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O Amor de um Lican - Capítulo 588

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  3. Capítulo 588 - 588 ALMA PARA ALMA 588 ALMA PARA ALMA Hope estava ciente dos
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588: ALMA PARA ALMA 588: ALMA PARA ALMA Hope estava ciente dos sentimentos de Lana por Kace, mas naquele momento, havia algo mais que chamava sua atenção mais do que sua compreensão sobre aquilo.

Havia algo no comportamento da besta que fazia com que Hope não conseguisse tirar os olhos dele. Era como se ele fosse a gravidade de seu universo, tudo ao seu redor desaparecia, e até mesmo o surto de Lana parecia sem sentido.

Seu corpo parecia ter mente própria, fazendo com que Hope caminhasse sem pensar em direção à besta em fúria. Não se importava com o fato de que o monstro estava no meio de um ataque de raiva, e atualmente agindo de maneira estranha.

— Hope, o que você está fazendo? — Ethan foi a primeira pessoa que percebeu o que Hope estava prestes a fazer. Ele esticou a mão para agarrar seu pulso e a puxou de volta para a segurança.

Lana parou de fazer alarde com Quíron quando viu como Hope, de repente, caiu no chão, perdendo todas as suas forças junto com sua consciência.

Felizmente, Ethan já a segurava antes que sua cabeça pudesse bater no chão.

— Hope!

Foi a última palavra que Hope ouviu das pessoas ao seu redor, antes de tudo ficar completamente escuro.

A última cena que ela se lembrou foi quando ela estava olhando nos olhos vermelhos da besta. Era como se aqueles olhos pudessem sugar sua alma para fora de seu corpo, Hope perdeu todos os seus sentidos.

Era completamente silencioso… tão escuro… até que um soluço suave ecoou nesse nada.

Quem está chorando?

Hope franziu a testa, não tinha certeza se tinha aberto os olhos ou não, já que a escuridão ao seu redor parecia não fazer diferença.

E o choro estava ficando alto, mas com soluços abafados.

Quem está lá?

Parecia um menino. Acima de tudo, Hope estava feliz por não estar sozinha ali. Mas ao mesmo tempo, o som do choro não se acomodava bem com ela. Hope sentia que odiava seja lá o que tivesse causado esse menino a chorar.

Hope estava deitada num chão frio como concreto, sua consciência sondava cautelosamente, ela se contorceu e descobriu que conseguia se mexer, levantou a mão e esfregou os olhos.

Só então ela percebeu que seus olhos estiveram fechados o tempo todo. Hope franzia a testa. Que estupidez a dela…

Ela nem mesmo sabia se seus olhos estavam fechados ou não.

No entanto, não era o momento de se repreender, pois ela sentiu essa súbita vontade de se aproximar da fonte do som de choro.

E quando todos os seus sentidos passaram a funcionar, o frio no ar a atingiu primeiro. Seu corpo doía, ainda assim, seu coração estava angustiado pela única voz ali.

Hope tentou se sentar, mas o movimento fez sua cabeça girar, apoiada em seus antebraços, ela se forçou a respirar profundamente.

Hope piscou os olhos, uma vez, duas vezes… para readaptar sua visão com a luz que invadia sua visão.

E então, ela se viu lá, na situação familiar que ela tinha visto antes.

Era um jovem homem, enterrando o rosto entre os joelhos enquanto abraçava as pernas com força.

— Olá? — Hope se aproximou daquele homem. Ela sabia quem ele era. Seu cheiro era algo que ela sempre sentiria falta. Esta situação era semelhante a um sonho lúcido e déjà vu misturados. — Está tudo bem? —
Hope se agachou na frente daquele homem, olhando para ele, esperando que ele levantasse a cabeça. No entanto, ele não o fez, nem respondeu a ela. De alguma forma, Hope sabia que ele não faria isso.

Tal como ela tinha feito, não faz muito tempo, Hope estendeu a mão e acariciou a cabeça do homem. — Está tudo bem. — Ela disse suavemente, o mais suave que pôde para consolá-lo. — Tudo vai ficar bem. —
Lá, Hope sentiu. A fagulha que irrompeu a partir de seu toque. O homem também sentiu o mesmo quando levantou a cabeça e a encarou com seus profundos olhos azul-oceano.

Era Kace. Claro que era ele. Seus olhos azul-oceano eram algo que Hope mais amava. Sempre sentia como se pudesse se perder naqueles belos tons de azul.

Hope lembrou, essa era a última cena que aconteceu da última vez antes de Hope ser despertada de sua soneca da tarde quando Kace ainda estava inconsciente por causa do rescaldo da batalha.

— Por que você está chorando? — Hope perguntou à versão adolescente de Kace, enquanto ele a olhava com olhos confusos.

Ele não respondeu.

Hope cruzou as pernas e sentou na frente dele, com a mão ainda acariciando sua cabeça enquanto sorria tranquilizadoramente para ele.

— Você nunca chora na minha frente. — Hope pensou que esta seria uma longa conversa, então ela ajustou sua posição de sentar para ficar mais confortável. O menino não respondeu a ela, mas ainda olhava para a garota à sua frente. — Você sempre sorri, e isso me levou a pensar que você nunca tinha problemas. —
Uma lágrima grossa caiu em sua bochecha que ela enxugou com sua manga de forma brusca.

— Acho que estava errada em pensar assim, porque… quem não tem problemas e dificuldades nesta vida problemática, certo? —
O menino ainda não respondeu a ela, mas seus olhos azuis brilharam com algo que Hope poderia dizer como… um anseio? Hope não tinha certeza.

— Mas, por que você não compartilha comigo? —
Embora Hope não soubesse onde estava agora, nem que tipo de situação ela estava passando, nem por que ela encontrou esta versão mais jovem de Kace. Mas uma coisa que ela tinha certeza sobre esta situação de montanha-russa era que estar aqui com Kace, acalmava seus nervos.

Hope sentiu que tinha um propósito de estar aqui, de encontrá-lo, nesta condição e lugar absurdos. Ela se sentiu muito próxima de Kace nesse momento.

Sentiu-se muito mais próxima do que nos tempos em que estiveram juntos.

Estranho, não é?

Mas, foi o que ela sentiu agora.

— Você disse que eu sou sua parceira, sua alma gêmea. Você não acha que nossa ligação é algo especial? — Hope brincou com seu cabelo cacheado preto, do mesmo jeito que Kace sempre brincava com o dela.

— …me, — Kace murmurou.

— Hmm? — Hope se inclinou. — Desculpe, o que foi? Não ouvi você. —
Kace olhou por cima do ombro, — A besta me assusta. —

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