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Minhas Três Esposas São Belas Vampiras. - Capítulo 268

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  3. Capítulo 268 - 268 Capítulo 268 Empregada e Bruxa. 2 268 Capítulo 268
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268: Capítulo 268: Empregada e Bruxa. 2 268: Capítulo 268: Empregada e Bruxa. 2 [A/N: Originalmente eu estava planejando postar apenas um capítulo grande, mas acabaram sendo dois graças ao super presente, obrigado pessoal. Ah, uma votação está ocorrendo no Pa treon para decidir a nova ilustração do romance, para quem quiser apoiar o romance, acesse o Pa treon, todo dinheiro do Pa treon é apenas para o romance.]
…

“…Hã?” Ela acordou de seu estupor e olhou para Kaguya com uma expressão chocada.

Tossir.

Ela fingiu tossir e rapidamente colocou o pé na realidade. Ela tinha esse péssimo hábito de sempre se perder em seus próprios pensamentos quando ficava animada ou adquiria novas informações.

“Enfim, é tudo que eu tenho a dizer, você tem alguma pergunta?” Ela voltou ao seu sorriso profissional.

“…” Kaguya estreitou um pouco os olhos ao ver o estado anterior da mulher, mas logo voltou ao seu rosto neutro e respondeu:
“Não tenho dúvidas.” Ela falou em tom seco.

“Como dito anteriormente, esta decisão não posso tomar, vou ter que esperar pelo meu mestre.”

“… Nesse caso, devo ir e voltar quando ele-…” Selena parou de falar e pareceu pensar por um tempo, e então continuou:
“Posso esperar por ele aqui?”

“…” Os olhos de Kaguya se contorceram um pouco quando ouviram o que a mulher disse.

“…Eu não tenho autoridade para decidir isso.” Kaguya falou num tom frio e depois adicionou algumas palavras:
“Esta não é a mansão do meu mestre.”

“…Ah.” Selena acabou de se lembrar que a dona desta mansão era Scathach.

“Dado o conflito anterior, tenho sérias dúvidas se a Condessa Scathach permitirá que você fique nesta mansão.”

“…” Os olhos de Selena se tornaram frios ao se lembrar do que Scathach havia feito, mas logo abandonou o assunto.

“Muito bem, nesse caso, voltarei amanhã.” Selena se levantou da cadeira onde estava sentada. Ela recusou-se a falar com Scathach, afinal, acreditava que não se podia conversar com alguém que impunha sua vontade aos outros.

E ao contrário de outras pessoas, ela não aceitaria isso de forma tranquila e provavelmente acabaria em conflito, algo que ela queria evitar a todo custo.

“…” Kaguya continuou observando a mulher e disse:
“Essa é uma boa ideia. Amanhã meu mestre estará aqui… provavelmente…” Ela disse ‘provavelmente’ porque sabia que Victor era livre como o vento e bipolar como um louco. Ele poderia tomar uma decisão repentina e visitar algum lugar aleatório.

Ela aprendeu sobre isso quando o acompanhou em suas ‘caminhadas’ noturnas.

Quando pensava que ele ia fazer algo, ele simplesmente se virava e fazia outra coisa.

“Entendi… Então estarei aqui amanhã.” Selena pegou o celular e colocou um alarme para 24 horas.

Ela precisava fazer isso para entender que o dia havia passado, afinal não havia sol nesse lugar para identificar os horários.

E os vampiros também não se preocupavam em criar um sistema de horários de trabalho e sono. Afinal, dormir era apenas uma opção para os vampiros.

Eles não precisavam necessariamente dormir, mas sempre era bom dormir, pois o estresse diminuía… Ou porque só queriam ser preguiçosos mesmo.

“Cuide-se, Selena.” Kaguya se virou e se afastou.

‘Estranho… Ela não vai me levar para fora da área da mansão? Ela não está tomando precauções na eventualidade de eu fazer algo…-‘ Ela parou de pensar quando sentiu um leve arrepio na espinha, enquanto olhava para a mansão, e viu uma Empregada de cabelos loiros compridos olhando para ela.

Essa Empregada esboçou um pequeno sorriso e depois desapareceu.

