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O Amor de um Lican - Capítulo 477

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477: EU TENHO UM ENCONTRO 477: EU TENHO UM ENCONTRO “O quê?” Hope arregalou os olhos, surpresa com o pedido de Kace, mas em seguida estreitou-os. “Você viu, não foi?” Sua voz estava carregada de acusação.

“Vi o quê?” Kace fingiu uma cara de inocente, mas Hope o cotovelou de novo e ele riu alto. “Você fica muito cativante quando está brava.”

“Ah, nesse caso, vou ficar brava todos os dias.” Hope revirou os olhos e fez bico.

“Mas, eu prefiro o seu sorriso.” Kace se inclinou e beijou a têmpora dela bem em frente à casa. “Não me chuta, tá bom.”

Depois disso, Kace se afastou de Hope como se a garota fosse lhe dar um soco pelo que ele fez. Bem, era quase impossível, já que ele a beijava há mais de dezessete anos.

“Vem aqui, vou te dar um belo tapa nessa sua cara de bobo.” Hope rangia os dentes. Ela estava incerta, se estava tímida por causa do beijo ou se queria se impedir de sorrir.

“Uuu… minha garotinha está feroz, ela cresceu!” Sua risada só ficou mais alta ao ver como Hope se irritava com as provocações dele.

“Vem aqui, seu lobo mau!” Hope não sabia desde quando Kace começou a ser tão provocador assim. Ela se lembrava de Kace como um irmão mais velho para ela.

Pelo menos até ela completar treze anos, porque depois que Hope soube de toda a coisa de parceiros, ela podia dizer que começou a vê-lo de maneira diferente.

Entretanto, Kace agora, expressava seu afeto livremente. Como se estivesse esperando por esse momento há muito tempo, o que era verdade.

Hope tinha dezessete anos agora, não seria estranho se Kace a cortejasse.

“Namore comigo.” Kace disse com sua voz profunda no momento em que pegou Hope e a puxou para um abraço apertado até que ela não pudesse se mover para chutar ou bater nele de novo.

“Por que eu deveria?” Embora ela o questionasse, ela já abraçava o licantropo de volta. Saboreando o momento em que as faíscas começaram a dançar em sua pele. Esta sensação era mágica.

“Porque sou bonito, rico, carinhoso, engraçado, confiável, você decide.” Kace listou e isso arrancou uma risada de Hope.

“Faz muito tempo que eu não vejo você se transformar no seu lobo branco, estou com saudades dele.” Hope apoiou o queixo no peito dele enquanto olhava para Kace com expectativa.

“O lobo está cansado, eu te mostro em outro momento.” Kace afastou o cabelo dela do rosto. “Se prepare, vou te buscar às quatro.”

Depois de dizer isso, Kace a soltou e Hope realmente não gostou da distância entre eles. “Por que você não entra?”

Hope estava confusa, Kace costumava morar nesta casa toda vez que vinha visitá-la, mas por que, desde que ele decidiu se estabelecer, agora escolheu morar em um lugar diferente?

Na verdade, a resposta para sua pergunta já estava bem clara como o dia se Hope realmente queria saber. Era simplesmente porque ela havia crescido e se tornado uma jovem mulher bonita com as curvas certas no corpo e Kace era, afinal, um homem.

Como Kace conhecia Hope muito bem, ele não achava que a garota gostaria de seus avanços apressados.

Outro motivo era porque havia algumas coisas que ele tinha que resolver e seria mais conveniente se ele morasse sozinho por enquanto.

“Preciso pegar o carro na casa do Ian.” Kace olhou para a jovem garota à sua frente, traçando seus olhos até o ponto de união de seu pescoço esguio, onde ele a marcaria.

“Para onde nós vamos?” Hope perguntou casualmente, na verdade ela não se importava para onde Kace a levaria.

“Para algum lugar fora desta aldeia.” Kace sorriu ao ver um brilho de surpresa nos olhos dela.

“Nós vamos sair desta aldeia?” Era uma ideia chocante. Mesmo depois de anos, Hope não tinha permissão para sair por causa do evento de três anos atrás, agora Kace disse que a levaria para algum lugar fora da aldeia.

“Tudo bem?” Hope sentiu-se preocupada, embora amasse a ideia de ir para a cidade. Ela não queria causar mais problemas para Kace. “Serefina não ficaria chateada?”

“Estou com você.” Kace disse de forma direta.

Se da última vez Hope se meteu em problemas porque tentava fugir com os amigos, agora ela estava indo com Kace, significando; seria relativamente seguro.

“Combinado!” Hope pulou literalmente e abraçou Kace antes de correr de volta para a casa euforicamente, sorrindo de orelha a orelha.

Neste momento, Kace esperava poder ouvir o que sua pequena parceira estava pensando.

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“Então, você acha que o comportamento estranho do Maximus tem alguma coisa a ver com magia negra?” Sterling viu as feias quatro linhas de feridas nas costas de Kace.

“Definitivamente não é um veneno, eu me curaria em semanas se fosse.” Kace se vestiu novamente e virou-se para encarar seu velho amigo.

“O que Serefina disse sobre isso?” Sterling cruzou os braços enquanto se encostava no apoio da sua cadeira.

Ambos estavam atualmente na cozinha, saboreando uma xícara de café feita por Sofia.

“Não tivemos tempo suficiente para discutir isso.” Kace lembrou da conversa que foi interrompida porque Hope invadiu e irritou a bruxa com seu comentário inocente. “E agora ela não está por perto.”

Desde que Hope cresceu mais, Serefina e Lana começaram a deixá-la sozinha mais frequentemente. Na verdade, isso preocupava Kace. Mas aparentemente, a proteção que ela deixou ao redor da casa, funcionou bem.

“Você tem que encontrar uma maneira de saber que tipo de magia é essa.” Sterling olhou para a cicatriz no pescoço de Kace, que não estava coberta por suas roupas. “Mas, é possível que Jedrek permita que seus homens usem magia negra em você?”

“Eu não sei.” Kace deu de ombros enquanto se levantava. “Mas, ele tem tentado rastrear o paradeiro da minha parceira. Para matá-la.” Seu tom se escureceu ao dizer isso.

“Onde você vai?” Sterling franziu a testa, vendo que Kace estava prestes a partir.

“Tenho um encontro.” Kace sorriu e depois gritou. “Ian! Cadê as chaves do meu carro!?”

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Confira minha outra história: A Noiva do Rei Vampiro.

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Espero que goste. ((^o^))

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