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O Amor de um Lican - Capítulo 444

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444: TREZE ANOS DE IDADE (8) 444: TREZE ANOS DE IDADE (8) “Por que você está com aquele Donovan?” Aidan parou a três passos de Hope, encostando o corpo na parede ao lado dele, nem um pouco incomodado ao ver Hope segurando a maçaneta da porta, pronta para fugir. “Você sabe quem ele é?”

Hope sabia que o sobrenome de Kace era Donovan, mas… “Essa era a mesma pergunta que eu queria fazer a ele também, se você não se importar em me deixar viver um pouco mais.” Hope respondeu displicentemente. Ela colocou a mão no bolso e deslizou o dedo pela tela do telefone, supondo que responderia à chamada de quem quer que fosse.

“Hmm.” Aidan esfregou o queixo. “Então, você não sabe?” Sua voz estava um pouco estranha conforme ele contemplava. “Não acha que você é muito ignorante, garotinha?”

Hope deu de ombros. Ela havia vivido com Serefina por tanto tempo quanto conseguia se lembrar, é claro que um ou dois traços daquela bruxa tinham se impregnado em sua personalidade. Especialmente, a natureza arrogante dela quando se tratava de ameaças.

“Se você o conhece tão bem, então devia saber que ele viria para esta casa, exatamente para o segundo corredor, ao lado da academia.” Hope murmurou sobre sua localização, para que quem quer que estivesse na linha pudesse ouvir aquilo, ainda mais se fosse realmente Kace.

“Você está tentando dar a sua localização?” Os olhos dourados de Aidan percorreram seu corpo e pararam no bolso, onde o telefone de Hope estava.

Hope não disse nada, mas seu silêncio quebrou no segundo seguinte quando ela sentiu algo explodir em seu bolso.

Hope caiu no chão, agarrando a lateral onde podia sentir que seu telefone tinha sido estilhaçado e os cacos afiados perfuraram seu jeans e sua pele. Sua respiração ficou presa com a dor que veio depois disso.

Ela mordeu o lábio inferior para evitar chorar. Ela podia sentir a área em sua lateral ficando úmida. Sangue?

Hope rangeu os dentes enquanto lançava um olhar ameaçador para Aidan ou para o que quer que ele fosse naquele momento.

A dor era tão real! Ela nunca havia sentido esse tipo de dor antes. Não. Kace e Lana teriam certeza de que ela nunca sentiria qualquer tipo de dor antes!

Houve uma vez em que ela caiu das escadas e Kace causou um alvoroço só para levá-la ao hospital, embora ainda fosse suportável. Ele repreendeu Lana por tanto tempo por causa disso.

Aidan cheirou o ar com os olhos fechados, deliciando-se com o cheiro do sangue de Hope que quase se sentia como uma droga para ele e isso fez Hope se sentir enojada só de vê-lo.

“É tão irritante estar neste corpo…” Aidan murmurou enquanto caminhava em direção a Hope, que ainda estava agachada no chão, segurando a lateral sangrando.

Hope tentou se afastar de Aidan, mas a dor a impediu de fazer isso.

“Eu me pergunto, o que você é?” Aidan se ajoelhou e encarou Hope bem nos olhos. A visão indefesa dela arrancou um sorriso inofensivo de seus lábios. “Eu nunca me deparei com um cheiro como este até alguns anos atrás…”

Gula ainda se lembrava claramente do cheiro daquela criança até agora, seria ótimo se ela tivesse aquela garota e esta…

Aidan agarrou o queixo de Hope enquanto a garota o encarava ameaçadoramente e isso só o fez dar uma risada. “Que garota corajosa você é…”

Os olhos dourados de Aidan desceram até os dedos de Hope onde seu sangue havia encharcado o tecido de sua calça.

Ele estendeu a mão para tocar no líquido, mas uma carranca profunda marcou seu rosto quando ele olhou para seu dedo indicador novamente. A ponta dele que havia feito contato com o sangue de Hope estava seriamente queimada.

“O que é isso?” A pegada de Aidan no queixo de Hope afrouxou enquanto ele olhava para o dedo. “Como isso pôde acontecer?”

Aidan estava perplexo, mas Hope também estava confusa. Devido à proximidade, ela pôde ver que efeito seu sangue teve nele, ainda assim, sua mente trabalhou mais rápido para ajudá-la a sair desta situação.

Olhando para a queimadura no dedo de Aidan, ela sabia o que tinha que fazer.

Hope levantou sua mão ensanguentada e empurrou Aidan para longe dela com essa mão, espalhando seu sangue no rosto dele.

Gula não esperava esse movimento de Hope, portanto, esta ação a pegou desprevenida enquanto ela se afastava para trás cobrindo o rosto. Queimava muito.

Um grito agudo seguiu depois disso, ecoando no corredor vazio. Hope assistiu como Aidan rolava no chão, agarrando o rosto enquanto gritava de dor.

Mesmo com toda essa comoção, ninguém veio ver o que estava acontecendo. Hope se perguntou o que aconteceu com o resto de seus amigos.

Porém, ela não podia ficar ali por mais tempo e esperar que Aidan se recuperasse, ou ficasse muito aborrecido para até mesmo ter uma conversa como antes.

Então, ignorando a dor intensa que percorria suas laterais, Hope abriu a porta ao seu lado e se forçou para fora daquela casa.

Ela fechou a porta e usou-a como apoio para se levantar. A dor a fez gemer e praguejar baixinho.

Agora, não havia como ela se comunicar com Kace, já que a criatura que havia possuído Aidan tinha destruído o meio de contato.

Ela tinha que encontrar outro meio, mas primeiro, ela tinha que encontrar o portão principal para poder escapar daquela casa. Isso exigiria um esforço enorme com suas laterais sangrando.

Ignorando a dor, Hope se arrastou ao longo do quintal lateral. Ela ainda podia ouvir os gritos de Aidan antes de ficar muito quieto.

A energia elétrica ainda não havia sido consertada. Assim, a única luz que ajudava Hope a enxergar era o pálido luar.

Em vez de estar no meio da cidade, Hope sentia que estava no meio do nada, tudo estava muito escuro e silencioso.

Hope não sabia quanto tempo havia andado, mas no momento em que seus olhos avistaram um lobo branco, ela pôde sentir seu corpo tenso relaxar quase imediatamente.

No entanto, o lobo branco rosnou e correu em sua direção com os afiados caninos totalmente à mostra.

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