‘…Quem era o mestre dela?’ Selena pensou com um pouco de curiosidade.

“Senhora Selena, aonde você está olhando?”

“!!!?” Selena rapidamente saltou para trás e olhou para o indivíduo com cautela.

“Ara, desculpe por te surpreender.” Roberta falou com um sorriso gentil no rosto enquanto seus olhos brilhavam vermelho sangue.

“Outra Empregada…” Quantas empregadas tem nesse lugar? E onde estavam quando cheguei? Minha magia não detectou nenhuma delas.

“…” Roberta apenas sorriu, e então falou:
“Venha, vou te acompanhar até a saída.” A mulher de cabelos longos e negros virou-se e começou a caminhar calmamente pela floresta, com um sorriso gentil e maternal no rosto.

“…” Selena não disse nada, apenas começou a seguir a mulher.

…

Kaguya continuou observando os movimentos da bruxa até o momento em que ela deixou o território da mansão e entrou na cidade.

Uma sombra começou a sair do lado esquerdo de Kaguya, e logo Maria apareceu:
“Eu não gosto dela.” Maria foi sincera.

Uma sombra saiu do chão e apareceu à direita de Kaguya.

“Nem eu.” Roberta falou com um sorriso gentil, e logo sua expressão toda mudou para um sorriso de escárnio, “Ela me lembra uma das raças que mais odeio neste mundo.”

“Qual?” Maria perguntou.

“Deuses.” Por um momento, os olhos de Roberta ficaram como os de uma cobra, seus cabelos longos pareciam se mover como se tivessem vida própria, mas assim que essa mudança ocorreu, a mulher voltou a ter o sorriso gentil.

“Ela está escondendo algo.” Roberta continuou.

“…” Kaguya ficou em silêncio por um tempo, e então falou:
“Minha opinião é neutra, não gosto nem desgosto dela, mas eu concordo com você, Roberta.”

“…” Maria e Roberta ficam em silêncio.

“Ela está escondendo algo.”

“…” As duas assentiram; para Maria, Selena a lembrava daqueles caçadores experientes que mantinham um sorriso gentil no rosto, mas pensavam coisas ruins por trás daquele sorriso.

E para Roberta, a mulher a lembrava dos seres que ela mais odiava, e esses seres eram conhecidos por serem pouco confiáveis.

“…Mas…” Kaguya se virou para as duas empregadas, “No final, nossas opiniões não importam.”

“É nosso mestre que tem que decidir.”

“…” Roberta e Maria estreitaram um pouco os olhos.

“Você está errada.” Ela começou a falar.

“…” Kaguya olhou para Roberta.

“Nossa opinião importa, meu mestre… Errado, nosso mestre sempre leva em consideração nossas opiniões ao tomar uma decisão.” Era uma verdade absoluta para toda Empregada.

“Não somos apenas Empregadas para ele.” Maria continuou, o mestre dela não tratava suas Empregadas como ferramentas sem opiniões próprias.

“Você, mais do que ninguém, deveria saber disso.” Roberta concluiu.

“….” O rosto de Kaguya lentamente começou a exibir um pequeno sorriso:
“Eu sei.”

“…..” Maria e Roberta estreitaram os olhos um pouco quando viram o sorriso de Kaguya.

“Ahahaha~.” Um riso um pouco brincalhão e ao mesmo tempo sensual foi ouvido pelas três empregadas, e logo uma sombra apareceu perto delas.

A sombra tomou a forma de Bruna, e a Empregada tinha um pequeno sorriso no rosto, “Ela estava testando vocês de novo.”

“Sim, nós entendemos, isso está ficando chato.” Maria estalou a língua e se virou.

“Faz quanto tempo que nos conhecemos? Você pode parar com essas coisas de teste?” Roberta falou com um muxoxo no rosto.

“Impossível.” A resposta de Kaguya foi instantânea e seca.

“….” Que resposta instantânea!? Pelo menos pense um pouco, mulher!

“Quando você tiver pelo menos 100 anos de idade, eu vou parar com isso.” Kaguya deu um pequeno sorriso.

“Argh…” Maria e Roberta gemeram ao mesmo tempo em frustração.

