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O Amor de um Lican - Capítulo 630

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630: A DEUSA DA LUA 630: A DEUSA DA LUA A luz do luar brilhava intensamente dentro do quarto que estava preenchido com os gritos angustiantes de uma mulher. Dentro daquele quarto, a mulher chorava ao lado do berço vazio onde sua linda bebê recém-nascida estava dormindo algumas horas atrás. Mas agora a bebê não respirava mais.

A mãe embalava sua filha junto a si, enquanto as lágrimas desciam pelo seu rosto como um rio durante uma pesada estação de chuvas. Ao lado dela, o pai não parecia estar melhor, pois esfregava o rosto rudemente, sussurrando palavras de encorajamento para sua esposa e para si mesmo também. Enquanto isso, as pessoas ao redor dos pais em luto soluçavam silenciosamente, compartilhando de sua dor.

O Doutor que morava na casa ao lado foi chamado para examinar o anjinho. Mas, não havia nada que ele pudesse fazer para ajudá-la.

No entanto, eles já sabiam no momento em que viram uma marca feia ao redor do pescoço de sua filha, sabiam que a haviam perdido…

À frente deles, uma mulher com uma beleza divina estava parada a poucos metros de distância. No entanto, ninguém estava ciente de sua presença.

Seus longos cabelos fluíam adornados com uma coroa em forma de lua crescente. Ela usava um vestido prateado, enquanto seu corpo irradiava o luar difuso.

Ela era Selene, a Deusa da Lua. Seus olhos brilhantes escureceram levemente quando ela observou o bebê nos braços da mãe.

Ela ficou ali a noite toda. Assistindo aqueles humanos chorarem pela passagem da alma inocente. Sua expressão era indecifrável, mas seus olhos nunca deixaram a recém-nascida.

Quando a noite horrível passou, e a primeira luz do sol iluminou o quarto sombrio, o bebê finalmente foi deixado sozinho em seu berço enquanto as pessoas se ocupavam preparando seu funeral.

Os pais precisavam de um tempo para se acalmarem enquanto se perguntavam e consideravam o que havia acontecido com sua linda criança.

A luz do sol beijou o bebê enquanto a Deusa se aproximava. Ela passou os dedos pelas bochechas pálidas da criança e acariciou seus lábios franzidos. Os dedinhos do bebê se encolheram impotentes.

“Minha pobre criança”, Selene sussurrou.

E então, minutos depois, quando alguém entrou no quarto, não puderam encontrar mais o bebê em seu berço.

Ele havia desaparecido.

==============
“Eu matei o bebê”, Maximus relatou ao Alfa.

Fora da janela da câmara real de Jedrek, a lua brilhava intensamente. Mas ele não apreciava sua beleza, nem um pouco.

“Mas pelo visto o bebê não era a parceira do seu irmão”, adicionou Maximus com a cabeça levemente abaixada em vergonha. Ele só descobriu essa informação seis meses após a noite em que ele matou o bebê. “Para o Alfa Torak, estamos com dificuldades para entrar em seu território. Seu segundo irmão parece não querer que você interfira nos assuntos dele lá.”

“Deixe-o”, Jedrek falou secamente.

Depois disso, ele não disse nada, nem deu suas impressões sobre a informação do seu outro irmão. Apenas encarou o líquido vermelho dentro do seu copo de cristal entre seus dedos.

“Alguma ordem, meu Senhor?” O silêncio constrangedor de seu Alfa fez Maximus se sentir inquieto. Ele temia seu Alfa mais quando ele ficava assim, em silêncio.

Jedrek inclinou a cabeça, poupou-lhe um único olhar antes de voltar sua atenção para o copo. “Você sabe o que deve fazer”, ele falou de forma rígida.

Claro, Maximus sabia. Afinal, ele estava perseguindo Kace nesses últimos seis meses. Aquele maldito licantropo era muito bom em fugir. Não só isso, Maximus não esperava que Kace conhecesse tão bem o reino humano.

O mais jovem Donovan, que sempre parecia pouco confiável e descuidado, era na verdade bom em algo e tinha um instinto de sobrevivência decente.

“Vá”, Jedrek acenou com a mão para dispensá-lo.

Contudo, Maximus deu passos relutantes com os olhos fixos no copo na mão de Jedrek. “Você precisa beber isso, Alfa, para se sentir mais relaxado.”

Jedrek lançou um olhar de canto, mas levantou seu copo e bebeu todo o líquido de uma vez.

No entanto, uma vez que a porta se fechou, ele cuspiu todo o conteúdo e esmagou o copo em sua mão, o caco afiado perfurou sua palma e o sangue jorrou antes da ferida cicatrizar em questão de segundos.

Jedrek nem se abalou quando isso aconteceu, mas seus olhos pareciam embotados e perigosos.

Sua mente se fixava na informação sobre o bebê que foi morto há meio ano.

Se ela não era a parceira de Kace, então a possibilidade era que o bebê fosse a parceira de Torak ou sua…

A chance era de cinquenta por cento de que tivesse matado sua própria parceira.

O que era…

Bom.

==============
Era outra tarde preguiçosa quando uma jovem adolescente caminhava pelo jardim cheio de flores de lilás roxas, cantarolando uma canção que só ela conhecia, apenas para passar o tempo.

Sua pele era clara como jade, com longos cabelos negros caindo sobre os ombros, e descendo livremente pelas costas. Seus cabelos iam até os quadris, balançando suavemente na brisa da tarde.

Ela era uma beleza e ninguém poderia argumentar contra isso.

Porém, naquela tarde, seu humor alegre não podia ser visto. E, em vez disso, sua expressão se contorcia em discordância.

Ela sabia que essa hora chegaria, mas nunca havia concordado desde a primeira vez que Selene lhe contou aquela história.

A história do Rei Alfa que matou sua parceira.

Ela queria estar em qualquer lugar, menos perto daquele tipo de pessoa, ou… daquele tipo de licantropo neste caso.

“Minha resposta ainda é ‘não'”, ela disse, fazendo beicinho com os lábios enquanto se virava para encarar a Deusa da Lua, que apareceu do nada. Ela podia sentir sua presença, então sabia que a pessoa que estava esperando finalmente a agraciava com sua presença.

Selene caminhou em sua direção, e a cada passo que dava deixava um rastro de poeira cintilante, como sempre, a Deusa parecia celestial.

“Infelizmente, você não tem escolha neste caso”, Selene olhou para ela com gentileza. “Chegou a hora. Hoje você completa dezessete anos, não pode negar a responsabilidade por mais tempo, Lilac.”

Todas as flores de lilás ao redor das duas mulheres murcharam ligeiramente.

“Por que eu tenho que ir até o homem que quer me matar?” Lilac não conseguia entender.

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