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O Amor de um Lican - Capítulo 162

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162: ELES MERECIAM 162: ELES MERECIAM “Lá!” Lana apontou para os dois bolos nas mãos da Raine. “Ela pegou.”

O motivo que Lana deu, soava realmente ridículo. Era tão estúpido que um dos clientes interveio, falando no mesmo tom alto. “Do que você está falando? Com base na sua lógica ridícula, todos nós aqui somos ladrões então? É isso que você quer dizer?!”

Quase imediatamente, havia murmúrios dos demais presentes. Com a mesma voz alta de Lana, eles estavam concordando e questionando a acusação de Lana. Porque era simplesmente errado julgar alguém com base nessa lógica. Além de extremamente estúpido da parte dela fornecer um motivo como esse, também era grosseiro fazer tal acusação a alguém. Pior, eles não tinham prova alguma para isso.

“Mas ela com certeza não pode pagar por esses bolos!” Lana retrucou, irada. 
Dessa vez as pessoas riram de sua teimosia e estupidez. 
“Olha o homem ao lado dela, eu não acho que ele esteja com falta de dinheiro!” disse a mesma pessoa, rindo alegremente. Mas seu riso parou abruptamente quando ela percebeu quem era o homem. Ela não podia acreditar no que seus próprios olhos viam.

“Você sabia que essa garota é do orfanato? Como ela poderia comprar algo nesta loja?!” Lana falou, descontente. 
“Senhorita, acho que você fez uma acusação errada, este cavalheiro está com a senhora. Ele estava prestes a pagar quando ouviu que havia uma confusão aqui.” Disse uma funcionária da loja. Ela estava de olho no Torak desde a primeira vez que ele chegou à loja com a Raine.

O gerente suspirou. “Eu acho que isso é apenas um mal-entendido. Moça, você deve um pedido de desculpas a ela por sua falsa acusação contra ela.” Ele queria resolver essa questão rapidamente. Porque era final do mês. E durante esse período, como muitos outros funcionários de lojas, ele tinha muita coisa para fazer.

“Eu não aceito os pedidos de desculpas deles.” Torak falou de forma rígida, olhando para a Raine ao seu lado. “Eles acusaram a minha… mulher de algo que ela não cometeu.” Ele disse, hesitando ao escolher a palavra certa que seria adequada para se referir a Raine. “Eu quero que você os reviste em vez disso. Eu tenho medo que sejam eles que tenham roubado algo desta loja.”

“Impossível! Nós não roubamos nada daqui!” disse Diane imediatamente, negando seu pedido. Qualquer um podia ver que ela estava desnecessariamente nervosa.

Torak não queria argumentar com pessoas insignificantes como aquelas garotas. Então ele simplesmente falou com o gerente. “Essas garotas são de um orfanato, eu não acho que elas poderiam comprar algo aqui.” Ele usou as mesmas palavras para acusá-las.

Ao ouvir as palavras de Torak algumas pessoas cobriram a boca, rindo. 
“Senhorita, você se importaria de nos mostrar suas bolsas, por favor?” Depois de considerar a situação, o gerente optou por seguir as palavras de Torak. Além disso, não haveria mal algum nisso. 
A razão para sua ação era que, comparado às três jovens garotas, ele preferia não ofender o homem à sua frente. Enquanto isso, Lana, Sally e Diane estavam extremamente nervosas agora. Elas jogaram suas bolsas no chão. Então os seguranças as pegaram e as revistaram, para ver se realmente haviam roubado algo. 
“Vocês realmente acham que vão encontrar algo?!” Diane perguntou furiosamente. “É impossível para nós roubar qualquer coisa daqui. E além do mais, já estivemos aqui várias vezes! Somos clientes.”

“Isso é verdade! É absolutamente uma humilhação!” Sally disse, com raiva. 
Mas, antes que elas pudessem reclamar ainda mais, os dois seguranças tiraram algo de suas bolsas. Eram dois bolos de chocolate de cada uma das bolsas. 
“O quê?!” Lana ficou boquiaberta. “Não! Isso é impossível!”

“Nós não pegamos aqueles bolos!” Os olhos de Diane se arregalaram, observando em horror enquanto Sally sacudia a cabeça em negação. 
“Como aqueles bolos foram parar dentro das nossas bolsas?!” Sally arrancou sua bolsa do segurança. “Eu não peguei aqueles bolos!”

