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O Amor de um Lican - Capítulo 457

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457: QUATORZE ANOS DE IDADE (8) 457: QUATORZE ANOS DE IDADE (8) Kace não sabia que daria essa notícia dessa maneira. Ele tinha pensado em lidar com o cenário mais complicado, caso a situação o forçasse a explicar isso para Hope. 
Assim como ele havia sido importunado por Serefina por um ano agora. Kace sabia que teria que contar para Hope sobre isso mais cedo ou mais tarde. 
Ainda assim, Kace nunca teria imaginado que esse tópico seria trazido à tona pela própria Hope. Ela pavimentou um caminho para que Kace discutisse isso. 
“Eu?” Hope apontou para si mesma com o indicador. Sua expressão era de incredulidade. “Mas, como?”

“Eu não tenho uma resposta para isso, Hope.” Kace estava totalmente sério agora. Hope queria que ele não a tratasse como uma criança, portanto, ele não a trataria como uma. “Não fui eu quem teve o privilégio de escolher minha própria parceira.”

Hope ficou sem palavras por alguns minutos e Kace foi muito paciente ao esperar pela reação dela em seguida. 
“Mas, você não acha que eu sou muito jovem para você?” Hope ainda não podia acreditar nisso, embora em algum lugar num pequeno canto de seu coração, uma parte minúscula dela estava aliviada de ouvir isso. 
“Eu não penso em você dessa maneira.” Kace levantou as sobrancelhas. 
Hope piscou os olhos adoravelmente, já que não conseguia entender a declaracão contraditória de Kace. “Você disse que eu sou sua parceira, mas também disse que não pensa em mim dessa forma?” 
“Pelo menos não até você atingir a idade certa para pensar em coisas assim.” Kace assentiu consigo mesmo. Hope tinha agora quatorze anos. Ela estava em sua fase inicial da adolescência. Provavelmente, poderiam ter essa conversa novamente daqui a três anos.

“Não.” Hope não sabia por que, mas rejeitou a ideia. “Eu quero escolher meu próprio namorado,” ela disse emburrada. 
Kace e Hope se encararam por mais de dez segundos antes do primeiro finalmente quebrar o silêncio entre eles. “Claro.” Ele assentiu. “Você pode escolher quem quiser para ser seu namorado.”

O som da voz de Kace era muito agradável, mas Hope sabia com certeza que havia um significado subjacente às suas palavras e seu palpite estava certo. 
“Mas se ele tocar no que é meu, vou garantir que ele perca a mão,” Kace disse aquelas palavras em um tom preguiçoso, como se não quisesse dizer o que disse, quando a verdade era; ele ficaria mais do que feliz em provar o contrário. 
“Eu não sou sua.” Hope arregalou os olhos incrédulos, seu lado rebelde foi acionado. Ela foi criada por Serefina, afinal, então em uma ou duas ocasiões mostraria esse lado autossuficiente seu. “Eu não sou uma coisa. Você não é meu dono.”

Hope não sabia por que sentia a necessidade de desafiar Kace. Provavelmente porque ainda estava questionando sua própria identidade, mas de repente Kace tinha a reivindicado como dele. 
Hope não desgostava realmente da ideia, já que Kace não era nada mau. Droga! Ele era gato, na verdade! E Hope corava só de pensar nisso. 
Honestamente, Hope nunca tinha visto um homem tão bonito quanto ele. 
Entretanto, esse sentimento era complicado. Ela sentia a necessidade de negá-lo e não queria ser reivindicada dessa forma. 
“Você é minha, Hope. Assim como eu sou seu.” Kace deu de ombros enquanto seu sorriso descontraído voltava aos seus lábios. “Acho que isso é suficiente para você por enquanto. Falaremos sobre isso mais tarde, quando você for mais velha.”

“Você sempre fala assim,” Hope resmungou.

Kace se levantou e beijou sua testa.

Apesar de Hope dizer que se recusava a ser parceira de Kace, parecia muito natural para ela ser beijada por Kace e ela não se importava nem um pouco com isso.

============== 
Hope mordiscava a ponta da caneta enquanto o professor explicava uma história do passado. A menina estava viajando nos seus pensamentos olhando pela janela até que sentiu alguém lhe cutucar o lado.

Hope virou a cabeça para encarar Ian ao lado dela enquanto olhava séria e murmurava ‘o que?’.

Em resposta, Ian empurrou seu livro para Hope. Em uma das páginas estava sua mensagem escrita à mão, que dizia; ‘No que você está pensando? Você está distraída desde a aula da manhã.’
Hope franziu a testa ao ler isso. Ela percebeu que suas ações devem ter chamado a atenção deste menino, porque ele era muito falante e durante a maior parte do tempo hoje, Hope o ignorou. 
Hope pegou sua caneta e rabiscou embaixo das frases dele. ‘Nada’.

Na verdade, Hope estava pensando na conversa que teve com Kace na noite passada e parecia que ela acabara de abrir uma caixa de Pandora. Ela não sabia como discernir essa informação. 
Kace era… velho. 
Hope não tinha certeza de quantos anos ele tinha, embora seu rosto ainda se parecesse o mesmo da primeira lembrança que tinha dele, mas Hope não achava que queria ficar com ele.

No entanto, ao contrário, sempre que Hope estava com Kace, a interação que se seguia sempre parecia muito natural. 
Kace havia dito que ela não precisava pensar nisso, pelo menos não agora, quando ela tinha apenas quatorze anos, mas Hope não conseguia evitar. 
E se Hope pensasse nos dias que ela passou com Kace… todos esses estavam cheios dela babando, chorando, ou tendo acessos de raiva como um bebê. 
Talvez isso fosse apenas ela sendo autocrítica, mas ela não acha que tinha deixado nenhuma boa lembrança para Kace se lembrar. 
Lana tinha contado para ela que Kace era o que mudava suas fraldas sempre que estava por perto quando Hope era bebê.

Eles costumavam rir de como Hope fazia xixi ou cocô nele em algumas ocasiões enquanto Kace a segurava.

Essas eram lembranças engraçadas e Hope às vezes provocava ele sobre isso. 
Mas, não agora.

Essas memórias se transformaram em pesadelos da noite para o dia! 
Hope não sabia por que sua visão sobre Kace mudou de repente depois que ela soube que ela era parceira dele. Ela não gostava da ideia?

Se fosse o caso, ela não precisava se sentir incomodada como se sentia agora, certo?

“Eu sinto que vou morrer em breve.” Hope sussurrou, cobrindo o rosto com as palmas das mãos.

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