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Minha Doce Vingança com o Alfa da Máfia - Capítulo 280

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  3. Capítulo 280 - 280 Brincando 280 Brincando César estava muito sério e
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280: Brincando? 280: Brincando? César estava muito sério e Adeline podia ver isso em seus olhos. Ela foi rápida em acenar as mãos para ele, descartando a ideia.

“Não, não, César. Relaxe, eu estava apenas brincando.”

“Brincando?” César não estava totalmente convencido. “Eu faria isso por você se você quisesse. É só me dar um nome.”

“HA!” Adeline gargalhou, apertando a área entre suas sobrancelhas em descrença. “Você é realmente louco às vezes.”

“Isso foi apenas uma piada. Eu não pensei que você levaria a sério.”

“Por que isso?” César perguntou, esperando uma explicação dela. “Se você não me disser diretamente que é uma piada, eu não saberia.”

Adeline olhou para ele e, em vez de continuar a conversa, iniciou um beijo, abraçando-o no processo.

“Eu te amo.”

Era louco perceber que ele estaria disposto a ir tão longe por ela sem pensar duas vezes. Até onde seu amor por ela chegava? Ela era a única que parecia existir em seu mundo?

Adeline não tinha uma resposta clara para essas perguntas, pois o homem não havia dito isso a ela. Mas ela tinha a sensação de que todas as respostas eram sim.

Esse pensamento a fez sorrir para si mesma subconscientemente.

“Muito.”

————
A porta de vidro do famoso bar em Moscou se abriu, revelando um interior muito fino. Não era como um bar usual onde músicas altas, pessoas fazendo suas diversas atividades seriam vistas.

Neste bar havia um interior bem coordenado. Mesas sofisticadas selecionadas com três cadeiras brancas ao redor delas, um lustre acima do teto e um balcão bem onde o barman ficava fazendo as bebidas que os garçons deveriam entregar a seus convidados.

Era diferente de um bar normal porque era conhecido como o ‘Bar da Alta Classe’ Um lugar apenas para os ricos.

A classe baixa ou os viventes médios não eram permitidos, pois você precisaria de um vip para até mesmo comparecer. Um cartão que valia tanto dinheiro. Um bar que separava os ricos entre si, sem deixá-los interagir com aqueles que eram inferiores a eles.

Antes da porta muito aberta, uma dama, envolta em um longo vestido branco muito fino com alguns designs de flores azuis e uma fenda que chegava até a coxa, estava de pé.

A brisa agitava seu cabelo castanho curto e seus olhos verdes percorriam o bar, antes de ela entrar, a porta de vidro se fechando atrás dela.

Esta dama não era outra senão Vera, que finalmente começara sua missão — uma missão para fazer o sucessor do grupo da máfia Petrov se apaixonar por ela e rastejar aos seus pés.

Com a ajuda de Romano, eles obtiveram informações de que o homem estava ali naquele bar… totalmente sozinho, sem ninguém para acompanhá-lo.

“Vocês não disseram que íamos trazer uma cantora?” Um dos ricos no bar perguntou, com uma expressão frustrada. “Onde está a maldita cantora? Estamos aqui há uma hora esperando!”

Um sorriso brotou nos lábios de Vera. “Oh céus… eu estava assim tão atrasada?” Ela riu baixinho para si mesma e começou a caminhar em direção ao palco um pouco elevado diante de todos os homens ricos que estavam no bar, alguns deles com suas namoradas e esposas.

De um canto solitário, Romano estava sentado com as pernas cruzadas e um chapéu na cabeça. Ele estava observando-a, garantindo absolutamente que nada desse errado.

Ele e César não conseguiam exatamente entender por que ela queria um lugar para cantar na maldita barra. O que ela ganharia com isso? Seria o suficiente para seduzir Dimitri? Hmm, ele pode não conhecer Vera tão bem quanto César, mas a mulher certamente não era tão pecadora—
“~Ooo Jogadores, vamos jogar juntos~”
Romano desviou sua atenção completamente para ela, o charuto que repousava entre seus lábios escorrendo ao ver puro de Vera, que agora tinha os olhos fechados.

Ela não iria dançar… certo?

Mas que choque assistir seu quadril balançar de um lado para o outro, todo o seu corpo vibrando ao longo do movimento que ela fazia.

“~O! Jogador! Amantes brinquem comigo. O! Jogadores! Amantes brinquem comigo. O coração desta donzela é grátis, formem uma fila e disputem por ele~”
No chão de madeira do palco, Vera pulava, cantando. Seis homens apareceram atrás das cortinas, três de cada lado.

De maneira coreográfica, cada um lutava para puxá-la para o seu lado.

“…O coração desta donzela é livre e quebrado. Formem uma fila, disputem por ele e por este coração. O! Jogadores! Amantes brinquem comigo~”
Girando pelo palco, ela caía nos braços de cada homem e em resposta, eles a levantavam de volta aos pés.

Perto do final da dança, restava apenas um homem, que segurava sua cintura, entrelaçando os dedos com os dela e pelo chão, eles dançavam, movendo-se suavemente de acordo com o movimento um do outro.

“~O! Jogadores, o coração desta donzela é meu~”
“~O! Jogadores, meu coração está em suas mãos. Caros vencedores sortudos na fila~”
Dimitri assistia, pernas cruzadas, encostado confortavelmente em sua cadeira e um copo de coquetel acomodado entre seu polegar e o indicador.

Como Vera queria, os olhos do homem estavam completamente nela e imaginem sua surpresa, no segundo em que ela encontrou seus olhos, franziu para ele e lançou-lhe um beijo em meio à dança com seu parceiro.

Isso o surpreendeu, fazendo-o momentaneamente recuar a cabeça em confusão.

Ele conhecia aquela mulher? Possivelmente de algum lugar?

Ele estava pensando profundamente.

Quando ele levantou a cabeça, o espetáculo havia terminado e as pessoas haviam começado a aplaudir, aprovando a bela apresentação.

Dimitri assistiu Vera sair do palco pelas cortinas e sua testa inconscientemente se enrugou em uma carranca. Ele não tinha certeza do que era, mas olhando para ela, ele podia sentir seu coração começar a bater freneticamente — um sentimento que ele não conseguia compreender.

“Que merda está acontecendo comigo?” Ele murmurou para si mesmo, passando um dedo pelo cabelo e alcançando o copo de vinho em sua mesa.

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