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O Amor de um Lican - Capítulo 651

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651: ELA NÃO É PERMITIDA AQUI 651: ELA NÃO É PERMITIDA AQUI A manhã chegou à ala norte, outro toque na porta acordou Lilac. Ela não queria abrir, estava pensando em ignorar a porta e voltar a dormir. Quem quer que fosse a pessoa atrás da porta parecia determinada e não iria desistir até que ela abrisse. Ótimo, e agora?—ela pensou.

Forçou-se a abrir seus pesados olhos, enquanto empurrava o cobertor para longe de seu corpo. “Ugh! Não posso ter um bom sono?” ela murmurou, irritada. A luz do sol saudou seus olhos. Seu brilho era um sinal de que era hora de ela se levantar. Colocou o pé no chão e sentou na cama por bons segundos, e então decidiu se levantar.

Arrastou-se até a porta, e pronta para confrontar quem estava atrás dela. O som das batidas parecia um martelo sendo golpeado contra seu crânio. Ela não conseguiu dormir bem na noite passada apesar de seu esgotamento. Seu corpo clamava por descanso. Mas era sua mente que continuava trabalhando a noite toda, ignorando o que o corpo terrivelmente queria.

“O que?!” Lilac estalou ao abrir a porta. Ela pensou que encontraria a face de Maximus, assim estava preparada para se irritar com sua presença. Era lógico assumir que Maximus fosse o culpado atrás da porta, porque ele havia feito isso na noite passada. No entanto, a pessoa atrás daquela porta não era o licantropo. Era a jovem serva que vinha servindo-a desde que ela residia ali.

Era bastante incomum encontrar a jovem serva batendo em sua porta, porque na maior parte do tempo ela nem se incomodava em entrar no quarto sempre que tinha que entregar sua comida. Ela colocaria sua comida no chão em frente à sua porta, já que ela não poderia entrar no quarto mais.

Lilac ficou levemente constrangida por ter estalado com a serva inocente. Amaciou sua voz e disse, “O que você quer?” Ela realmente não pretendia ficar irritada, era apenas que seu humor nem sempre era o melhor pela manhã. “Desculpe-me, o que é?” Lilac pediu desculpas a ela, mesmo sabendo que a jovem serva não seria capaz de escutar ou responder.

A jovem serva ofereceu-lhe um sorriso tímido enquanto olhava para ela. Ela estendeu a mão para entregar uma carta a Lilac. Lilac retribuiu com um sorriso alegre, sentindo-se culpada pelo comportamento rude anterior. Ela aceitou a carta. A servente fez uma pequena reverência e partiu imediatamente.

Uma carta? O que poderia ser?—ela pensou. Lilac abriu o envelope e arqueou as sobrancelhas, interrogativamente. Ela leu o que estava escrito no pequeno papel dentro. “Café da manhã? Quem enviou?” Lilac correu atrás da jovem serva, mas ela desapareceu bem na esquina e ela não conseguiu encontrá-la em lugar nenhum. Ela olhou para o envelope em sua mão, contemplando se deveria ir ou não.

==============
Lilac caminhava pelo corredor onde havia muitas servas conversando entre si. Mas então, elas se calaram, abaixando a cabeça ao perceber sua presença. Ela podia sentir os olhares delas em suas costas enquanto passava por elas. Quem poderia esquecê-la? Ela era extremamente conhecida como a pessoa por trás da destruição no grande salão. Mesmo agora, a reconstrução ainda não havia terminado.

Eles tiveram que arrancar muitas árvores grandes e raízes tão grandes quanto seus corpos do chão e da parede. Lilac não se arrependia nem um pouco de seu ato. Tinha que ser feito para lembrá-los de não cruzar com ela, jamais. Mostrando-lhes do que ela era capaz de fazer, caso alguém tentasse mexer com ela.

Ela caminhou por outro corredor. E seus olhos se arregalaram no momento em que viu a visão do interior luxuoso. Os três lustres acima de sua cabeça pareciam grandiosos, refletindo a luz do sol no chão de mármore sob seus pés. A parede era toda de madeira envernizada e brilhante. A decoração de tapeçaria que pendia na parede fazia tudo parecer ainda mais regal.

