Nivelando Infinitamente com o Sistema Mais Forte! - Capítulo 78
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78: Arnard Leglaz Orlando (a) 78: Arnard Leglaz Orlando (a) Há várias horas atrás…
Em algum lugar ao norte do continente do Extremo Oeste existia o sonho de muitos magos; era uma torre que se assemelhava muito a uma fortaleza.
Canhões podiam ser vistos saindo das janelas do tamanho de caixas; todos eles eram movidos a magia e capazes de afugentar a horda mais mortal de monstros.
Nas muralhas internas havia cavaleiros vestidos em resplendente armadura prateada, e nas torres a elas atreladas estavam um grupo de magos, sentados em círculo, jogando cartas.
A Torre dos Magos estava equipada com as melhores formações mágicas sensoriais e defensivas.
Nenhum ser consciente poderia escapar do seu radar ao vivo que estava continuamente realizando varreduras do terreno ao redor.
Mini-telas flutuavam ao redor dos magos.
Representado nelas estava a área ao redor e os seres nela na forma de pontos.
Um desses pontos de repente apareceu no penhasco de frente para a torre.
Ring, rong, ding!
Imediatamente, todos os magos e cavaleiros foram alertados sobre o intruso, e olharam para aquele ponto único onde um ser podia ser visto em pé. Ele estava sob a sombra das árvores.
Assim, eles não conseguiam ter uma imagem clara dele.
Mas somente por sua silhueta imponente, eles já o tomaram como algum tipo de troll.
“Alto! Eu te advertio a não se aproximar da torre! Locais como este não te dão as boas-vindas.” O comandante do corpo de magos desta torre alertou a criatura no penhasco.
Mas o ser agiu como se não o pudesse ouvir e avançou, saindo da escuridão, com sua figura claramente revelada.
Todos viram como ele era; ele era um homem calvo com uma figura musculosa e abs que ondulavam por seu torso como ondas no oceano.
Ele não era bonito, mas por causa de sua fisiologia, era particularmente impressionante.
Quem poderia ser senão Arlo?!
Ele parou somente depois de ficar de pé na beira do penhasco. Então, ele levantou a cabeça, olhando para o Capitão dos Cavaleiros e o Comandante dos Magos. “Permita-me me apresentar. Meu nome é Arlo. Eu venho do condado nortenho de Baldwin, aqui com o propósito de ter uma audiência com vosso senhor.” Humildemente disse ele, mas tudo o que recebeu em troca foram zombarias.
Ouvido suas palavras, o Comandante dos Magos ironicamente riu, “Você acha que qualquer um pode ser concedido um encontro com o Senhor Demarcus?” Sua voz era impositiva e autoritária enquanto dizia, “Desapareça!”
Arlo estava sendo observado por dezenas de pares de olhos ávidos.
Qualquer um em seu lugar estaria morrendo de medo.
Mas ele… ele não mostrou um pingo de medo.
Em vez disso, parecia irritado.
“Foda-se a humildade. Vamos fazer do meu jeito!”
Arlo olhou de volta para eles e falou.
“Demarcus, eu vou te dar uma chance de vir até aqui e me cumprimentar. Se eu não te ver em três minutos, eu mesmo me farei de convidado. E… vocês vão achar muito… muito indelicado.”
Suas palavras foram como um desafio direto ao dono desta Torre dos Magos.
Imediatamente irritou a todos.
“Quem diabos ele pensa que é para desprezar o nosso senhor?”
“Ele deve ser um sapo que recentemente escapou do poço e, portanto, não sabe o quão grande o mundo é.”
“Para pedir que o nosso senhor venha até ele, ele deve ser um príncipe arrogante.”
O Comandante dos Magos virou-se para a pessoa ao seu lado. “O senhor tem conhecimento dele?”
“Eu nunca o ouvi falando sobre ter um amigo calvo. Mas isso não significa que ele não tenha conexão com ele. Talvez ele seja alguém que meu mestre conhece. É melhor esperarmos pelo meu mestre para chegar. Nós vamos lidar com ele da maneira que meu mestre preferir.” O Senhor também tinha um mordomo. Esse mordomo era o mais próximo de Demarcus. Não era errado para o comandante dos magos e o capitão dos cavaleiros pensar que ele o conhecia melhor.
