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O Amor de um Lican - Capítulo 517

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517: A DECISÃO DE HOPE 517: A DECISÃO DE HOPE Os dias haviam passado e num piscar de olhos, hoje era o terceiro dia desde que Hope encontrou a bruxa na sua escola, significando que esta noite seria o festival.

“Mas, eu tenho certeza de que não ouvi nada vindo de dentro do quarto.” Rossie colocava seu uniforme enquanto Hope ainda estava deitada preguiçosamente na cama, já que hoje era o festival, disseram-lhe para ficar dentro de casa e não poderia dar um único passo para fora. “Viu, eu te disse que é estranho.”

“Não tem nada de estranho nisso, ela é uma bruxa afinal. Ela consegue fazer isso.” Hope bocejou e encolheu-se em uma bola enquanto abraçava seu travesseiro.

“Talvez.” Rossie deu de ombros. “A única bruxa que já vi é a Serefina, apesar de vivermos, praticamente, perto de uma dessas bruxas, mas nunca vi a Serefina fazer sua mágica.”

“Você não gostaria de ver, não é algo que você queira experimentar.” Hope contou a elas sobre o que a bruxa havia oferecido a ela, mas não disse nada sobre ser transportada para outro lugar. Elas ficariam irracionalmente assustadas à toa.

“Se você diz…” Rossie murmurou, penteando seu cabelo com os dedos enquanto olhava seu reflexo no espelho. “Você não vai sair e encontrá-la, vai?” ela perguntou casualmente, mas pelo jeito que ela estava olhando Hope através do espelho mostrava sua preocupação.

“Não vou, por que eu iria?” Hope fechou os olhos. “Todos me disseram para não ir, até o Kace fez questão de garantir isso, para que eu não tivesse a menor chance de ir. Então, com tudo isso em mente, eu não acho que arriscaria minha vida por alguém que eu nem conheço.”

A razão de Hope fazia sentido, ainda que a forma como ela falou sobre isso soasse quase como um conselho para si mesma. Ela fechou os olhos apertados, para não encontrar o olhar penetrante de Rossie e quanto mais pensava sobre isso, mais inquieta se tornava.

E se aquela mulher estivesse dizendo a verdade e ela fosse, de fato, uma amiga de Serefina? E se Serefina tivesse ordenado que ela ajudasse Kace e Lana se algo acontecesse com eles.

Algo deve ter acontecido com eles. Eles já deveriam ter voltado.

Mas, mesmo se ALGO REALMENTE aconteceu com eles, ter a bruxa lá, não ajudaria em nada, certo? Ela não poderia se transformar em uma besta poderosa ou realizar o tipo de mágica que Serefina fazia.

Mas então, por que aquela mulher insistia para que Hope fosse com ela? E o que exatamente ela queria dela em troca?

Hope suspirou.

“Vamos tomar café da manhã.” Rossie deu um tapa nas costas de Hope e riu quando Hope resmungou. Doeu. “Preguiçosa, levanta!”

==============
Já que Hope não podia sair de casa, só lhe restava ficar no quarto de Rossie lendo um livro, o qual não conseguiu terminar de ler o primeiro parágrafo mesmo depois de uma hora.

Sua mente vagava pelas possibilidades do que poderia acontecer se decidisse confiar naquela bruxa, balançando a cabeça e tentando se livrar dessa ideia, mas depois de alguns segundos, ela se viu pensando na mesma coisa novamente, e isso se repetia o tempo todo.

Uma pequena parte dela confiava cegamente nas palavras daquela mulher e queria sair para encontrá-la, pedir à bruxa que a levasse ao reino da Convenção Setentrional, mas a outra parte dela, a racional, sabia que isso nem sequer era uma opção.

Além de colocar a si mesma em perigo, ela também arriscaria a segurança de todos aqui ao desobedecer o aviso de Kace e Serefina.

E se aquela bruxa fosse uma bruxa negra e estivesse apenas enganando ela? Serefina e Lana a haviam dito, como eram más essas bruxas negras.

“Argh!” colocando o livro de lado, Hope ficou olhando para o relógio, eram duas da tarde, o que significava que o festival seria em cerca de mais cinco horas.

“O que eu devo fazer?” Hope mordeu o dedo e puxou o cobertor para cobrir seu rosto, tentando dormir.

Dormir era a melhor maneira de escapar para se livrar dessa ansiedade, mas o problema era, como ela poderia adormecer quando mal conseguia fechar os olhos direito?

Falando francamente, Hope estava realmente morrendo de vontade de encontrar o Kace. Para ter certeza com seus próprios olhos de que ele estava bem. Hope não queria esperar mais, já que o prazo já havia se esgotado.

“O Kace já deveria estar aqui agora, a menos que algo ruim tenha acontecido com ele,” Hope murmurou para si mesma e franziu a testa ao imaginar Kace e Lana enfrentando problemas agora. “Mas, mesmo se eu for com essa bruxa, o que eu poderia fazer?”

Nesse ritmo, Hope realmente queria saber o que mais o anjo da guarda poderia fazer. Ela se arrependia de não ter tempo para perguntar sobre isso.

“Eu não sei voar,” Hope continuava a murmurar para si mesma, isso a ajudava a organizar seus pensamentos. “Mas, meu sangue poderia prejudicar um demônio, mas eles são bruxas e vampiros, não demônios! Ugh!” ela acabou ficando mais frustrada do que antes.

Mas então, a imagem do lycan branco apareceu diante dos seus olhos, a maneira como ele gemia e como reagia ao toque dela. Os cortes nas costas dele…
“O que isso significa?” Hope virou-se e olhou para o teto, “Será que ele estava tentando pedir minha ajuda?”

Parecia que sim.

E os vaga-lumes…
O lycan branco se transformou em milhares de vaga-lumes, embora a cena fosse de tirar o fôlego de tão linda, também doeu no coração. Hope sentiu como se tivesse passado por uma vida de agonia.

Talvez fosse só ela tentando justificar suas ações. Mas, essa era toda a convicção que Hope precisava para tomar sua decisão.

Ela mordeu os lábios enquanto seu corpo se tensionava e sua adrenalina atingia o auge. Seria perigoso, mas o pensamento de que a besta branca estava esperando por ela e precisando de sua ajuda era suficiente para fazê-la saltar da cama e pensar em como sair desta casa.

Hope estava certa, quase noventa por cento certa de que a besta precisava dela e que aquela visão não era apenas uma visão vazia.

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