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O Amor de um Lican - Capítulo 239

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239: VOCÊ DEIXOU CAIR ISSO 239: VOCÊ DEIXOU CAIR ISSO Pessoas gritavam e se apavoravam, e algumas até tentavam fugir do local, com medo de que fosse uma bomba ou algum tipo de ataque terrorista.

Não havia como um prédio de biblioteca com mais de cem anos desabar subitamente e num instante, ser achatado.

A confusão começou a ficar alta à medida que todos tentavam se afastar, correndo em direções diferentes enquanto mantinham suas famílias unidas. Raine ficou lá, pasma e imóvel.

Serefina e Rafael estavam de pé, um de cada lado dela, olhando na mesma direção, com as sobrancelhas franzidas.

“Rafael…” Raine prendeu a respiração quando falou. “… Isso é… a biblioteca em que estávamos?” Sua pergunta soou incrédula em seus ouvidos enquanto ela a dizia.

“Sim, era.” Foi Serefina quem respondeu por Raine.

“E quanto a Torak?” Raine podia sentir o sangue pulsando em suas veias. Ela estava ansiosa demais para ficar quieta como Rafael e Serefina. “Temos que salvá-lo! Temos que encontrá-lo!”

Se não fosse porque Rafael estava segurando seus braços firmemente para mantê-la no lugar, Raine já teria corrido em direção ao prédio desabado e começaria a cavar cada pedaço dos escombros com suas próprias mãos para encontrar Torak.

“Torak está lá! Por que vocês não ajudam ele?” Raine tentava se soltar da forte contenção de Rafael, mas não conseguia movê-lo nem um centímetro.

“Raine, acalme-se.” Rafael se agachou ao lado de Raine enquanto a segurava, impedindo a Luna de correr em direção ao prédio destruído.

“Como posso me acalmar?” Raine sentia o ar ficando rarefeito conforme tinha dificuldade para respirar. “Torak está lá e tudo o que vocês fazem é olhar?” A raiva brotava do fundo de sua miséria.

“Vamos esperar mais alguns momentos.” Rafael disse. Ele estava calmo como sempre e isso exacerbava Raine.

Por que ninguém sentia o mesmo que ela? Não era Rafael o segundo no comando de Torak? Por que ele não se importava nem um pouco com ele?

“Eu não quero esperar!!!” Raine gritou enquanto lágrimas começavam a cair de suas bochechas, frustrada com a própria impotência.

Raine tinha plena consciência de que não podia fazer nada para ajudar Torak nessa situação. Ela nem conseguia se soltar do aperto firme de Rafael.

“Rafael, por favor, ajude-o…” Raine se virou para olhar Rafael com olhos lacrimejantes e voz lamentável.

“Raine… por favor, acalme-se primeiro.” Rafael puxou a cabeça de Raine e a abraçou apertado para que ela parasse de se debater. “Torak vai ficar bem. Vamos esperar um pouco.”

Raine finalmente deixou Rafael abraçá-la, mas mesmo enquanto descansava sua cabeça no peito de Rafael, as lágrimas continuavam a descer de seus olhos vermelhos enquanto ela respirava com dificuldade.

Enquanto isso, Serefina continuava imóvel, impassível.

Ela nem sequer piscou enquanto assistia o prédio se transformar em pó em segundos, ou enquanto Raine fazia uma cena diante dela.

Os olhos verdes-limão da bruxa estavam fixos no mesmo ponto, sem piscar, como se estivesse esperando algo.

Depois de meia hora desde o colapso do prédio da biblioteca, o parque, que estava cheio de excitação, agora estava em caos.

Pessoas formavam uma barricada atrás da linha da polícia enquanto carros de polícia e caminhões de bombeiros chegavam à cena do crime.

No entanto, por mais estranho que pareça, ninguém notou as três pessoas que estavam no meio do caos. Elas não pareciam vê-las e a polícia nem se incomodava em lembrá-las de se afastar do parque.

Raine sentou-se no chão e soluçava silenciosamente no peito de Rafael enquanto ele segurava sua cabeça e acariciava suas costas, seus olhos não deixavam de olhar o cenário à sua frente nem por um segundo.

Ela esperava que ele saísse e caminhasse em sua direção e a abraçasse como sempre fazia.

Mas, à medida que os segundos se transformavam em minutos e os minutos em horas, Raine ainda não conseguia ver a pessoa que mais queria ver.

Houve muitas vítimas do colapso súbito do prédio. A polícia e os bombeiros tentavam retirar as pessoas feridas da cena ou faziam o possível para tirá-las dos escombros.

Ambulâncias iam e vinham com suas sirenes altas.

No meio dessa confusão e barulho, a mente de Raine estava desordenada, esperando em agonia pelo retorno de Torak. Suas lágrimas haviam cessado, mas a dor em seu coração permanecia. Na verdade, se possível, sua tristeza se tornara mais evidente.

O ato de esperar estava a matando! Ela não sabia se algo estava acontecendo com ele ou se talvez ele estivesse se debatendo enquanto eles estavam seguros no local onde estavam.

“Ele ainda não veio…” Raine murmurou enquanto uma dor excruciante a atacava com o pensamento de que poderia perdê-lo.

O corpo de Raine tremia de medo enquanto ela enfrentava a realidade.

“Rafael… por que ele ainda não veio?” Raine perguntou a Rafael com uma voz que mal era mais do que um sussurro.

Rafael não tinha uma resposta para isso. Já fazia tempo demais desde que o Alfa estava preso lá. Ele já deveria ter saído.

“Pare de chorar, lá está ele!” Serefina finalmente falou.

Raine imediatamente levantou a cabeça e seguiu o olhar da bruxa, mas ela ainda não conseguia vê-lo.

“Onde está ele?” O coração de Raine batia tão rápido contra sua caixa torácica que era doloroso.

Rafael também aspirou o ar, tentando captar o cheiro de seu Alfa antes de apontar diretamente à frente. “Lá!”

Assim que Rafael disse isso, uma figura começou a aparecer entre a multidão, caminhando em direção aonde Raine estava sentada no chão, esperando por ele.

Raine olhou fixamente para a figura até poder distinguir seu contorno, o que a fez suspirar aliviada. Ela observou Torak se aproximar até que ele parou na frente dela.

Havia um pouco de sujeira e sangue em seu rosto e em sua camisa marrom, mas fora isso, ele estava em boas condições, especialmente para alguém que acabou de escapar de um prédio desabado.

Torak se agachou e encarou o estado desalentado de sua parceira. “Você deixou isso cair.”

Enquanto dizia isso, Torak colocou o pequeno coelho branco, que estava um pouco sujo, no colo de Raine.

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