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Necromante Sagrado: Renascimento do Mago Mais Poderoso - Capítulo 760

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760: Capítulo 760: Vazio 760: Capítulo 760: Vazio Janus esgotou todas as medidas possíveis para curar Caen, mas sem sucesso. A natureza insidiosa do Veneno era diferente de tudo que ele já havia encontrado antes. Demonstrava um nível sem precedentes de hostilidade em relação à Energia Divina, agravando a situação ao invés de curar Caen.

“Então você finalmente voltou, velho…” Caen abriu os olhos fracamente. Embora sua visão estivesse embaçada, ele jamais confundiria Janus com outra pessoa.

Este era o tio que ele conhecia desde a infância. Este era o tio que brincava com ele quando era apenas uma criança, sendo sua pessoa favorita.

Caen nem sequer lembrava como os dois acabaram com tanta hostilidade entre eles. Foram as palavras de seus amigos? Ou foram suas suspeitas? Não importava. O que importava era que ele começou a odiar seu tio, pensando que ele estava atrás do trono.

Neste momento, o trono se tornou insignificante. Caen estava à beira da morte, e ele sabia disso.

Enquanto jazia ali, ofegante, seu tio era a última pessoa ao seu lado. Ele podia sentir a preocupação de Janus em relação a ele enquanto seu tio tentava fazer tudo o que podia para salvar Caen, preocupação marcada em seus olhos.

Era claro que seu tio se importava com ele. Ele poderia simplesmente deixá-lo morrer se o odiasse, mas ele não fez isso. Mesmo que isso significasse arriscar sua vida contra um exército de inimigos, seu tio veio salvá-lo.

“Não se preocupe! Nada vai acontecer com você. Não deixarei que nada aconteça com você!” Janus exclamou. Ele se recusava a deixar seu sobrinho morrer! Este era o último remanescente de seu irmão… Este era seu próprio filho!

Mais do que isso, ele era o sobrinho que Janus cuidou desde a infância. Embora ele não quisesse que Caen se tornasse rei devido à sua personalidade, isso não o fazia se importar menos com seu Sobrinho.

“Você sempre foi ruim em mentir,” Caen riu levemente, mas mesmo isso era doloroso enquanto sangue negro escorria de seus lábios.

“Eu sei que estou morrendo. Não me arrependo da minha morte… Eu mereci por todos os erros que cometi nesta vida. Tudo aconteceu por minha causa… Tudo aconteceu porque eu estava paranoico em relação às suas intenções… É tudo minha culpa.”

Embora fosse doloroso, Caen ainda falava.

“Eu sou a causa de tudo. Sou o motivo da Mãe…” Uma lágrima escorria pelo seu rosto. Neste último momento, ele sentia falta do abraço caloroso de sua mãe.

Ele desejava poder se desculpar com ela também, uma última vez, para reparar a dor que causou a ela.

Memórias inundavam sua mente, lembrando-o dos momentos preciosos que tiveram juntos, do amor e do cuidado que ela demonstrou ao longo de sua vida.

Caen sentia dor no coração, mas desta vez, não era por causa do veneno. Era uma dor de arrependimento.

Enquanto sua visão embaçava e sua força continuava a diminuir.

“Não feche os olhos! Eu proíbo!” Janus rugiu, seu rosto pálido. “Eu disse que não deixarei nada acontecer com você! Mesmo que o Céu queira levar sua vida, eu vou impedir! Eu não posso perder mais ninguém!”

Ele colocou Caen no chão gentilmente. “Apenas espere um pouco! Eu vou até Ezequiel e tirarei a cura dele! Apenas não feche seus olhos até lá! Você não deve!”

Ele se levantou e se virou para sair, apenas para parar ao sentir uma mão fria agarrando a sua mão.

Ele se virou, notando que era Caen quem o havia parado. Ele podia sentir a mão de Caen tremendo. “Não vá…”

Caen não duvidava da força de Janus, mas a situação era muito ruim. Janus estava sozinho. Todos os deuses ao lado deles estavam mortos. Por outro lado, o outro lado tinha Ezequiel e muitas pessoas como ele. E agora, Ezel até tinha sua espada.

Seu pai estava morto, sua mãe estava morta e sua vida também estava por um fio. Ele não queria que seu tio também enfrentasse a morte por uma causa fútil como salvar sua vida.

Mesmo que Janus derrotasse Ezequiel, ele não entregaria a cura. E sem a Espada da Vida, Ezequiel não poderia ser morto.

Tudo estava contra seu tio. E mesmo que de alguma forma seu tio conseguisse a cura, quando ele retornasse, Caen tinha certeza de que estaria morto.

Ele já podia sentir sua vida escapando.

Embora estivesse muito fraco, ele levemente puxou Janus para mais perto de si. Janus não resistiu, lágrimas escorrendo por suas bochechas.

Janus havia ido ao Abismo, sem nunca esperar que algo assim acontecesse em tão pouco tempo. Toda a sua família foi morta, e o reino dos deuses foi tomado.

Até mesmo os Deuses foram mortos. Tudo foi destruído, mas neste momento, ele não se importava com nada disso. Ele só se importava com seu sobrinho.

Ele se ajoelhou diante de Caen.

****
De volta ao Mundo do Sul, Gabriei estava sentado sozinho, olhando para a distância. Ele não sabia por que, mas havia um sentimento estranho em seu coração. Ele não conseguia entender, mas sentia como se algo estivesse errado.

Ele se encontrava em um estado de confusão e vazio. Ele havia assumido que vingar sua irmã e restaurar a justiça em seu mundo lhe traria um senso de alívio.

Contudo, ele descobriu que isso não aliviava o vazio esmagador dentro dele. Não importava o que ele fizesse, ele não poderia trazer sua irmã e amigos de volta.

Ele percebeu que seu propósito havia sido tão intimamente ligado à busca por vingança que ele não havia pensado em mais nada. Nessa batalha, tantas pessoas haviam morrido. Um mundo inteiro foi destruído.

Embora isso tenha acontecido por causa do ataque de Caen, isso não mudava muito. Tantas vidas foram simplesmente perdidas, assim como as vidas de seu mundo.

Enquanto Gabriel estava perdido em pensamentos, ele ouviu o riso de um dos dois Aldeões.

“Hahaha, você deveria ter visto como aquelas crianças estavam chorando quando eu as matei! Que espetáculo! Embora fossem filhos de deuses chamados, antes de sua morte, eles não eram diferentes dos mortais!”

“Hahaha, sinto pena de não estar lá. Eu queria ter aproveitado o espetáculo também. Que pena.” Outro Aldeão riu.

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