Kaguya olhou para Bruna:
“Você trouxe o que eu pedi?”

“Sim.” Bruna pôs a mão no chão, e sua mão desapareceu nas sombras, então ela tirou uma grande maleta:
“Me demorei para encontrar, eu não sabia onde o mestre a guardava, mas aqui está.”

Ela jogou a maleta para Kaguya.

Kaguya pegou a maleta e a colocou no chão, e então a abriu:
“…” Maria e Roberta se aproximaram com curiosidade e olharam o conteúdo da maleta.

E então viram um machado…? ou era um martelo? Estava muito quebrado para eles identificarem, mas eles podiam facilmente dizer que era uma arma.

“O que é isso?” Maria perguntou.

“Você não se lembra?” Kaguya estreitou os olhos.

“Quando meu mestre destruiu aquele bando de lobisomens, o líder deles carregava esta arma.”

“… Ah, me lembro, foi na noite em que Bruna foi recrutada, certo?” Maria falou.

“…” Kaguya assentiu.

“Hmm,” Roberta colocou a mão no rosto e falou em tom frívolo, “Lembro que nosso mestre usou essa arma para atacar aqueles caçadores que tentaram sequestrar a Ru-.”

“!!!” As três empregadas reagiram rapidamente.

“SHHHHHH” Maria, que estava mais próxima, rapidamente abafou a boca da mulher.

“…?” Roberta não entendeu a reação das meninas.

“Você ficou louca? Não deveria falar isso em voz alta. O que acontece se aquela “coisa” descobrir?” Maria falou rápido e em voz baixa.

Os olhos de Roberta se arregalaram um pouco ao perceber que a “coisa” a que Maria se referia era Scathach.

“Nosso mestre finalmente está em paz depois de todos os acontecimentos recentes, não devemos provocar outra guerra.” Bruna falou em tom baixo.

Aceno, Aceno.

Kaguya concordou com as duas mulheres.

“De qualquer forma, obrigada por trazer essa arma.” Kaguya habilmente mudou de assunto.

“Você está planejando que ela conserte isso?”

“Sim, ter o poder de um deus grego é bastante útil em uma emergência.” No momento em que Kaguya terminou de falar, todo o ambiente ao seu redor ficou mais sufocante.

“Droga…” Kaguya se esqueceu de que Roberta era sensível à palavra “deus” e era ainda mais sensível quando a palavra “deus” se juntava com “grego”.

Kaguya olhou para Roberta, vendo o olhar de serpente da mulher.

Maria se afastou de Roberta.

A mulher estava livre, e perguntou em uma voz tão sombria que poderia facilmente fazer qualquer ser miar de medo:
“Quem é?” Seus cabelos flutuavam como se tivessem vida própria, e seu tom carregava um ódio tão pesado, tão espesso que Kaguya às vezes duvidava se essa Roberta era a mesma que conhecia.

“….” Kaguya ficou em silêncio por alguns segundos e então respondeu:
“…Hefesto.”

“Entendi…” O “ódio” da mulher pareceu diminuir um pouco, mas ainda estava lá.

“Por que o mestre precisa disso?” Um olhar confuso apareceu no rosto de Roberta.

“O poder de um deus só pode ser enfrentado com o poder de outro deus… O mestre precisa dessa ferramenta, e nós também precisamos nos defender daquela vadia no futuro.”

Bruna e Maria estreitaram os olhos ao ouvir o nome de Afrodite ser pronunciado.

Sim, Kaguya não disse o nome dela, mas quando ela disse aquela ‘vadia’, toda mulher a 10.000 km de distância que conhecia uma certa deusa da beleza pensaria em Afrodite.

“Mas… ele não fez aquilo naquele lobisomem?” A pressão em torno de Roberta começou lentamente a voltar ao normal, enquanto ela compreendia o propósito de Kaguya.

“…Hã?” Kaguya não entendeu o que a mulher estava insinuando.

“Anderson… Aquele homem é um semideus, e aquele ataque que ele invocou, aquele grande lobo estava carregado de energia divina, e nosso mestre facilmente o contra-atacou.”

“… É?”

.

.

.

….

Editado Por: DaV0 2138, IsUnavailable
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