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Minha Esposa é a Imperatriz Asura - Capítulo 277

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  3. Capítulo 277 - 277 Jornada ao Jardim do Espelho A Batalha Interior 277
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277: Jornada ao Jardim do Espelho: A Batalha Interior 277: Jornada ao Jardim do Espelho: A Batalha Interior Sem aviso, o gelo sólido sob o corpo de Rio cedeu, transformando-se em um poço de magma derretido e ardente. O calor intenso lambia faminto seu corpo já espancado e machucado, queimando sua pele e ameaçando consumi-lo por inteiro.

Enquanto o calor abrasador o envolvia, o rosto de Rio se contorceu com uma dor inimaginável. Ele sentia como se seus próprios ossos estivessem derretendo e a agonia era insuportável. Seu corpo convulsionava a cada onda de tormento, e ele podia sentir sua mente fraquejar, incapaz de suportar o ciclo incessante de sofrimento.

A dor era tão intensa que ele se sentia à beira da loucura, no limiar de perder sua sanidade para o inferno implacável.

Rio lutou para respirar fundo, seu peito se erguendo com esforço enquanto lutava para manter-se consciente. A dor excruciante havia devastado seu corpo até os seus limites, deixando-o exausto e sem forças.

Justo quando ele pensou que as coisas não poderiam ficar piores, Rio viu Lia e Layla travadas em uma batalha feroz. Suas espadas dançavam em um balé mortal, chocando-se e faiscando a cada golpe. Rapidamente ficou evidente que Layla estava sobrepujando Lia com sua força superior, e a beleza de cabelos brancos estava à beira da derrota.

O rosto de Lia se contorceu de dor, seus olhos se enchendo de lágrimas ao encontrarem os de Rio pela última vez, implorando por ajuda que ele não podia oferecer.

Aquele último momento angustiante, Rio pôde sentir o apelo silencioso de Lia por ajuda, seus olhos fixos nos dele, cheios de dor e medo.

Mas antes que ele pudesse processar a situação, a lâmina de Layla cortou o ar com uma precisão implacável, decapitando brutalmente Lia enquanto seu corpo sem vida desabava no chão e sua cabeça decepada rolava para longe.

A visão da morte de Lia nas mãos de alguém que ele amava profundamente dilacerou a própria alma de Rio, causando uma agonia indescritível a percorrer por ele. Era uma dor mais excruciante do que ele poderia ter imaginado, superando em muito o tormento das milhões de visões futuras que ele havia experimentado onde Lia encontrava seu fim.

A fúria de Layla continuou enquanto ela voltava sua atenção para Nyla e Helia, massacrando-as impiedosamente uma a uma com uma expressão fria e desprovida de emoção.

O coração de Rio doía de impotência enquanto assistia o massacre desenrolar-se, preso por cordas implacáveis que o tornavam impotente para intervir.

A visão de seus entes queridos serem impiedosamente massacrados pela pessoa que ele mais estimava era insuportável, fazendo o coração de Rio se estilhaçar em um milhão de pedaços.

A agonia de testemunhar seus corpos sem vida e cabeças decepadas espalhadas pelo chão intensificava seu sofrimento, somando-se ao já esmagador tormento que ele estava suportando.

A dor avassaladora, tanto física quanto emocional, ameaçava consumi-lo inteiramente, deixando-o completamente devastado e impotente diante de tal visão cruel.

Enquanto Layla se aproximava dele, sua espada manchada de sangue erguida para desferir o golpe final e fatal, os pensamentos de Rio aceleraram. A cada passo que Layla dava em sua direção, ele repetia para si mesmo, “Isso não pode ser a Layla. Ela nunca faria isso.”

Justo quando a espada estava a poucos centímetros de seu pescoço, uma figura apareceu de repente entre eles.

Era Eve, seu vibrante cabelo laranja-avermelhado formando um contraste marcante com o caos ao seu redor, de pé resoluta e desafiante diante do ataque iminente.

Com apenas um dedo, ela parou tanto Layla quanto sua espada, congelando-as no lugar. Seu olhar gélido fixo em Layla, a presença inabalável de Eve transmitia uma determinação implacável, recusando permitir que mais danos chegassem a Rio.

Entretanto, um sorriso frio brincava nos lábios de Layla, como se ela estivesse zombando dos esforços de Eve.

Num instante, a cena diante deles mudou dramaticamente.

Eles se encontraram em uma densa e encantadora floresta, com árvores majestosas erguendo-se acima deles e casas na árvore intricadamente projetadas aninhadas entre os galhos, parecendo uma cidade élfica etérea.

A beleza da floresta, no entanto, era prejudicada pelo incêndio feroz que a consumia. As chamas crepitantes rugiam, devorando vorazmente tudo em seu caminho, lançando um sinistro brilho laranja sobre a paisagem outrora idílica. O odor acre de carne queimada enchia o ar, acompanhado pelo calor opressivo que ameaçava sufocá-los.

Quando Rio fixou o olhar em Eve, ele viu o horror gravado em seu rosto, seus olhos arregalados e transbordando de terror.

Esta era uma visão que ele nunca havia testemunhado antes – Eve, que sempre parecia tão composta, alegre e às vezes emotiva, agora parecia vulnerável e abalada.

Enquanto a mente de Rio corria, desesperada para entender a situação, a razão para o sofrimento de Eve logo se tornou dolorosamente evidente.

A floresta ardente e a cena sinistra desdobrando-se diante deles não eram meras ilusões, mas sim uma cruel manifestação de seus medos mais profundos e memórias mais assustadoras.

Rio forçou seus olhos, seguindo o olhar de Eve para uma visão atroz. No meio do massacre e das chamas, uma pequena garota elfa com vibrante cabelo laranja-avermelhado, que parecia ter cerca de 8 ou 9 anos, chorava inconsolável.

Ela estava ajoelhada diante de dois corpos sem vida, cujas roupas indicavam que eram de linhagem real. As vestimentas régias eram adornadas com bordados intrincados e joias cintilantes, os ricos tecidos tingidos em cores vibrantes que agora estavam manchados pela fuligem e cinzas da destruição ao redor.

Enquanto os olhos de Rio vasculhavam o chão da floresta, ele notou inúmeros outros corpos espalhados, cada um vítima do incêndio impiedoso. Entre a devastação, apenas a jovem garota elfa permanecia viva, seus soluços dilacerantes ecoando pela floresta em chamas.

Atrás da garota, uma mulher misteriosa se postava protetora, sua presença sendo tanto reconfortante quanto enigmática.

Embora Rio não pudesse ver claramente seu rosto, ele instintivamente sabia que ela não tinha intenções ruins em relação à jovem elfa. Era evidente que essa mulher era quem havia salvado a criança do mesmo destino que havia atingido os outros, oferecendo-lhe um vislumbre de esperança em meio à tragédia.

 
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