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O Amor de um Lican - Capítulo 155

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  3. Capítulo 155 - 155 SOM ANGÉLICO 155 SOM ANGÉLICO Raine interrompeu o beijo
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155: SOM ANGÉLICO 155: SOM ANGÉLICO Raine interrompeu o beijo. Ela parou, pois precisava recuperar o fôlego. O beijo de Torak dessa vez foi tão intenso que nem ela conseguia ter certeza de quanto tempo durou. Tudo o que ela sabia é que Jenedieth não estava mais lá. Ela estava um pouco confusa sobre o tempo que passou beijando o rapaz à sua frente.

Torak sorriu suavemente. Ele acariciou com o polegar os lábios inchados de Raine, ele gostava do gosto dela, e de como os lábios dela eram suaves contra os dele. Torak queria prová-la mais, nunca seria o suficiente para ele.

Nas últimas semanas, desde que Raine foi encontrada no hospital, ele sabia que ela precisava de muito mais tempo para se recuperar. Ele sentia falta dela. Sentia falta da maneira como ela sorria timidamente, ou de sua voz gentil que acariciava seus ouvidos e de como ela podia ser adorável quando ele a provocava.

Ele a amava com tudo o que tinha.

Torak se inclinou para capturar seus lábios novamente, mas Raine abaixou a cabeça para evitá-lo. “Ela não está mais aqui…” Ela disse fracamente, olhando para o local onde Jenedieth estava mais cedo.

Torak levantou uma sobrancelha interrogativamente. “E daí?”

Raine olhou para ele com seus belos olhos e respondeu. “Eu pensei que você fez aquilo…” Ela parou e mordeu os lábios envergonhada. “Para fazê-la sair…”

Ao ouvir a resposta dela, Torak quase morreu de rir. Como Raine poderia pensar em algo tão ridículo?

“Eu te beijei porque eu queria te beijar. Se algum dia eu te beijar, será sempre porque eu queria fazer isso. Não é por causa de outra pessoa.” Ele beijou a ponta do nariz dela e aninhou a cabeça no vão de seu ombro. “Eu te amo, meu anjo.”

Raine não sabia como responder à súbita confissão de Torak. Embora para ser justa, não fosse a primeira vez que ele dizia isso. Mas, seu coração ainda respondia às palavras doces dele, como se fosse a primeira vez.

“Eu quero estar sempre com você. Você ficará comigo para sempre?” Torak perguntou, parecendo alguém que estava bêbado. Era tudo por causa do cheiro intoxicante de Raine que conquistou completamente seus sentidos. Ele se sentia em perfeita felicidade sempre que estava com Raine em seus braços.

Ficar com ele para sempre?—ela pensou. Raine repetiu a pergunta em sua cabeça inúmeras vezes, parecia tão adorável, mas quanto tempo isso seria para ela? Afinal, Torak era uma criatura imortal. Mas, se não fosse com ele, Raine não sabia com quem mais gostaria de estar. Ela não conseguia imaginar se tivesse que terminar com outra pessoa, exceto Torak. Ninguém mais lhe vinha à mente.

“Eu também te amo…” ela disse, com sua voz que soava quase como um sussurro. Ela envolveu os braços em torno do pescoço de Torak.

Um sorriso radiante brotou nos lábios de Torak quando ele ouviu isso. Não era uma simples confissão de Raine, mas também uma garantia de que ela sentia o mesmo que ele. Agora, Torak poderia se preocupar menos, porque finalmente sabia o que ela sentia por ele. Aquelas palavras significavam muito para Torak.

“Fique comigo para sempre, meu amor. Eu te protegerei e não deixarei que o mal lhe aconteça.” Era um juramento, e Torak pretendia mantê-lo com toda a sua força.

==============
O céu havia escurecido e a lua estava escondida atrás das nuvens sombrias. Mas a luz dentro da sala de estudos ainda estava acesa. Raine permaneceu em sua posição desde a confissão, enquanto Torak a embalava enquanto trabalhava.

