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O Amor de um Lican - Capítulo 505

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505: REINO DO CONVÉNIO NORTE 505: REINO DO CONVÉNIO NORTE “Não precisa se preocupar com isso. Muitas coisas imprevisíveis acontecerão no momento em que entrarmos no reino,” Lana estava em pé diante do alto muro, onde fungos e musgos cobriam sua superfície.

Contudo, eles não conseguiam ver a porta dali.

“Como vamos entrar?” Kace examinou todo o alto muro. “Pular por cima?” Naquele momento, era a única maneira, já que era impossível derrubar o muro.

“Não,” Lana passou os dedos pela superfície lisa do musgo, contemplativa. “Pegue minha mão!” ela estendeu sua mão para Kace pegar.

O licantropo não aceitou o convite imediatamente. “O que é isso?” ele olhava para a palma aberta de Lana com uma carranca entre as sobrancelhas.

“Não estou te seduzindo, mas se você quiser passar para o outro reino, tem que pegar minha mão.” Lana disse impaciente enquanto Kace revirava os olhos.

“Não disse que você me seduziria. Quero dizer, o que acontecerá se eu pegar sua mão? O alto muro vai desmoronar?” Kace pegou a mão de Lana.

Essa ação casual fez com que a garota baixasse ligeiramente a cabeça e se virasse, então Kace não podia ver sua expressão agora.

“Vamos passar por este muro agora,” Lana murmurou para ele. Ela levantou sua outra mão e fez um gesto como se acariciasse o muro coberto de musgo.

No segundo seguinte, os musgos e fungos se derreteram, como um cubo de gelo sob o sol brilhante. Não só isso, o muro também desapareceu junto com o musgo derretido.

“Como você fez isso?” Kace perguntou admirado. Ele sabia que Lana sabia fazer uma ou duas mágicas, mas o que ela estava fazendo agora era coisa de bruxa de sangue puro.

“Sangue de Fae,” Lana respondeu secamente, suas sobrancelhas torcidas em concentração. “Ajuda.”

Enquanto esperavam o alto muro derreter e criar uma passagem para eles, Kace engajou em uma conversa casual com ela. “Como está indo a busca por sua mãe?”

“Não muito bem.” Lana deu de ombros e puxou a mão de Kace quando ela pisou no outro reino.

A falta de luz do outro lado do mundo fez Kace franzir os olhos e se perguntar, que tipo de mundo eles estavam prestes a entrar?

Apesar da fronteira entre dois mundos ter um sol brilhante sobre suas cabeças, que parecia poder queimar tudo sob sua luz escaldante, cascalhos e rochas sob seus pés, havia apenas um vasto deserto tão longe quanto seus olhos podiam ver. Apesar de tudo isso, este lado era completamente escuro.

Kace e Lana estavam em uma floresta perene, como a floresta de pinheiros perto da Vila Rio Místico, só que a vegetação aqui era ligeiramente diferente. Acima de suas cabeças, não havia lua cuja luz pudesse guiá-los.

A única fonte de luz era os vaga-lumes cintilantes que os cercavam. Suas luzes fracas irradiavam de seus corpos.

“Que lugar é esse?” Kace levantou a mão para empurrar um vaga-lume com o dedo.

“A terra dos mortos,” Lana respondeu. Era uma sorte para eles, como metamorfos, terem uma visão excelente. Apesar deste lugar ter pouca luz, eles conseguiam ver seu caminho sem problemas.

“A terra dos mortos?” Kace soltou a mão de Lana e não notou uma pequena carranca entre as sobrancelhas da garota. “Que nome para este lugar agradável.” Ele ainda estava imerso no fraco brilho dos vaga-lumes.

“Foi o que eu pensei quando vim aqui.” Lana concordou com a opinião de Kace.

“Como você veio parar aqui?”

“Serefina me contou, me ensinou e me enganou para vir a este lugar,” Lana resmungou enquanto liderava o caminho.

“Isso parece coisa da Serefina,” Kace riu levemente.

Eles continuaram essa conversa leve enquanto caminhavam pela floresta, acompanhados pelos vaga-lumes. A visão era deslumbrantemente bela.

Duas pessoas, caminhando dentro da densa floresta, desafiando seu destino neste reino estrange…

Contudo, infelizmente, a realidade era diferente, pois eles não estavam destinados um ao outro.

Kace e Lana caminharam por quase uma hora ou mais, ninguém sabia o tempo exato então.

Quando a densidade da floresta se desenrolava e os vaga-lumes que os acompanhavam eram menos de um casal, Kace começou a ver uma luz mais brilhante de longe, vindo de uma pequena cidade.

Lâmpadas de rua e prédios iluminavam a noite.

“Uma cidade?” Kace levantou as sobrancelhas. “Então, a Convenção Setentrional é uma cidade?” ele nunca esteve neste lugar, então isso o confundiu um pouco ao ver isso.

Kace pensou que a Convenção Setentrional seria tão sombria quanto as criaturas que lá viviam, mas aparentemente este lugar era bastante semelhante à Vila Rio Místico.

“É apenas um lugar, e há muitos lugares neste reino da Convenção Setentrional, onde nem as bruxas nem os vampiros ainda puseram os pés em sua terra,” Lana explicou enquanto caminhavam em direção à pequena cidade.

“Como vamos encontrar a pessoa que pode curar minhas feridas?” Kace queria perguntar isso desde o início, mas Lana se recusava a responder antes de eles atravessarem a fronteira deste reino.

“Aqui.” Lana pegou algo de seu bolso e deu para Kace ver. “Serefina me deu isso para encontrar essa pessoa.”

Kace pegou aquilo das mãos de Lana e examinou. “Uma vela?” entre seus dedos calosos havia uma pequena vela branca.

Não havia nada de peculiar sobre essa vela, era apenas como qualquer vela comum que Kace já tinha visto milhares de vezes.

“O que vamos fazer com essa vela?” Ele brincou com aquele objeto pequeno, pesando-o na palma da mão antes de Lana tirá-lo dele.

“Esta é nossa pista para encontrar essa pessoa,” Lana disse.

“Quem é exatamente essa pessoa?” Kace cresceu impaciente quando Lana não explicou sobre a pessoa que iria tratar de sua ferida e curá-lo.

Agora, eles haviam entrado na cidade com prédios ao redor deles.

“Uma sacerdotisa,” ela respondeu.

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