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O Amor de um Lican - Capítulo 184

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184: UM COPO DE LEITE MORNO 184: UM COPO DE LEITE MORNO Eu nunca desejei por um príncipe encantado, sonhava com meu grande lobo mau.

**************
Quando chegaram ao prédio da Companhia Donovan, Calleb dirigiu o carro até o subsolo, perto do elevador privativo que os levaria diretamente para o escritório de Torak. Como em seus outros escritórios, tais facilidades asseguravam sua privacidade.

Enquanto isso, desde que conversaram sobre a marca de Lycan, Raine se sentia um tanto triste e não falava mais, contudo, quando entraram no elevador, ela se animou novamente.

[Raph, estou com Raine. Onde você está? O Alfa está com você?] Calleb comunicou mentalmente com Rafael.

[Sim, estamos em uma reunião. Terminaremos em trinta minutos. Apenas espera no escritório.] Rafael respondeu enquanto ouvia a apresentação do chefe do Departamento de Marketing.

[Entendido.]
Calleb não conseguia alcançar Torak porque ele havia fechado o vínculo mental. Ele geralmente faz isso quando está no meio de uma reunião importante, mas Rafael poderia ser alcançado caso surgisse algo urgente.

“Torak e Rafael estão em uma reunião. Deverão terminar em trinta minutos.” Calleb informou Raine.

“Você fez ‘isso’?” Raine se referiu a como Calleb fez o vínculo mental. Ela olhou para Calleb com inveja, fazendo um leve bico.

“Não me olhe assim.” Calleb abaixou o boné de beisebol para Raine parar de lhe lançar aquele olhar. “Peça para Torak marcar você e poderá fazer o mesmo.” Ele sugeriu.

Raine não respondeu diretamente, mas ao sair do elevador, murmurou. “Não. Não vou pedir para ele fazer isso.”

Ao ouvir isso Calleb levantou suas sobrancelhas. “Então pare de fazer beicinho.” Ele seguiu Raine e se sentou no sofá enquanto Raine ocupava a cadeira de Torak.

Seu corpo era tão pequeno que não se encaixava em seus arredores. A grande mesa de trabalho e a cadeira de escritório de couro quase engoliam seu corpo inteiro, especialmente quando ela descansava preguiçosamente a cabeça na mesa.

“Se eu pedir, vai parecer que ele não o faz de coração.” Raine suspirou.

Calleb também suspirou com ela. Mulheres eram realmente difíceis de entender. “O que você gostaria de comer? Ainda não almoçou. Torak ficará chateado comigo se souber disso.” E era difícil agradar o Alfa.

Raine deu uma risada quando Calleb mencionou o nome de Torak para fazê-la obedecer. “Quero almoçar com Torak.” Ela respondeu.

Como Torak estava em uma reunião agora, certamente ele também ainda não tinha comido.

“Bem, vou te pegar um copo de leite morno enquanto espera por ele.” Calleb lembrava de todos os detalhes de como Torak cuidava de Raine.

O Alfa não se segurava quando se tratava de sua parceira, aparentemente indiferente às opiniões alheias sobre demonstrar seu afeto publicamente.

Segundo Torak, Raine precisava de leite morno para ganhar um pouco mais de peso, pois ela era muito magra. Contudo, Calleb se sentia como se estivesse cuidando de uma menina de cinco anos em vez de uma adolescente.

Raine não disse nada e nem se moveu de sua posição enquanto tirava o boné de beisebol e olhava para o céu azul claro lá fora através da janela do chão ao teto. Ela refletia sobre porque Torak ainda não a tinha marcado.

“Quem é você? O que está fazendo sentada aí?”

A voz aguda de uma mulher assustou Raine quando ela levantou a cabeça e olhou para a outra mulher de traje formal.

Ela tinha cabelos curtos na cor de tijolo escuro que caíam sobre seu ombro. Seus olhos estavam fixos em Raine em pânico porque ninguém jamais havia entrado no escritório de Torak sem permissão antes, especialmente uma mulher.

Quando Raine estava no escritório de Torak para estudar com a Sra. Martha algumas semanas atrás, ninguém a havia visto pois ela sempre usava o elevador privativo quando vinha. Naquela época, nenhum outro funcionário exceto Calleb e Rafael tinha permissão para entrar em seu escritório. No entanto, como Raine não havia ido ao escritório recentemente, as regras relaxaram um pouco.

A mulher sabia que Torak e Rafael estavam em uma reunião, mas como viu Calleb sair do escritório, pensou que estaria tudo bem colocar na mesa os importantes documentos que Torak havia pedido há dois dias. Quem iria imaginar que encontraria alguém, ainda por cima uma menina, sentada confortavelmente na cadeira de Torak. Torak não ficaria bravo mais tarde? Seu grande chefe certamente não apreciaria se alguém tocasse em suas coisas sem sua permissão.

“Você não deveria sentar aí.” Rapidamente, ela caminhou em direção a Raine e puxou seu braço, forçando-a a se levantar. “Se o Sr. Donovan te vir, ele ficará muito bravo.” A mulher estremeceu ao se lembrar de como Torak ficou irritado quando alguém do governo entrou no seu escritório, pensando que sua posição era importante o suficiente para encontrar Torak para uma colaboração mesmo sem horário agendado.

Raine piscou os olhos quando foi forçada a sair da cadeira de couro de Torak.

“Está tudo bem. Ele não ficará bravo…” Raine tentou explicar para a mulher, mas ela simplesmente não a ouvia.

A mulher arrastou Raine para longe da mesa de Torak e se voltou para ela. “Quem é você? Como entrou neste escritório? Você tem que sair antes que alguém te veja.” Ela avisou Raine.

Vendo como Raine se vestia de forma simples, ela pensou que Raine era uma garota comum que de alguma forma conseguiu entrar ilicitamente no escritório de Torak.

Torak é uma figura famosa no mundo dos negócios, mas quando mudou seu escritório para esta cidade recentemente, sua fama disparou. Ele foi destaque não só em notícias de negócios, mas também em colunas de fofocas. As mídias competiam para encontrar qualquer informação sobre Torak. Ele era considerado um dos solteiros mais cobiçados e mulheres bem como adolescentes tinham interesse sobre sua vida privada e amorosa.

Todo jovem empresário de sucesso que ainda é solteiro é como um farol verde para aquelas solteiras por aí.

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