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O Amor de um Lican - Capítulo 229

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229: O MÉTODO DE TORAK PARA DESCOBRIR AS COISAS 229: O MÉTODO DE TORAK PARA DESCOBRIR AS COISAS Torak ajudou-a a levantar e em seguida ela caminhou para a parte do guarda-roupa onde fileira após fileira de vários tipos de sapatos estavam colocados.

Raine escolheu um par de anabelas brancas de cinco centímetros e as calçou. Ela se sentiu um pouco desconfortável, mas ignorou isso ao caminhar de volta na direção de Torak e sorriu.

“Estou pronta.” Raine disse.

“Ok.” Torak pegou a mão dela e juntos saíram do quarto.

==============  
Após o café da manhã, eles foram para o escritório. Mesmo Torak estando atrasado por mais de duas horas, o fato de ele não ter uma reunião importante essa manhã fez com que ele se sentisse relaxado enquanto sentava ao lado de Raine no banco de trás do carro.

[Pare de olhar para ela a cada cinco segundos.] A voz de Rafael de repente ecoou na mente de Calleb, assustando-o.

Calleb estava encarando o que Raine estava vestindo. Ele nunca a tinha visto de vestido antes. Mesmo na festa a fantasia, ele não teve a chance de vê-la de vestido.

Na verdade, Raine estava linda e doce naquele vestido, mas como ele não estava acostumado a vê-la usando um, ele estava um pouco fascinado com a visão.

“Você vai a algum lugar, Raine?” Ignorando as palavras de Rafael, Calleb perguntou a Raine diretamente.

“Por quê?” Raine levantou a cabeça do livro de desenhos em seu colo. Ela estava desenhando um bebê… o bebê Torak.

“Você parece tão… diferente.” Calleb tentou encontrar a palavra certa.

“Estou parecendo estranha?” Raine de repente concentrou sua atenção em Calleb enquanto fechava seu livro de desenhos.

“Não, claro que não.” Calleb respondeu rapidamente. “É só que eu nunca te vi de vestido.”

Com isso, o trajeto até o escritório continuou em silêncio enquanto Raine seguiu com seu desenho. Torak encarava o bebê no livro de desenhos dela com um olhar indiscernível.

==============  
Como de costume, eles usaram o mesmo elevador que os levou diretamente para o escritório do Torak.

“Seu aniversário está chegando em breve, onde você quer celebrá-lo?” Torak perguntou quando saíram do elevador.

Calleb e Rafael usaram outro elevador porque tinham outras coisas para fazer e, dado que Raine estava lá com Torak, Calleb voltou para sua mesa e ajudou Rafael com a Empresa.

Raine pensou sobre isso, mas não tinha nada que queria além daquela ‘coisa’, então ela balançou a cabeça e sentou-se na cadeira em frente à mesa de trabalho de Torak. “Não sei… não tenho nada em mente.”

“Você quer comemorar só em casa?” Torak queria preparar algo especial para Raine, mas ele nunca havia comemorado o aniversário de ninguém antes. Eles não tinham essa comemoração consecutiva todo ano já que tinham muitos séculos para viver.

“Eu gostaria de comemorar só entre nós quatro…” Raine sorriu. Rafael e Calleb eram família para ela. Ela adoraria tê-los se juntando à celebração.

“Certo, vamos comemorar só entre nós quatro.” Torak abriu seu laptop enquanto Raine continuava rabiscando em seu livro de desenhos.

“O bebê parece bonito.” Torak comentou.

“Como você sabe que é um menino?” Raine levantou a cabeça e olhou para Torak, que ainda estava ocupado com seu laptop.

“Você está me desenhando.” Torak disse em um tom de quem fala um fato.

Raine piscou e olhou para o bebê no seu livro de desenhos. Ela pensou que como todos os bebês parecem iguais, Torak não saberia que esse era na verdade ele.

“Você me encontrou quando viajou de volta para o passado?” Torak perguntou casualmente enquanto respondia um e-mail.

Raine estava em uma situação difícil. Serefina claramente não queria que ela falasse sobre isso, mas ou era ela, que era fácil de ler, ou era Torak, que era muito inteligente para poder adivinhar. Ela optou pelo último.

De qualquer forma, Raine não respondeu sua pergunta. Mas o silêncio dela ofereceu a resposta que ele precisava.

“Como eu me lembro, pelo que ouvi, houve uma comoção durante o dia da celebração da minha apresentação ao público.” Torak ainda focava seus olhos na tela como se estivesse falando de uma coisa trivial. “Foi nesse momento que você foi com Serefina?”

Raine engoliu em seco, ansiosa. Ela baixou a cabeça enquanto respondia. “Não posso te contar sobre isso…”

“Você não me contou nada, meu amor.” Torak desviou seus olhos da tela e piscou para Raine. “Eu adivinhei.”

As palavras de Torak fizeram Raine pensar sobre isso e ela se sentiu um pouco melhor. Era verdade. Ela não lhe tinha contado nada. Ele foi quem acertou na adivinhação.

“Então nós nos encontramos antes.” Torak afirmou, radiante de felicidade. Ele deixou de lado seu laptop e olhou para Raine. “Você encontrou meus pais também?”

Torak tentava não deixar óbvio que queria saber o que havia acontecido com ela durante sua jornada com Serefina.

Ele tentava suprimir suas emoções e tornar a conversa o mais natural possível. Se Raine estava relutante em contar, então ele tentaria descobrir de outra maneira.

Torak só precisava ser mais paciente do que antes, algo que ele aprendeu a ser sempre que estava com Raine.

“Sim, eu encontrei…” Raine sorriu de volta para ele. “Eles eram incríveis… Eu não sabia que você morava em um castelo.” Mesmo que tenha sido por um período curto, ela se lembrava de quão incrível era o castelo.

“Eu deixei aquele reino desde a grande guerra.” Torak disse, anotando que Raine foi ao castelo e encontrou seus pais. Agora eles estavam no tópico que ele queria conversar com Raine. “Então era o caçador de feiticeiros daquela época?”

Torak referia-se ao caçador de feiticeiros que Raine havia matado.

“Sim…” Raine assentiu, parecendo um pouco triste porque se lembrava de que havia matado alguém.

“Obrigado por me salvar naquela época…” Torak esticou sua mão para fazer um carinho na cabeça de Raine.

Raine estava confusa, piscou os olhos rapidamente. Era verdade que a ação dela havia salvado ambos, mas ela não se lembrava de ter mencionado algo sobre.

“Como você sabe disso? Eu não me lembro de ter mencionado nada sobre.” Raine não pôde evitar perguntar, mas sua pergunta, sem ela perceber, solidificou a afirmação de Torak.

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