Todas as pessoas ali ficaram chocadas também, assistindo como as coisas se desenrolavam com uma reviravolta inesperada. Elas não esperavam por isso, na verdade ninguém esperava. Como a situação poderia ter se tornado tão complicada para essas garotas?

O gerente também ficou surpreso com o rumo dos acontecimentos. Ele ficou completamente sem palavras, sem saber o que dizer. Mas já que as provas estavam ali, na cena, não adiantava negarem. 
No caso da Raine, ela segurava os bolos nas mãos, algo normal. Mas não era o caso daquelas três garotas. Em vez de segurar os bolos—pelos quais deveriam pagar—em suas mãos, elas colocaram os bolos dentro de suas bolsas. Não era um lugar normal para se colocar itens não pagos. Não é de se espantar que esse momento revelador tenha de alguma forma suscitado suspeitas contra elas.

“Eu acho que vocês podem se explicar dentro do meu escritório.” O gerente fez um gesto para os seguranças, ordenando implicitamente que levassem as três garotas embora. Elas estavam erradas, e foram elas que cavaram sua própria cova. Foi o fim delas quando gritaram e chamaram alguém de ladrão sem provas nas mãos, enquanto eram elas as verdadeiras ladras.

Com gritos e uma enxurrada de xingamentos, os seguranças levaram Lana, Diane e Sally para longe do local. Assim que desapareceram atrás da porta com a placa ‘Apenas para Funcionários’ na frente, a atmosfera tranquila retornou. Os outros clientes voltaram a procurar os bolos que queriam, mas o evento chocante que acabara de acontecer não sairia de seus lábios tão cedo.

“Em nome de nossa loja, gostaríamos de dizer que lamentamos muito pelo transtorno que vocês acabaram de passar aqui.” O gerente falou para o Torak e olhou para a Raine. “Como compensação, permita-me oferecer-lhes gratuitamente os dois bolos que você tem em mãos.” Ele disse generosamente.

“Não há necessidade disso.” Torak interrompeu-o de forma cortante. Em seguida, falou para Raine. “Você precisa de mais alguma coisa daqui?”

“Hã?” Raine estava absorta, afogada em seus próprios pensamentos. Sua atenção vagueou para outro lugar por um bom tempo. Por causa disso, ela não conseguiu entender o que estava acontecendo. Ela simplesmente não prestou atenção na pergunta dele. 
“Eu perguntei a você, Raine. Você quer mais um bolo?” Torak repetiu a pergunta pacientemente. 
“Ah, não.” Raine desviou o olhar dos dois Lycans à sua frente e olhou para Torak. “Mmh, acho que quero mais dois.” Ela mudou de ideia. 
“Certo.” Torak pegou mais dois bolos rapidamente da prateleira. “É isso? Já está bom agora?”

“Sim.” Raine assentiu.

“Senhor, por favor. Gostaríamos de oferecer esses bolos de graça como forma de nosso pedido de desculpas.” O gerente continuou insistindo na oferta. 
Mas, Torak franziu a testa. “Eu vou presentear a minha mulher com coisas grátis. Você pode ficar com isso para você.” 
Depois de dizer isso, Torak deixou o gerente que estava ali atônito. A verdade é que a loja não vendia nada barato, não havia um único item lá que era vendido barato. Os bolos que eram vendidos ali eram todos ultra-caros, porque usavam apenas os melhores ingredientes para cada um dos bolos. Não só isso, todos os bolos e doces lá eram feitos exclusivamente por padeiros artesãos. 
Ainda assim, Torak recusou-se a pegá-los de graça, com essa simples razão.

“Ah, como eu gostaria de ter um homem como ele!” A funcionária da loja de antes olhou para Torak com adoração, ela juntou as mãos como se estivesse rezando. “Deus, por favor… guarde um assim para mim.”

“É melhor você continuar trabalhando.” O gerente a olhou feio e saiu. 
Do lado de fora da loja, após Torak comprar os bolos, eles caminharam em direção à entrada do shopping. Acima deles, o céu começou a escurecer. 
Mas quando estavam do lado de fora, Calleb e Rafael estavam esperando por eles dentro do carro.

Depois que ela entrou no carro, ela cumprimentou Rafael e Calleb alegremente. E então ela disse, “Torak, você enganou eles.”

“Sim, eu enganei.” Torak admitiu diretamente. “Por quê? Você por acaso não gostou disso?”

Raine pensou por um momento. Mas então, ela deu de ombros, sorrindo marota. “Não, eles mereceram.”

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