Durante esse tempo, sempre que houvesse uma ligação telefônica, Raine seguraria o telefone no ouvido de Torak enquanto ele lia os documentos.

Tudo continuou por duas horas. O tempo certamente passou. Mas, finalmente Torak colocou de lado seu trabalho. Raine o olhava com um sorriso nos lábios. Torak se viu sorrindo para ela também. Parecia tão natural.

“Com fome?” Torak perguntou, olhando para o relógio digital em sua mesa. Eram 22h14.

Raine já havia jantado antes de descer para a sala de estudos com Calleb, Rafael garantiu isso. Mas Torak ainda não havia comido nada desde que chegou.

“Não estou.” Raine balançou a cabeça.

“Com sono?” Torak perguntou novamente.

Raine balançou a cabeça. “Você não comeu nada desde que chegou. Gostaria de comer alguma coisa? Posso cozinhar algo para você.” Raine estava de bom humor.

Quando Torak ouviu isso, seu rosto brilhou, encantado com a oferta. “Eu adoraria comer qualquer coisa que você cozinhe.” Ele disse com um sorriso. “Você não está cansada?”

Torak se lembrou dos eventos que aconteceram durante todo o dia. Muitas coisas aconteceram e Raine acabara de se recuperar de seu longo sono. Ele só não queria que ela se esforçasse demais. No entanto, vendo o quão ansiosa ela estava em cozinhar algo para ele, isso fez Torak sentir algo quente florescendo em seu coração. Sentiu-se estranhamente surpreso, mas acolheu esse sentimento com satisfação.

“Não.” Raine então saltou do colo de Torak e esticou um pouco o corpo. “Vou cozinhar algo para o seu jantar.” Ela alcançou a mão dele e o levou para fora da sala de estudos. Torak a seguiu com prazer, vendo o quanto ela estava feliz agora. Parecia que a questão do diário daquela tarde nunca tinha acontecido. Ele estava aliviado porque Raine não estava mais triste com isso.

==============
“Obrigado pela refeição…” Torak terminou o jantar que Raine havia cozinhado para ele. Ele beijou a testa dela como um gesto de gratidão.

Como era tarde da noite, Raine só conseguiu cozinhar alguns pratos simples. Salmão ao alho e limão e aspargos. Raine não tinha certeza de que tipo de comida Torak preferia, mas ao ver como ele havia devorado tudo, ela sorriu alegremente. Ficou contente em ver que ele gostou das refeições.

“Se você quiser, posso cozinhar para você todos os dias.” Raine ofereceu sem pensar duas vezes. “Que comida você gosta de comer?”

“Eu sabia, eu estava certo o tempo todo.” Torak disse enquanto afastava uma mecha do cabelo dela para trás da orelha.

“Sobre o quê?” Ela inclinou a cabeça, não entendendo do que Torak estava falando. A resposta dele não correspondia com sua pergunta.

“Você é uma pessoa falante.” Torak disse em um tom carinhoso. Ele não se importava de ouvi-la falar pelo dia inteiro, se tivesse a chance. Mas, diferente dele, Raine entendeu o comentário dele de maneira errada.

“Desculpe se eu falo demais.” Raine ficou envergonhada por seu próprio ato. Ela simplesmente se sentia muito mais confortável e segura perto de Torak. Havia muito tempo desde a última vez que ela falou tanto.

Na verdade, há muito tempo atrás, quando ela era criança, ela não era o tipo de criança que era quieta. Sua mãe costumava suspirar quando tinha que enfrentar uma série de perguntas de Raine.

“Não, você entendeu errado o que eu quis dizer.” Torak a puxou para um abraço breve. Depois, olhou para ela com um sorriso que moldava seus lábios. “Eu adoro ouvir sua voz, meu anjinho. Sua voz é o som mais angelical que eu já ouvi em toda a minha existência.”

Depois de dizer isso, Torak abaixou a cabeça. Ele plantou outro beijo nos lábios macios dela.

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