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Minha Esposa é a Imperatriz Asura - Capítulo 259

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  3. Capítulo 259 - 259 A Leoa Domada Uma Promessa Cumprida (2) 259 A Leoa Domada
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259: A Leoa Domada: Uma Promessa Cumprida (2) 259: A Leoa Domada: Uma Promessa Cumprida (2) O coração de Helia estava despedaçado em um milhão de pedaços enquanto ela assistia Rio desaparecer no enxame de corvos.

Ela havia perdido o garoto, a única pessoa que havia demonstrado bondade e compreensão com ela neste mundo cruel, mesmo quando ela não foi boa com ele. Lágrimas escorriam pelo seu rosto, borrando sua visão enquanto ela tropeçava no chão.

Enquanto ela lutava para respirar, um sorriso fraco de Rio relampejou em sua mente, lembrando-a dos bons momentos que compartilharam juntos, mesmo que tivessem uma fundação amarga. A memória do sorriso dele apenas intensificava a dor que ela sentia no peito.

“Riooooo!!”

Ao se ajoelhar no chão, os gritos de Helia reverberavam pela floresta, um som lamentoso que parecia perfurar o coração da escuridão que a cercava. Suas lágrimas fluíam como um rio, escorrendo pelo seu rosto e misturando-se com a sujeira no chão enquanto ela socava-o com os punhos como se tentando romper para reduzir a dor que sentia em seu coração ferido.

Seus soluços sacudiam seu corpo, fazendo-a tremer incontrolavelmente enquanto ela gritava o nome dele repetidamente. Era um som doloroso de se ouvir, um som profundo e gutural que falava de uma dor muito grande para suportar.

Enquanto ela se ajoelhava ali, seu corpo tomado pela dor, as árvores ao redor pareciam ganhar vida própria. Os ramos se contorciam e torciam, estendendo-se em sua direção como se em simpatia, enquanto as sombras dançavam e tremeluziam ao redor dela como fantasmas.

Para Helia, parecia que o mundo havia terminado, como se tudo o que ela conhecia tivesse sido arrancado dela em um instante. E enquanto seus gritos continuavam a ecoar pela floresta, parecia que a escuridão estava de luto com ela.

Parecia que a floresta era um reflexo de seu turbilhão interior, com árvores torcidas e sombras sinistras que combinavam perfeitamente com seus lamentos. Ela sentia como se tivesse perdido tudo e seus gritos continuavam muito tempo depois que os corvos nas árvores se acomodaram para vê-la lamentar.

A fenda espacial já havia se fechado, deixando Helia sozinha com sua dor na ilha da alma morta. Ela nem se importava em encontrar uma saída, pois seu coração estava pesado com a perda do garoto de cabelo cor de carmim.

Depois de muitos gritos desoladores passarem…

Helia sentou-se no chão, seu corpo tremendo com soluços enquanto ela se abraçava fortemente. Ela se sentia perdida e sozinha, abandonada pelo mundo e deixada para navegar a escuridão por conta própria.

A quietude sinistra da ilha da alma morta apenas amplificava seus gritos lamentáveis.

A memória da promessa dele de fazer ela se arrepender de suas ações no primeiro dia juntos se repetia em sua mente, enquanto ela percebia que isso era o cumprimento de suas palavras e não podia deixar de se perguntar se tinha perdido ele para sempre.

Sua mente era uma corrida de pensamentos sobre o que poderia ter sido feito de diferente, mas agora era tarde demais. A fenda espacial havia se fechado e Rio estava perdido. Ela não suportava a ideia de nunca mais vê-lo, de nunca poder se desculpar e acertar as coisas entre eles.

O silêncio era quebrado apenas pelo som de seus soluços, e ela se perguntava se um dia seria capaz de parar de chorar por Rio.

Contudo, logo ela se levantou apressadamente enquanto seu coração acelerava e ela corria em direção ao local onde o portal espacial tinha estado. Ela tinha uma vaga lembrança do caminho que levava ao santuário interno da ilha das almas mortas e esperava que conseguisse encontrar uma maneira de alcançá-lo. Ao se aproximar da área, seus olhos vasculhavam os arredores com seu olhar desesperado, mas ela não conseguia ver o portal ou a árvore imensa em lugar nenhum.

O pânico se instalava enquanto ela percebia que o portal tinha sumido sem deixar vestígios. Era como se nunca tivesse existido.

Seu corpo desabava no chão, tremendo de medo e desespero. Ao olhar para o vazio, lágrimas brotavam em seus olhos vermelhos, sentindo como se parte de si mesma tivesse sido perdida. Memórias de seu tempo com Rio inundavam sua mente, e ela não conseguia mais segurar a enxurrada de lágrimas.

Em sua mente, ela sussurrava, “Rio, perdoe-me.”

A reviravolta inesperada dos acontecimentos despedaçara a garota por completo. Ela nunca imaginou que sua teimosia em encontrar a alma de seu irmão resultaria na perda de outra pessoa. Se soubesse que Rio estaria em perigo, jamais teria se aventurado àquele lugar.

Ela pensava que o garoto não estava seguindo-a, mas para sua surpresa, encontrou-o no santuário interno da ilha das almas mortas.

Enquanto ela se sentava ali, perdida em sua dor, memórias de suas brigas brincalhonas se repetiam em sua mente. Ela se lembrava de como Rio a provocava, e como ela teimosamente encontrava todas as chances para retrucar. Tudo parecia tão trivial agora, diante da perda avassaladora que ela sentia. Ela chorava ainda mais alto, seus soluços ecoando pela sinistra ilha das almas mortas.

***
Há algumas horas atrás…

Lia não conseguia se livrar da sensação ominosa de que algo ruim poderia acontecer a Rio, então ela queria que ele ficasse ao seu lado. Mas Rio já havia partido sem contar a ela, deixando-a confusa, ansiosa e triste.

Lia não sabia como explicar seu raciocínio a ele, já que ela não teve nenhum pesadelo desta vez, mas ela ainda tinha um mau pressentimento.

Assim que Lia confirmou que Rio havia partido em sua aventura, ela não podia mais conter suas emoções. Lágrimas escorriam pelo seu rosto enquanto temia perdê-lo para sempre. O pensamento de perder aquele que ela mais amava era demais para suportar, e seus soluços ressoavam pelo quarto vazio.

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Editado Por: TheWhiteSnow

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