“O que o Senhor está fazendo agora?” perguntou o Capitão dos Cavaleiros.
O mordomo respondeu, “Ele está ocupado comendo, e… vocês sabem… ele não gosta de ser perturbado durante as refeições. Só podemos esperar.”
O Comandante dos Magos olhou com desdém para Arlo, que estava alongando o corpo. “Um idiota está prestes a invadir a nossa Torre. Receio que não temos tempo para esperar o senhor terminar sua refeição e prestar atenção a esta questão.”
“Então… o que devemos fazer?” A voz do Capitão dos Cavaleiros era rouca. Estava cheia de profundidade e poder. Ele estreitou os olhos e olhou para o mago ao seu lado.
“Não é óbvio? Vamos ensinar a este desgraçado… uma lição!”
As palavras do Comandante dos Magos colocaram um sorriso no rosto do cavaleiro.
Ele imediatamente gritou, “Todas as forças, Ataquem!”
Centenas de arqueiros puxaram flechas de seus aljavas, aprontando-as em seus arcos. Os magos fizeram o mesmo, erguendo seus cajados e apontando-os para o homem no penhasco. O cavaleiro com armadura pesada saltou da fortaleza, mergulhando em direção a ele. A possibilidade de usar os canhões mágicos não lhes passou pela mente. Quem precisaria de tais coisas contra um único homem?
O mordomo virou-se e saiu.
Não havia mais razão para ele estar ali.
Eles haviam decidido lidar com o homem. Não havia como ele sobreviver.
Só lhe restava relatar este assunto ao seu mestre.
“Tsc! Acho que não tenho escolha a não ser causar um pouco de caos.” Arlo curvou os dedos em um punho e socou para fora.
Uma grande onda de choque irrompeu, algo que esses guerreiros endurecidos pela batalha nunca tinham visto.
Ela partiu em dois as centenas de flechas que choviam dos céus!
Detonou em pedaços as centenas de serpentes de fogo e terra gigantes!
Todos os cavaleiros no ar também foram arremessados por ela, suas figuras se tornando uma luz tênue no horizonte!
A grande barreira ao redor da Torre dos Magos que bloqueava a entrada de todos os elementos prejudiciais do lado de fora foi atingida por ela também e se estilhaçou como um vidro sendo esmagado por um martelo!
O som da destruição da barreira foi extremamente nítido.
O mordomo parou e olhou para trás. O que ele viu o chocou até o âmago.
Os magos estavam congelados como estátuas. Seus líderes não estavam se sentindo melhores. Seus olhos estavam saltados, ameaçando pular das órbitas, e suas mandíbulas já haviam caído há tempos e tocado o chão.
“N-nosso ataque frontal, vanguardas e barreira defensiva acabaram de cair com um soco daquele homem?!”
“Me digam que isso é uma piada, certo? Eu devo estar sonhando!”
Todo mundo estava achando difícil acreditar no que acabara de testemunhar.
“Existem homens no império que não devem ser subestimados. Que o dia de hoje sirva de exemplo do que acontece quando eles são incomodados sem razão.” Arlo os provocou enquanto liberava uma habilidade única somente para ele. Chamada de olhos de dragão, era uma técnica sem paralelo. “Vocês deveriam tirar uma soneca. Depois de acordar, reflitam sobre suas ações tolas.”
“Whoosh!”
As rápidas brisas dançavam na floresta, balançando mil ramos.
Beijadas pela tempestade, as folhas sussurravam.
Uma canção era cantada; o destino estava para Descer sobre alguns.
O despertar de um dragão do seu sono.
Essas pálpebras fechadas por décadas foram levantadas mais uma vez.
“Ugh!”
“Argh!”
Aqueles que se levantaram para se opor a Arlo sentiram seus ossos torcendo e suas cabeças explodindo à medida que uma grande pressão agia sobre eles.
Sangue jorrou de seus narizes e escorreu de seus ouvidos.
No instante seguinte, eles caíram um após o outro, caindo no chão com estalos surdos.