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O Amor de um Lican - Capítulo 130

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130: DESSESPERADAMENTE À PROCURA DELA 130: DESSESPERADAMENTE À PROCURA DELA ‘Cause I don’t wanna lose you now
Estou olhando bem para a minha outra metade
A vaga que estava no meu coração
É um espaço que agora você ocupa
-Mirror, por: Justin Timberlake-
**************
Torak chegou à casa onde Raine havia vivido por oito anos, antes da horrível noite que levou embora seus pais e a transformou em órfã.

Essa casa não havia sido ocupada por um longo tempo. O teto havia desabado e as ervas daninhas floresceram no quintal, enquanto a velha casa não era mais do que uma barraca sobre sua fundação.

Poeira e sujeira cobriam todas as superfícies.

A casa havia sido abandonada da forma mais depressiva possível, com rumores horrendos fazendo parte disso. Quando a terra ao redor se tornou uma tigela de poeira, não havia razão para ficar, ou tentar vendê-la quando o legítimo proprietário estava em uma instituição mental.

Torak podia presumir que ninguém tinha vivido lá desde que a família de Raine foi morta. Provavelmente essa era uma das razões pela qual ninguém morava lá agora.

Ele deu alguns passos para frente e retornou à sua forma humana. Ele não sabia a condição de Raine agora, se ela realmente estava dentro da casa dilapidada. Mas a última coisa que ele queria era assustá-la, apesar de Raine ter visto sua forma de Lycan algumas vezes, apenas por precaução…
Torak ficou de pé onde antes era o terraço e fechou os olhos, tentando captar o cheiro que só pertencia à sua parceira. Mas ele não sentiu nada no ar exceto o odor da casa abandonada.

A porta rangeu ao ser empurrada. Assim que ele entrou, uma espessa camada de poeira e mofo cobria tudo, teias de aranha em cada canto da casa.

Não havia nada lá. Nem mesmo uma voz que pertencesse a humanos.

Raine não estava lá.

A despeito desse fato, Torak ainda procurava por ela obstinadamente em cada canto do cômodo. Conforme prosseguia, ele abria todas as portas e verificava cada parte até ter certeza de que Raine não estava lá.

O último cômodo que ele entrou foi o quarto de Raine. O quarto dela quando era criança.

Na mesa ao lado da pequena cama, havia uma foto de Raine, que ainda estava claramente visível, em uma das molduras.

Torak pegou a foto e limpou a poeira de sua superfície, para que pudesse ver o rosto de sua parceira aos sete ou oito anos.

Raine era uma menininha adorável com longos cabelos pretos amarrados no alto da cabeça. Na foto, ela ria alegremente, o tipo de risada que Torak nunca tinha visto antes.

Ele acariciou o rosto de Raine na foto suavemente, como se estivesse acariciando a própria Raine.

Onde você está, meu amor?

Sua besta interior emitiu um som baixo e fraco enquanto a dor de perder sua parceira se espalhava por suas veias, apertando seu coração com força, o tipo de dor desconfortável que ele nunca havia experimentado antes.

Torak colocou a foto cuidadosamente dentro de seu bolso enquanto sentia que alguém se aproximava. Ele não se alarmou, pois reconheceu o cheiro.

Era Jack, o licano, que deveria proteger Raine e manter os olhos em Serefina, mas falhou em ambas as missões. Ele não deveria estar aqui, e levou os lobisomens para vigiar esse lugar.

“Alfa.” Jack chamou Torak com uma voz que estava cheia de medo e culpa, ele merecia sentir isso depois do que aconteceu.

Jack se aproximou com a cabeça baixa. A lembrança de como Torak quase acabou com sua vida passou por seus olhos novamente, mas teimosamente ele não recuou.

“Preste muita atenção aqui.” Torak disse com uma voz impassível, e um rosto desprovido de quaisquer emoções. Ele poderia punir Jack mais tarde, mas sua parceira não podia esperar, não, ele era o que não podia esperar para encontrá-la.

Depois de dizer isso, Torak saiu do quarto, deixando Jack respirar aliviado.

==============
O segundo lugar que Torak visitou foi a instituição mental onde Raine foi internada por três anos quando tinha apenas treze anos de idade.

Destra vez, Calleb estava lá, e Torak também podia sentir o cheiro fraco de Rafael no ar.

“Alfa.” Calleb se aproximou dele. Pela sua expressão de cansaço e preocupação, era evidente que o Gama estava procurando por ele a noite toda e durante o meio-dia. “Rafael está lá dentro cuidando da autorização, para que possamos vasculhar o prédio inteiro.” O Gama explicou apressadamente.

