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O Amor de um Lican - Capítulo 448

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448: TREZE ANOS DE IDADE (12) 448: TREZE ANOS DE IDADE (12) Hope estava arrumando suas coisas de maneira melancólica. Ela havia recebido alta do hospital ontem e Serefina já havia organizado tudo para ela. 
Eles se mudariam desta cidade. 
Hope estava chateada, mas sua consciência culpada a impedia de reclamar. Na verdade, este era o melhor resultado que ela poderia esperar. 
O que quer que Kace tenha dito a Serefina, funcionou. 
A bruxa nem sequer a repreendeu, caso contrário, ela com certeza seria punida após o tumulto que ela havia causado, mas sua decisão não poderia ser mudada desta vez. 
Ela estava determinada a se mudar desta cidade, portanto, aqui estava Hope, empilhando todos os seus livros, roupas e seus pertences preciosos. 
Lana veio ao quarto dela depois de terminar com suas coisas para ver como ela estava. 
“Não posso, pelo menos, me despedir dos meus amigos?” Hope levantou a cabeça, olhando para Lana com seus olhos suplicantes de corça. 
Lana sempre foi sua amiga desde o dia em que a mente de Hope começou a registrar memórias. Ela parecia não envelhecer e só ficava mais deslumbrante toda vez que Hope tinha um tempo para observá-la.

Bem, ela realmente parecia ter sua idade. Mas para ela, só parecia mais madura e sexy com sua personalidade severa, mas suficientemente gentil se algo envolvesse Hope. 
Na primeira vez em que Hope percebeu a atração entre os sexos opostos, ela pensou que Kace estivesse com Lana. Por que não? Ambos eram bonitos e perfeitos um para o outro, sem mencionar que eram do mesmo tipo.

“Eles não se lembrarão de você.” Lana ajudou Hope a arrumar suas coisas, que ela estava fazendo sem muita vontade. 
O queixo de Hope caiu; ela sabia exatamente o que isso significava. “Até que ponto Serefina apagou a memória deles!?” Ela pôde ouvir sua própria voz tremer e sua pergunta saiu como um guincho agudo. 
“Tudo sobre os eventos daquela noite e…” Lana fez uma pausa para enfiar todos os livros de Hope dentro de uma caixa. “… tudo sobre você.”

Hope não podia acreditar! Ela pensava que Serefina só faria eles esquecerem do que aconteceu na casa de Sebastian, não de apagar totalmente todas as memórias sobre ela. 
“Todas sobre mim?” 
Isso era simplesmente cruel. 
“Me desculpe Hope, mas sim.” Lana mexeu em seu cabelo, oferecendo um pouco de simpatia antes de terminar o que Hope não conseguia fazer, pois o choque que estava passando por seu sistema a deixou muda e paralisada. 
É verdade que nem todas as memórias eram felizes, mas mesmo que alguma memória fosse triste, Hope ainda escolheria não esquecê-la.

Não. Ela ainda se lembrava de tudo, mas não era o caso das outras pessoas com as quais ela havia compartilhado essas memórias. Eles esqueceram tudo, esqueceram dela.

Provavelmente e muito provavelmente era verdade, eles não se lembravam mais de que ela realmente existiu. Hope sabia quão poderosa era a bruxa.

Antes, ela sempre a admirava por isso, sonhando se ela também fosse uma bruxa como ela, mas agora só conseguia sentir o ódio que a consumia por inteiro. 
O que Serefina fez foi muito cruel. Ela não precisava ter feito isso, certo?

==============   
Era uma noite serena após a luta na cidade do rio vermelho e Lana estava um pouco inquieta pelo fato de que eles voltariam para a aldeia do rio místico, perto do conventículo do norte, novamente. 
Havia algo que não lhe caía bem com esse fato. 
A primeira vez que ela se juntou a Kace e Serefina foi porque estava indo para o conventículo do norte para encontrar sua mãe fae depois que sua própria alcateia havia sido atacada por vampiros.

Contudo, quando ela chegou lá e se tornou parte desta pequena família, bem, ela não podia dizer que isso era uma família, mas ainda assim o que Serefina, Hope e Kace ofereceram a ela poderia ser considerado o mais próximo de uma, Lana já não se importava mais em descobrir nada sobre sua mãe no conventículo do norte. 
Entretanto agora, após o tumulto que Hope causou, eles estavam voltando para aquele lugar novamente e Lana não achava que essa era a melhor ideia. Pelo menos não para ela, especialmente quando Serefina tinha um plano para ela que não podia recusar. 
Um toque na mesa a assustou e fez sua alma pular para fora de seu corpo. Lana virou a cabeça em alerta com um olhar severo no rosto, mas suas feições se suavizaram quando ela avistou Kace, de pé bem à sua frente com os braços cruzados sobre o peito. 
“O que você está pensando até não perceber minha presença?” Ele perguntou com uma pequena ruga entre as sobrancelhas. 
“Oh, nada…” Lana engoliu em seco e balançou a cabeça. Ela estava tão absorta em seus próprios pensamentos que deixou de notá-lo. 
“Não se culpe, Hope estava na idade das rebeldias.” Kace sorriu com sua própria declaração. “Não é sua culpa.”

“Hm.” Lana murmurou enquanto baixava a cabeça. Honestamente, ela de fato se sentia culpada pelo que Hope havia feito. Parecia que ela falhou em cuidar dela, mas essa não era a razão pela qual estava distraída. “Hope está emburrada no quarto dela desde esta tarde.” 
Lana decidiu mudar de assunto e tinha certeza absoluta de que Kace não perderia isso no momento em que ela mencionasse sua parceira.

“O que aconteceu com ela?” Ele endireitou as costas, pronto para correr para o quarto de Hope, independente de Lana lhe dar uma resposta ou não.

E ela optou por responder. “Ela está chateada porque Serefina apagou todas as memórias dos amigos dela sobre ela.”

Na hora, assim que Lana terminou a frase, Kace saiu pisando forte em direção ao quarto de Hope enquanto resmungava algo como; ‘essa bruxa!’, ‘estúpida Serefina!’
Os olhos de Lana seguiram a figura de Kace até ele desaparecer na esquina do corredor. 
Que bom era ter alguém para cuidar de você… Hope era sortuda por ter alguém como Kace, para ser sua parceira.

Às vezes, Lana invejava a garotinha por sua ignorância e despreocupação com o que ela tinha e como este mundo podia ser cruel. 
Lana se recostou na cadeira, olhando fixamente para o lugar onde Kace estava parado há pouco. Ela estivera olhando para um vazio pelos últimos treze anos…

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