dizer uma ‘amante’?” Ele fez um clique com a língua, seus olhos ainda fixos em Raine, fazendo-a se sentir desconfortável.

“Tire seus olhos dela ou eu vou arrancá-los.” Torak o advertiu com uma voz profunda, seus olhos escuros lançando um olhar feroz ao homem impertinente à sua frente.

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