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O Amor de um Lican - Capítulo 64

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64: A VERDADE POR TRÁS DO INCIDENTE 64: A VERDADE POR TRÁS DO INCIDENTE O cheiro de molho de tomate e carne grelhada pairava no ar como uma fumaça branca e tênue escapando da frigideira.

Raine balançava as pernas que pendiam da bancada onde estava sentada. Seus olhos acompanhavam atentamente cada movimento de Torak.

Já havia quase uma hora desde que ele insistiu em cozinhar algo para ela.

Torak movia-se rapidamente como se não fosse sua primeira vez dentro da cozinha. Ele mesmo não podia acreditar que tinha esse lado dentro dele, ele não teria pensado que um dia cozinharia algo, ainda mais para outra pessoa.

Mas, pensar que fez isso por sua parceira, não havia nada de que se envergonhar.

Ele estava ali, com a colher na mão enquanto provava o espaguete. “Tenho certeza que coloquei certo…” Ele murmurou para si mesmo.

O espaguete parecia delicioso, mas o sabor não era como ele esperava.

Raine saltou da ilha e aproximou-se dele, pegou a colher da mão de Torak e provou por si mesma.

“O gosto está sem graça, certo?” Torak disse quando olhou para a carranca que se formou entre as sobrancelhas dela.

Raine assentiu, concordou com ele e então, habilmente, pegou os temperos, acrescentou mais molho marinara e sal, e mexeu bem até que todo o molho e os temperos se misturassem.

Ela costumava cuidar de si mesma quando estava no orfanato, aquele lugar não era nada melhor do que a instituição mental onde ela foi internada por três anos. Não havia calor ou amor por trás de suas velhas paredes.

Todas as pessoas lá pensavam em si mesmas, desde que o governo as mantivesse apoiando, outro problema não era uma questão.

Por isso, a vida de Raine também não melhorava. Primeiro foi seu físico que foi abusado, e então tudo se transformou em abuso verbal e isso acontecia desde o primeiro dia em que ela estava lá.

Raine entregou a colher e deixou Torak provar enquanto perguntava com os olhos; ela havia experimentado e o sabor estava bom para ela.

Por outro lado, Torak pegou a colher e experimentou enquanto seu rosto irradiava admiração. “Você é incrível, meu amor.” Ele se inclinou para frente e beijou sua testa. “Por que você não senta lá e eu preparo a comida?”

Raine estava prestes a ir para a mesa de jantar quando alguém abriu a porta e a assustou. Por instinto, ela recuou e pulou sobre Torak, segurando sua cintura com força enquanto enterrava o rosto contra seu peito.

“Está tudo bem, é a Belinda.” A voz de Torak sussurrava calmante em seus ouvidos enquanto sua mão subia e descia em suas costas. “O que foi?” Desta vez sua voz estava impregnada de irritação quando ele falou com a intrusa.

“Bem…” Belinda estava parada na porta de entrada, desajeitada. Ela olhou para Rafael ao lado dela, que lhe lançou um olhar que poderia ser interpretado como; ‘Eu te disse! Eles estão bem’.

“Estou apenas preocupada porque você não saiu há muito tempo…” Ela disse, brincando com os polegares como uma criança. “Mas, já que vocês dois estão bem… Acho que vou embora…”

Belinda lançou a Torak um olhar tímido, independentemente do que, estar sob o olhar intimidador do Alfa não era algo agradável. “Tchau Raine…” Ela acenou para Raine, que espiava pelo braço de Torak, antes de se retirar.

[Quando você terminar, eu tenho algo para te contar sobre o incidente com Raine dois dias atrás.] Rafael comunicou-se mentalmente com ele.

Torak apenas acenou com a cabeça, e isso foi o suficiente para fazer Rafael sair do quarto, deixando o Alfa e a futura Luna a sós.

“Vamos comer agora, anjo?” Sua voz suavizava toda vez que falava com ela.

==============
Depois do jantar, Torak carregou Raine, que havia adormecido, de volta para a mansão. Parece que o estresse acumulado que ela vinha suportando eventualmente a afetava.

Ela estava profundamente adormecida e parecia tão tranquila que Torak não pôde evitar, mas apreciar o momento um pouco mais, apesar de Rafael estar esperando do lado de fora da porta.

Depois de algum tempo, Torak levantou-se relutantemente da cama, ajeitou sua parceira sob o cobertor quente e saiu do quarto.

“O que foi?” Torak perguntou depois de fechar a porta atrás dele.

Rafael e Calleb, que estavam esperando por mais de quinze minutos, se olharam quando Torak se encostou na parede atrás dele.

Seu gesto transmitia a mensagem de que ele queria manter a conversa breve sem deixar sua parceira.

Raphael, querendo esclarecer a garganta, decidiu ter a discussão ali mesmo, no corredor. Afinal, ninguém poderia mudar sua decisão naquele momento de deixar sua parceira sozinha.

“Alguém matou a parceira de Mathias.”

“E quem é este Mathias?” Torak arqueou as sobrancelhas.

“O lobisomem que atacou a Luna alguns dias atrás.” Calleb respondeu.

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