“Autorização?” Torak franziu os olhos perigosamente, nessa situação, ele não precisava de permissão para se preocupar.

No estado atual, Torak não esperaria por essas pessoas insignificantes lhe darem permissão e atrasá-lo nessa busca.

Torak não parou para ouvir as próximas palavras de Calleb, enquanto caminhava em direção à entrada e empurrava a porta de vidro.

Seus sentidos se concentravam em apenas uma coisa, qualquer sinal de sua parceira, seja o cheiro, a voz ou qualquer coisa que indicasse que ela estava ali.

Uma enfermeira com seu uniforme azul claro se aproximou de Torak com uma expressão perplexa.

“Senhor, se você quer visitar alguém, por favor vá até a área de recepção. Este local é restrito apenas para a equipe.” A enfermeira tentou acompanhar os passos largos de Torak, ela estava quase correndo quando agarrou a mão de Torak. “Senhor, você não pode ficar aqui.” Ela disse severamente desta vez.

“Senhorita, nós pedimos permissão para investigar o prédio inteiro.” Calleb tentou salvar a enfermeira da ira de Torak.

A situação ficaria feia e dificilmente controlável, uma vez que Torak perdesse a paciência e machucasse a enfermeira.

Eles não precisavam de uma cena de assassinato aberto aqui.

No entanto, a enfermeira não sabia disso, nem acompanhava as notícias recentes sobre Torak Donovan, que acabara de investir uma grande quantia de dinheiro para administrar seus negócios nesta cidade. Tudo o que ela sabia era que se sentia responsável por seu dever. “Não ouvi falar disso ainda.” Ela olhou para Calleb, mas continuou incomodando Torak. “Por favor, fique aqui, até que eu confirme isso.” A enfermeira tentou falar com Torak mais uma vez.

“Alfa.” Calleb estendeu a mão e pegou a mão de Torak, tentando fazê-lo ficar. Rafael estava trabalhando nisso.

Eles poderiam simplesmente invadir, mas havia regras que tinham que seguir, especialmente quando tinham que lidar com humanos.

Mas, não havia nada que pudesse parar Torak agora. Nem mesmo as consequências que ele teria que suportar, se o pior cenário acontecesse naquele exato momento.

Torak afastou a mão de Calleb, mesmo antes dele poder tocá-lo. Continuou andando, empurrou a porta, onde estava pendurado um cartaz, escrito no cartaz que além da equipe, essa parte do hospital era proibida de entrar. E desapareceu atrás da porta branca.

Os olhos da enfermeira se arregalaram enormemente enquanto ela gritava. “Senhor, você não pode ir lá!”

Sua voz alarmou os seguranças nas proximidades. Então os dois correram em direção à cena justamente quando a enfermeira apressadamente abriu a porta para alcançar Torak, mas então ela parou, atônita.

A enfermeira piscou várias vezes para clarear a visão. Porque não havia ninguém ali.

Essa parte do hospital era um corredor com apenas algumas salas trancadas dos dois lados, e as chaves eram mantidas pela equipe sênior ali. E também era muito longe e extenso para Torak alcançar a outra porta em questão de segundos.

“Onde ele está?!” A enfermeira gritou em choque. “Onde ele está?” Ela virou a cabeça para olhar para Calleb.

“O que aconteceu aqui?” Um dos seguranças olhou para a enfermeira, e Calleb questionadoramente. Antes de advertir o homem de terno. “Senhor, você não pode estar aqui.”

Calleb não deu atenção a seu aviso, enquanto estava bem atrás da enfermeira. Sua figura alta conseguia facilmente olhar por cima da cabeça dela para o corredor, olhando fixamente para o corredor.

“Eu não sei, Senhorita,” Calleb deu de ombros enquanto olhava para o lycan branco que acabara de chegar ao outro lado da porta enquanto falava com a enfermeira. “Eu estou bem atrás de você.” Ele disse num tom verdadeiro.

“Impossível.” A enfermeira balançou a cabeça em descrença, enquanto olhava de volta para o corredor vazio. “Ele estava ali um segundo atrás! Ele acabou de abrir a porta e eu entrei logo depois dele!” O tom de sua voz se elevava histericamente.

“Alguém entrou?” Os dois seguranças passaram rapidamente pela enfermeira e checaram. “Onde ele está?”

Entretanto, a expressão deles ficou pálida. Especialmente a da enfermeira, quando viraram a cabeça e descobriram que Calleb também havia desaparecido de onde ele estava parado.

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