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O Amor de um Lican - Capítulo 468

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  3. Capítulo 468 - 468 MARCA 468 MARCA Durante os cinco minutos de viagem
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468: MARCA 468: MARCA Durante os cinco minutos de viagem, ninguém conversou dentro do carro. Hope olhava fixamente para as árvores piscando lá fora, mas a verdade era que ela estava verificando Kace através do reflexo dele na janela de vidro. 
No fundo, ela estava empolgada por saber que Kace havia retornado e estava sentado ao lado dela, mas também estava ansiosa porque ele não havia dito nada desde que entraram no carro. 
Hope queria quebrar o gelo, mas não tinha certeza do que deveria dizer a ele. Um ‘olá’ seria muito esquisito. 
Quando o carro finalmente parou na frente da casa, Kace desligou o motor, mas não desceu do carro, enquanto Hope desafivelava seu cinto de segurança. 
“Você não quer me dizer nada?” Kace virou seu corpo, fazendo Hope parar com suas ações. Então, ele a afivelou novamente. 
“Não.” Hope ergueu a cabeça e estalou contra ele, ela pôde ver Kace franzindo a testa. 
“Tem certeza?” Kace ignorava as tentativas de Hope de libertar sua mão de seu aperto. 
“Sim.”

“Você não quer me repreender?”

“Não.”

“Praguejar contra mim?”

“Não.”

“Me bater ou chutar?”

“Você vai me bater de volta?” Hope estreitou os olhos. 
Kace riu ao ouvir isso. “Eu nunca faria isso, mesmo que você me mate eu morrerei em paz.”

“Você está sendo hipócrita.” Hope mordeu a mão que segurava a dela. Pensou que ouviria o grito de Kace ou pelo menos o tranco de sua respiração. Mas não havia nada. 
Quando Hope espiou para ele através de suas longas pestanas, notou como Kace nem sequer se moveu. Ele apenas a encarou com esse olhar sereno em seu rosto. 
Percebendo que era uma tentativa fútil de machucá-lo, Hope soltou a mão dele e abriu a porta do carro antes de caminhar com passos pesados em direção à casa. 
Contudo, antes que ela pudesse chegar à porta, Kace a deteve, puxando o corpo dela contra seu peito robusto. Seu hálito quente ventilava sua nuca, enviando calafrios pela sua espinha, junto com a faísca que se acendeu do contato pele com pele. 
Hope lembrou o quanto sentiu falta dessa sensação. 
“Sinto sua falta, minha doce Hope.” Kace sussurrou em seu ouvido, sua voz rouca impregnada de desejo. 
“Você não sente minha falta o suficiente para me ligar.” Hope disse aquelas palavras com os dentes cerrados. Ela não sabia que estava tão chateada por causa da ausência de Kace. Mas agora, parecia que queria chorar de agitação. 
“Eu queria, mas era um pouco complicado naquela época.” Kace franzia a testa ao lembrar tudo o que havia passado só para se estabelecer aqui um pouco mais. 
“Mas, você ligou para a Lana. Você falou com ela.” Hope se lembrou de como pegara Lana falando ao telefone com Kace e ele desligava sem nem mesmo perguntar sobre ela. 
“Eu não podia falar com você. Algo estava acontecendo naquele momento.” Kace disse em tom de desculpas. Seus braços apertavam o corpo de Hope enquanto ele enterrava o rosto em seu ombro. 
Ser abraçada por trás assim tinha suas vantagens, porque Kace não poderia ver seu rosto, que agora havia ficado vermelho brilhante. 
Mas ela esqueceu que Kace podia ouvir o coração dela, que batia selvagemente contra o peito, e ele sorriu sabendo que tinha esse efeito sobre ela. 
Hope, estar zangada, era algo que ele previu. No entanto, também aquecia seu coração saber que ela ainda se importava com ele. 
“Você pode parar de fazer isso na frente da minha casa?” 
Hope se assustou quando ouviu a voz fria da Serefina. Ela imediatamente se soltou dos braços de Kace, mas Kace não parecia se importar enquanto a bruxa o encarava severamente. 
Kace colocou os braços em volta da cintura de Hope enquanto se virava para encarar a Serefina, cujo rosto havia se tornado desagradável.

“Você pode me explicar por que diabos você é um professor na escola dela?!” O curto cabelo vermelho de Serefina estava preso no mesmo estilo do Kace. 
Kace sorriu. “Vamos entrar e conversar.” 
“Sério, Kace! Eu realmente queria queimar você vivo!” Serefina trovejou enquanto enviava ao licano um olhar de faca. 
Atrás de Serefina estava Lana. Ela ainda usava as mesmas roupas com que foi à escola. Aparentemente, ela tinha acabado de chegar também. 
“Espero que ela realmente queime você vivo.” Hope comentou enquanto afastava as mãos de Kace da sua cintura. 
“Você acha que pode escapar?” Kace agarrou o pulso de Hope e a puxou de volta até que seu pequeno corpo bateu em seu peito. “Ainda temos algo sobre o qual falar.”

“Não, nós não temos.” Hope se recusou a olhar nos olhos dele. Sua voz estava se tornando cada vez mais rouca. “Não tem nada que eu queira falar com você.”

Era mentira. Hope realmente queria que ele explicasse por que ele partiu sem deixar notícias. 
“Claro que tem. Vamos começar pelo cara chamado Oliver.” Kace segurou os ombros de Hope, mantendo-a a uma distância segura. “Você acha que pode fugir depois de me trair, sua garota tola.” Kace bateu levemente na cabeça dela e logo depois se inclinou e beijou o lugar onde tinha batido, como anos atrás. 
“Eu não te traí!” Hope retrucou, mas não pôde evitar o rubor que se espalhou em seu rosto. “Eu não aceitei aquela coisa de parceira, lembra?!”

Kace deu de ombros e sorriu para ela. “Quer você aceite ou não, já que você me marcou, eu reivindicarei minha alegação em você.”

“Marca? Quando foi que eu marquei você?” Hope franziu a testa, até onde ela sabia ao ouvir os irmãos, os licanos marcariam alegação deixando uma marca no pescoço do parceiro.

Hope viu a marca no pescoço de Sofia e era linda. Ela também queria… 
Ah! Não! Não! 
Hope balançou a cabeça interiormente. 
“Você me mordeu e deixou sua marca.” Kace levantou a mão que Hope tinha mordido quando estavam dentro do carro. “Espere a minha vez de marcar você, querida.” Ele piscou para ela antes de entrar em casa para encarar a bruxa enfurecida. 
“Isso não é uma marca!” Hope gritou frustrada, mas tudo que ela conseguiu ouvir foi a risada de Kace. 
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Leia também minhas novas histórias:
1. O PROTETOR: até meu último suspiro.

2. MEU ROMANCE SANGRENTO PARA VOCÊ.

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Espero que gostem. ((^o^))

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