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O Amor de um Lican - Capítulo 208

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208: UM PLANO PERVERSO PARA O FILHO DO ALFA 208: UM PLANO PERVERSO PARA O FILHO DO ALFA Raine avistou o caçador de feiticeiros logo antes de ele notá-la. Ela rapidamente espremeu seu corpo debaixo da cama. Felizmente, ela era magra o suficiente para caber ali.

Pelo som das passadas entrando no quarto, Raine pôde determinar que havia mais de uma pessoa entrando. Ela contou tr~es homens, e todos eles eram homens.

O primeiro homem murmurou algo em um idioma estranho enquanto uma fumaça branca e fina cobria todo o quarto.

Raine assistiu em horror enquanto a fumaça branca se aproximava dela. Ela esperava que o chifre do unicórnio pudesse repelí-la. Ela fechou os olhos de medo e esperou pelo que a fumaça branca faria com ela.

Um minuto se passou e nada aconteceu.

“Não há ninguém no quarto exceto aquelas cinco bruxas.” O mesmo homem continuou a falar enquanto a fumaça branca desaparecia. Sua voz soava como a de um velho.

Então esse era o propósito da fumaça branca, Raine pensou, soltando um suspiro silencioso de alívio.

“O que faremos com elas?” Perguntou o segundo homem, sua voz soava tão fria e arrogante. Raine sentiu um desconforto só de ouvir sua voz áspera.

“Queimem todas.” Disse o terceiro homem secamente, sua voz transbordava autoridade.

“Você ouviu o que o Mestre disse.” Disse o segundo homem. “Faça!”

“Não… Eu não posso… Eu não consigo matar os meus próprios.” O velho homem era aparentemente um bruxo também, mas por que ele estaria trabalhando com caçadores de feiticeiros?

Raine balançou a cabeça. Este não era o momento para tanta curiosidade. Ela precisava se concentrar. Por ora, ela tinha que garantir que eles não a pegassem, pelo menos até Serefina chegar.

“Você não consegue?” Disse o segundo homem, sua voz entrelaçada com maldade. Ele chutou as pernas do velho homem com tanta força que ele caiu de joelhos diante deles. E então, incapaz de manter o equilíbrio, ele tombou no chão.

Raine segurou a respiração. O velho homem estava agora deitado no chão, seu ombro visível para Raine. Se ele baixasse a cabeça um pouco mais, o velho homem poderia ver Raine.

Felizmente, ele levantou a parte superior de seu corpo nesse momento para suplicar aos caçadores de bruxas, “Por favor… não me façam matar o meu próprio povo…” O velho homem implorou de forma lamentável. Ele era um bruxo que estava tendo escrúpulos com a ideia de matar os seus semelhantes, e jovens por cima disso. Um pouco tarde demais para tais reservas, Raine pensou.

Entretanto, essas foram as últimas palavras que saíram de sua boca porque no segundo seguinte, seu corpo desabou no chão com um baque alto e sangue começou a se acumular embaixo de seu corpo sem vida.

No segundo em que sua vida lhe escapou, o velho homem fitou uma garota de capa roxa que estava escondida debaixo da cama. O último pensamento que o perturbou foi que ele não tinha percebido a garota mais cedo. Como poderia a sua magia ter falhado em descobri-la?

Raine enfiou a palma da mão na boca para abafar seu grito. A visão dos olhos sem vida do velho homem fixos nela aterrorizaram Raine.

Felizmente, ela conseguiu se manter quieta enquanto fechava os olhos com força. Seu corpo tremia incontrolavelmente.

Raine continuava a ver a mesma cena em sua vida. Começando com a morte de seus pais, depois quando Torak matou um licantropo que a atacou, depois o homem no hospital psiquiátrico, e agora… este…
Pessoas morriam ao seu redor…

Embora essa não fosse a primeira vez que Raine viu algo tão horrível quanto isso, ela ainda não conseguia se acostumar. Ninguém conseguiria.

Raine pressionou as palmas das mãos com força contra sua boca para abafar qualquer som que pudesse escapar de seus lábios. Ela fechou os olhos com força. Se pudesse, ela teria bloqueado seus ouvidos também.

Mas ela não podia, portanto ela ainda podia ouvir um dos dois homens se movendo em direção aos cinco adolescentes.

Um som de corte ecoou dentro do quarto e então ela ouviu o som repugnante de sangue esguichando nas paredes. Ela podia muito bem imaginar sangue derramando no chão.

“A batalha terminou.” Declarou o terceiro homem.

Os sons de luta de fato haviam desaparecido. Por um momento, um silêncio arrepiante desceu sobre o quarto. Lá fora, o som das pessoas conversando pelo corredor ainda podia ser ouvido. As festividades nas ruas continuavam alegremente. Era como se nada de infeliz tivesse acontecido.

“Brad, você acha que eles conseguiram capturar as duas bruxas?” Perguntou o segundo homem enquanto limpava sua adaga.

“Eles conseguiram.” Respondeu o terceiro homem chamado Brad com certeza.

Neste momento, Raine realmente desejava que, em vez de ter o poder de controlar o tempo que ela ainda não conseguia usar, ela realmente queria ter o poder de se tornar invisível para que pudesse sair deste quarto e procurar Serefina.

A bruxa não morreria tão facilmente, certo? Ela estava tão calma quando Raine mencionou sobre o homem que as seguiu do bar e nem um pouco preocupada quando ela disse que eram caçadores de feiticeiros.

Mas por que Serefina ainda não havia voltado? A luta não havia terminado?

Raine mordeu os lábios para abafar seu choro diante do pensamento de que algo ruim havia acontecido com Serefina. Conforme o tempo passava sem nenhum sinal dela, ela ficava agitada e muito assustada.

“Ótimo! Podemos avançar para o nosso próximo plano.” Disse o segundo homem enquanto brandia sua adaga limpa. “Mas você está certo deste plano? Se algo sair errado, estaremos em uma situação perigosa.” A dúvida em sua voz era palpável.

“Recue agora se você está começando a se acovardar!” A voz de Brad estava carregada de raiva quando ele gritou com o outro homem.

O homem lançou um olhar de desprezo. “Claro que eu vou seguir até o fim deste plano. Eu só quero ter certeza de que tudo está sob controle.”

“Tudo está sob o meu controle.” Brad disse arrogantemente, um sorriso malicioso se formando no canto dos seus lábios.

“Perfeito. Afinal, matar o filho de um Alfa não é uma tarefa fácil.”

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