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MMORPG: Renascimento como um Alquimista - Capítulo 712

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712: A Festa da Desolação: O Reinado de Voraxa 712: A Festa da Desolação: O Reinado de Voraxa Na distante região sul, conhecida como Fortaleza Abissal de Voraxa, onde o castelo de Voraxa se erguia, a atmosfera pesava com um ar sinistro.

A paisagem ao redor do castelo estava desolada, marcada pelas consequências do apetite insaciável de Voraxa.

As outrora férteis terras do oásis sul agora jaziam estéreis, despojadas de seus recursos para alimentar a fome voraz do formidável governante.

O próprio castelo elevava-se contra o céu cinzento, uma estrutura imponente que exalava uma aura de malevolência. Altas torres alcançavam o horizonte, lançando longas sombras sobre a paisagem desolada. As paredes de pedra, desgastadas pelo tempo e pelo descaso, permaneciam como um testemunho do poder desenfreado que residia em seu interior.

Ao se aproximar do coração do castelo, o amplo salão entrava em vista — um espaço expansivo que ecoava os excessos decadentes do domínio de Voraxa.

O salão, decorado com tapeçarias desbotadas e pinturas rachadas, trazia as cicatrizes do descaso. As cores outrora vibrantes agora estavam opacas, espelhando a falta de vida que pervadia todo o castelo.

No centro do salão, Voraxa reclinava-se em um grotesco trono que parecia absorver a pouca luz.

O trono, adornado com decorações extravagantes e veludo desgastado, refletia os gostos extravagantes, porém decaídos, de sua ocupante.

Voraxa, imersa em um banquete que parecia perpétuo, sentava-se cercada por uma variedade de comidas e bebidas que abrangiam todo o espectro da indulgência.

Sua aparência era uma visão grotesca a ser testemunhada.

Ela era uma mulher imensa e ocupava o trono como uma monarca obesa do excesso. Seu longo nariz torto sobressaía-se em seu rosto, ofuscado por verrugas que pontilhavam sua pele como constelações malignas.

Chifres torcidos e curvados em padrões antinaturais adornavam várias partes de sua cabeça, adicionando à visão demoníaca que ela apresentava ao mundo.

Uma cascata de finos cabelos cor-de-rosa e encaracolados caía desordenadamente sobre seus ombros, mal cobrindo sua cabeça calva.

Dentes afiados e apodrecidos sobressaíam de sua boca, reflexo da gula desenfreada que se tornara sua característica definidora.

Apesar de seu tamanho imenso e do esforço que impunha ao seu corpo, Voraxa não mostrava sinais de desacelerar.

Cada movimento seu parecia penoso, o excesso de peso que carregava evidente nos gemidos do trono sob ela.

Ainda assim, o desejo implacável de consumir persistia. Pratos empilhados com iguarias decadentes a cercavam, e cálices transbordavam com vinhos e elixires que haviam sido acumulados das outrora abundantes terras do sul.

Os olhos de Voraxa, pequenos, mas intensos, percorriam o banquete à sua frente. A fome insaciável dentro deles refletia a desolação que seu domínio havia trazido à região outrora próspera.

A paisagem árida lá fora, visível através das estreitas janelas, ficava como um testemunho da devastação causada pela gula descontrolada de Voraxa.

No amplo salão, o ar vibrava com o murmúrio incessante dos cortesãos bajuladores de Voraxa, cada um competindo por um pedaço de seu favor.

Sombras traiçoeiras se agarravam às paredes, sussurrando sobre a miséria que assolava as terras além dos portões do castelo. Servos apressavam-se, reabastecendo travessas com pratos exóticos e reenchendo cálices com os elixires mais raros, com os olhos baixos em servidão temerosa.

No opulento salão da Fortaleza Abissal de Voraxa, demônios e diabos moviam-se com uma precisão orquestrada, atendendo a todas as necessidades do Senhor da Guerra.

O ar estava denso com o aroma de incenso exótico, e as tochas cintilantes lançavam sombras sinistras nas escuras paredes de pedra.

Demônios com chifres retorcidos e diabos com asas de couro corriam para lá e para cá, carregando bandejas repletas de iguarias.

Vinhos e elixires exóticos eram vertidos em cálices ornamentados, cujas cores vibrantes refletiam a opulência torcida do salão.

Enquanto isso, um soldado solitário, sua armadura mal escondendo o medo em seus olhos, ajoelhava-se diante de Voraxa.

Na presença colossal do Senhor da Guerra, o soldado parecia minúsculo e insignificante. Ele gaguejava um relatório sobre uma aldeia próxima e a carcaça de uma Minhoca Púrpura Gigante, detalhando planos para interrogar os aldeões.

Os olhos estreitos de Voraxa cravavam-se no soldado enquanto ela falava. As migalhas de sua farta alimentação caíam de sua boca enquanto ela interrompia, com desprezo pingando de sua voz. “Interrogar? Disse alguma coisa sobre isso?”

O soldado, tremendo, tentou justificar a ação.

“Mas . . .” ele vacilou. “Quero dizer . . . Eles podem não ser os culpados por matar a minhoca.” O soldado lutava para encontrar palavras, e a paciência de Voraxa se desgastava.

Ela cuspiu, com migalhas ainda aderindo aos seus lábios. “Acha que me importo?” Sua voz era lenta e ecoava como o rangido de uma mulher velha.

Enquanto o soldado tentava explicar a possível inocência dos aldeões, a tolerância de Voraxa atingia seu limite. Sem hesitar, ela ordenou, “Matem todos e tomem sua comida.”

O soldado, agora desesperado, tentou raciocinar com ela. “Mas . . . se matarmos todos os cidadãos com quem nos deparamos, o Submundo pode acabar extinto.”

A resposta de Voraxa foi rápida e brutal. Ela cortou a cabeça do soldado em dois, o ato grotesco enviando calafrios por aqueles presentes no salão.

Voraxa continuou a comer, indiferente à violência que acabara de desencadear. “Inúteis,” ela murmurou, sem pausar em seu banquete perpétuo. “Vão transmitir minhas ordens. Matem todos e tragam-me sua comida! Não poupem ninguém, ou eu devorarei todos vocês!”

Os demônios e diabos, testemunhando a ordem impiedosa de Voraxa, apressaram-se em executar suas ordens.

O salão que antes se preenchia com uma quietude desconcertante, agora zumbia com atividade frenética enquanto os servos do Senhor da Guerra se preparavam para executar sua vontade implacável.

Voraxa, perdida nos excessos de seu reino sombrio, continuava seu banquete, indiferente ao sofrimento que desencadeava sobre as aldeias indefesas em seu domínio.

Sombras dançavam nos cantos, adicionando uma qualidade sinistra à atmosfera já intimidadora.

Voraxa estava alheia à decadência que a cercava. Seus olhos, embaçados de satisfação, vasculhavam o banquete diante dela. O ar ressoava com os sons de sorver e mastigar, pontuados pelo eventual arroto que ecoava pelo vasto salão.

Lá fora, as terras do sul permaneciam estéreis e sem vida. As aldeias outrora prósperas e campos férteis agora jaziam em ruínas. A própria fonte de vida da região tinha sido devorada para saciar a fome desenfreada de um Senhor da Guerra cujo apetite não conhecia limites.

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