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Noiva Forçada do Senhor Vampiro - Capítulo 259

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  3. Capítulo 259 - 259 Capítulo bônus Quem era ela 259 Capítulo bônus Quem era
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259: [Capítulo bônus] Quem era ela? 259: [Capítulo bônus] Quem era ela? Os olhos de Hazel suavizaram, ela sentiu um sentimento inexplicável no coração enquanto suas mãos envolviam as costas do menino.

Ele parecia assustado, machucado e arrependido.

— Você não precisa se preocupar, eu não me importei com isso. Na verdade, fui eu quem te assustou — disse ela sem saber o que estava acontecendo com seu corpo. Sentia como se alguém a estivesse possuindo sem que ela tivesse controle sobre isso.

Ela não estava em pânico, pois a alma estava ajudando-a a resolver seus problemas, mas isso não significava que ela não estivesse assustada. Então, como poderia esperar que as crianças não tivessem medo dela.

— Mas… — o menino parecia ansioso. Ele sentia que seus verdadeiros sentimentos não haviam chegado até ela. Mas ela bagunçou seu cabelo e sorriu brilhantemente, aliviando suas preocupações.

— Esqueça isso, me diga, você gostou de passar o tempo aqui? Você se alimentou bem e o que mais faz no seu tempo livre? — Ela podia ver que as crianças estavam se divertindo e pareciam felizes ali.

— Tsk! Se alguém ouvisse você, pensariam que eu realmente sou uma bruxa malvada que estava fazendo experimentos malignos com as crianças e depois as atormentando — Julia voltou com uma expressão feia no rosto e passos apressados.

— Estamos felizes aqui, minha senhora. Nos alimentamos bem e nos dão quartos aquecidos que até têm uma lareira para nos mantermos quentes. Brincamos e até estamos aprendendo música e outras habilidades para ganhar no futuro.

Você gostaria de ouvir minha prática no piano? — Hazel acenou com a cabeça enquanto os olhos do menino brilhavam como estrelas.

Ela ficou aliviada por saber que eles estavam vivendo bem e até tinham um plano de futuro, pois tinha certeza de que não poderia cuidar deles para sempre.

— Ela ouvirá mais tarde. Mas por agora, nós adultos precisamos discutir negócios. Então, por que você não volta para o seu grupo e continua aquele jogo bobo seu? Hm? — ela acenou com as mãos com um pouco de irritação quando o menino olhou para trás para Hazel, mas no final, acenou com a cabeça e partiu.

Outros tentaram arrastar Lucian com eles, mas ele se agachou no chão e tentou explicar às crianças que não havia se juntado a eles quando sentiu um empurrão.

— Vá em frente, quem precisa de você? Eu preciso conversar com essa sua amiga mesmo.

— Mas tia… O que você… — ele franziu a testa, pois sabia que não seria nada bom se viesse da boca de sua tia velha e rabugenta que estava sempre franzindo a testa.

Mas Hazel apenas sorriu para ele como se ele fosse uma criança… Ele não sabia por que, mas sentiu que ela sabia o que ele estava pensando. Como se ela pudesse ler sua mente. O pensamento o fez estremecer enquanto ele piscava e a encarava enquanto ela ria.

Hazel riu e bateu nos ombros dele como se ele realmente fosse uma criança.

— Vá em frente, Lucian. Eu posso cuidar de mim mesma, você não precisa me supervisionar. — ela acenou com as mãos e depois saiu com a tia antes que ele pudesse responder.

A empregada que estava ali com uma expressão constrangida no rosto enquanto segurava a saia com firmeza nas mãos ficou mais ansiosa quando Hazel partiu, mas Lucian a levou consigo para cuidar das crianças.

— Eu verifiquei o cabelo novamente. — Julia começou, enquanto tirava o cabelo de prata do bolso. — Ele mostra que você é uma humana até o último fio, seus pais eram humanos e não há uma única gota de magia em seu sangue. — seu rosto foi ficando mais feio a cada palavra que falava como se houvesse algo amargo em sua boca e ela não conseguisse digerir.

— E? — Hazel não tinha pressa. Ela sabia que o homem cego a quem Rafael havia a levado dissera a mesma coisa, mas ao mesmo tempo ela podia sentir o fluxo de magia em seu sangue.

Ela tinha certeza de que podia lançar feitiços. Feitiços fortes o suficiente para matar qualquer um ou até dar outra vida a uma pessoa morta.

— E! E o quê.. Me diga o que você é? Quando olho para você, não sinto que estou olhando para uma humana.

O que você é e como está escondendo seus poderes? Não… como você sabe que somos bruxas e como… — ela apertou o espaço entre as sobrancelhas e, em seguida, deu um soco na mesa e a bateu com força para mostrar sua raiva.

— Ou você me diz a verdade ou esqueça de receber ajuda da minha parte, não importa o que você me ofereça. — sua voz firme preenchia o ar enquanto ela olhava para Hazel com uma voz exigente, mas se surpreendeu ao ver o rosto sereno e calmo dela.

Ela se sentiu como se fosse um palhaço dançando na frente do público ao encarar Hazel, que não estava nem um pouco afetada por sua raiva.

— Eu sei que você quer saber a verdade. Mas eu não tenho as respostas que você procura. Eu imaginava que você seria quem me daria respostas.

Tudo o que sei é que meu pai é um humano, o imperador do império e minha mãe morreu ao me dar à luz, então não há maneira de eu saber sobre ela.

Minha vida inteira vivi como um humano normal. Mas isso não é o que um humano poderia fazer. — ela ergueu as mãos para o céu fazendo Julia estarrecida.

Ela ficou chocada ao ver as ondas de morte, os raios escuros, que tinham um veneno letal que um simples toque deles e um humano ou uma bruxa morriam ali mesmo estavam dançando em suas mãos como se fossem luz ou vento.

Ela nunca tinha visto uma bruxa fazer aquilo. Ela deu alguns passos para trás criando distância entre elas enquanto seus olhos encolhiam com medo, sua boca se movia mas nenhuma palavra saía
— Você… você é um diabo ou o filho dele??

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