Ao longo do corredor, havia algumas dezenas de janelas altas. Elas estavam alinhadas de cada lado da parede, permitindo que a luz iluminasse aquela parte do castelo de forma bela. Antes disso, Lilac não havia notado quão magnífico era esse lugar. Ela se encontrou, pela primeira vez desde que pôs os pés naquele castelo, desfrutando da vista pitoresca de seus arredores.

De alguma forma, ela estava grata pelo convite para o café da manhã, pois nunca teria a chance de ver essa vista requintada se não fosse porque estava a caminho do local do café. Pensando bem, foi bom o suficiente que a carta lhe deu detalhes de onde ela deveria ir para chegar ao local do café. Mas a garota se perguntou, quem a convidou?

Lilac caminhou até que pudesse ver a visão de uma porta dourada no final do corredor. Era uma porta grande com dois guardas vigiando de cada lado da porta. A princípio, ela pensou que sua presença não seria bem-vinda, que ela seria impedida por esses guardas. Mas então, conforme se aproximava daquela porta, um dos guardas abriu a porta para ela e fez uma reverência educadamente.

Hmmm, o convite parecia ser verdadeiro afinal, ou então, esses guardas não a permitiriam entrar na sala. Lilac entrou na sala e encontrou três pares de olhos a cumprimentando. A confusão estranha nos olhos deles era clara para ela ver. Sua atenção não pôde ser atraída para nada mais, senão para um par de olhos azuis pertencentes ao homem sentado à cabeceira da mesa.

Era o rei mesmo. Se o rei estava surpreso, não podia ser visto em seus olhos. Ele olhava para Lilac sem piscar enquanto a conversa morria com sua chegada. “Eeeh?” quanto mais ela entendia a situação, e o silêncio na sala, mais desconfortável ela se sentia. Ela ficou lá parada se sentindo como uma tola, ainda ninguém a convidou para sentar. Seus olhares confusos estavam dirigidos a ela.

Além de Jedrek, a única pessoa que ela conhecia era Tordoff. Mas ele não podia tomar a decisão de convidá-la para se sentar sob a presença do rei — o Alfa. Parecia-lhe que nem Jedrek nem Tordoff haviam escrito a carta de convite para o café da manhã. E quanto ao resto dos generais na sala, ela não os conhecia. Eles devem ter sido alguns dos lycans com quem ela lutou no grande salão no seu primeiro dia.

O constrangimento cresceu mais do que ela podia suportar. Lilac decidiu virar-se e ir embora. Era sua única escolha para salvar seu rosto do constrangimento. Ela pensou que não seria tão difícil fingir que tinha entrado na sala errada. Mas então, para sua surpresa, uma voz feminina a cumprimentou.

“Você está aqui!” Violeta exclamou.

Os olhos de Lilac captaram seu movimento, uma garota. Ela tinha o cabelo vermelho mais bonito. Sua feição era encantadora. Tão delicada e radiante. Desta vez, Lilac teve que admitir que a beleza da garota era celestial. Mas, quem é ela? Eu a conheço? Nós já nos encontramos antes?—ela pensou.

Lilac inclinou a cabeça, ela evitou o toque da garota quando ela se aproximou casualmente e estava prestes a unir suas mãos com as dela. “Fui eu quem te convidou para se juntar ao nosso café da manhã.” disse Violeta.

“Eu conheço você?” Lilac franziu a testa, interrogativamente.

“Não.” A garota balançou a cabeça, admitindo o fato. Seu lindo cabelo vermelho desabou sobre seu ombro. “Mas, eu conheço você, e quero saber mais sobre você.”

Lilac sabia que a intenção da garota era talvez apenas por ser doce e tudo mais. Mas por algum motivo, Lilac não pôde evitar de não gostar desta garota que estava tentando se aproximar demais dela. Ela estava desconfortável.

“Venha! Podemos conversar durante o café da manhã.” Violeta agarrou o braço de Lilac de forma convidativa.

Entretanto, antes que ela pudesse arrastá-la para a mesa, a voz de Jedrek ecoou dentro da sala de jantar. “Ela não é permitida aqui.”

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