Minha Doce Vingança com o Alfa da Máfia - Capítulo 279
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279: Diga! 279: Diga! Ele criou César da maneira que deveria ter sido criado. Amor? Que diabos ele esperava fazer com amor? Emoções inúteis que só iriam segurá-lo!
Eles nunca entenderiam isso e, quando entendessem, já seria tarde demais. Não havia necessidade de pedir perdão porque não havia nada a ser perdoado.
— Garoto inútil! — O Sr. Sergey estava profundamente descontente com aquelas palavras. — César deveria ser o que estaria aos meus pés, implorando. Depois de tudo que fiz por ele, criando-o como o herdeiro perfeito e o homem forte que ele se tornou, agora sou eu a má pessoa.
— Casar-se com uma humana! Será tarde malditamente demais quando ele perceber o erro que cometeu. Absurdo! — Sua voz reverberava por todo o quarto, esperando que Romano pudesse ouvir.
Porém, infelizmente para ele, Romano havia se aventurado longe demais para ouvir seus acessos de raiva.
———
Parado diante da porta de vidro que levava à varanda da mansão, César olhava para Adeline que respirava fundo continuamente.
— Está nervosa? —
Adeline o olhou de relance. — Mais ou menos… — Ela foi honesta.
César a puxou para si, abraçando-a. Ele começou a acariciar seu cabelo, deixando um beijo suave na ponta de sua cabeça. — Tudo bem. Isso é só para eles reconhecerem você. Não vai durar mais do que alguns minutos.
Adeline assentiu para ele, colocando um sorriso no rosto.
— Vamos? — César estendeu uma mão a ela.
Ela sorriu amplamente, segurando a mão dele e juntos, caminharam pela porta de vidro, até a varanda espaçosa. De lá, as centenas de membros da matilha, de adultos a crianças, estavam em pé, com as cabeças abaixadas em respeito.
Nikolai, Yuri, Romano e Vera faziam parte da multidão. O único que faltava era o Sr. Sergey. Ele se recusara a sair de sua mansão e estar lá. Ele nunca viria a aceitar Adeline como a Luna da matilha. Ela não era qualificada e nunca seria.
— Neste dia, após vinte anos, nossa alcateia da Noite Vermelha finalmente foi abençoada com uma Luna pela deusa da lua. Ela foi escolhida e, sem qualquer discordância ou intenções malévolas em nossos corações, serviremos a ela e estaremos ao seu lado como a parceira do supremo alfa — anunciou o locutor de meia-idade, erguendo a cabeça para expor o par de óculos transparentes que repousava sobre a ponte de seu nariz.
— Todos de pé para a Luna! — Ele gritou.
Cada um deles, incluindo as crianças, colocou as mãos no peito e começou a recitar, — Que a Luna viva longa e próspera. Que ela esteja sempre ao lado do Supremo alfa e conduza nossa matilha a maiores alturas. Que ela seja o pilar que sustenta o supremo alfa e a matilha e que ela traga nada além de paz para nós.
— Minha senhora, Luna Adeline! — De joelhos, todos se inclinaram, com as cabeças profundamente abaixadas em respeito.
Adeline ficou imóvel, apenas observando-os.
Ela deveria… fazer algo? Não tinha certeza, ninguém disse que ela tinha que fazer.
César respirou fundo e deu um passo à frente. — Podem se levantar — ele deu o comando, e todos como se fossem robôs se levantaram em uníssono.
Cada um estava com um sorriso no rosto.
Adeline não conseguia dizer se os sorrisos eram genuínos, mas de qualquer maneira, isso não importava. Seu relacionamento com César finalmente estava resolvido e agora, nada mais poderia separá-los.
— Vem. — César tomou a mão dela, conduzindo-a de volta para dentro.
A porta de vidro foi fechada pelos dois ômegas que estavam no quarto e, assim que se inclinaram em reverência, trataram de deixar o local, deixando-os a sós.
— Então… o que eu faço agora? — perguntou Adeline, inclinando a cabeça. — Sou tipo uma rainha ou algo do tipo?
César sorriu. — Você é muito mais do que isso — Ele a sentou no seu colo, seus dedos deslizando por seu cabelo. — Agora, você deverá estar em todas as minhas reuniões e sua opinião será muito valorizada. Toda a matilha está na palma de nossas mãos, assim como está na minha.
— Ahhh. — Adeline assentiu com a cabeça, um sorriso surgindo em seu rosto. — Feliz por não ter que me preocupar mais se eles gostam de mim ou não.
César riu baixinho, concordando com as palavras dela.
— Esqueci de te dizer, querida, mas tenho um amigo vindo da França. —
— Um amigo da França? — Adeline inclinou a cabeça, perplexa.
— Sim — respondeu César. — Já estive na França algumas vezes e o conheci lá. Ele é francês, na verdade muito peculiar. Ele é diferente de tudo o que já vi, talvez por isso acabei gostando dele apesar de nossas diferenças.
César ficou em silêncio, processando suas palavras. — Suas diferenças? — Ela perguntou.
— Sim. Você entenderá quando o conhecer — ele disse. — Tenho a sensação de que você vai gostar da esposa dele. Ela pode se tornar uma amiga, não sei.
— Hein? — Adeline colocou a mão sob o queixo. — Você quer que eu me torne amiga dela ou algo do tipo?
— Não, essa não é minha intenção — César balançou a cabeça. — Apenas acho que você vai gostar muito dela. Mas não se preocupe, você pode decidir quando a conhecer — Ele riu, procedendo a morder uma parte da bochecha dela.
— César! — Adeline sibilou, uma parte de sua bochecha na boca dele. — Você vai morder aqui também?
César alargou um sorriso para ela, com os olhos apertados. — Fofa. —
Adeline mordeu o lábio inferior, virando e se ajustando para sentar com o corpo completamente encostado ao dele. — César. —
— O quê? — O homem olhou nos olhos dela.
Adeline demorou um momento, mas sorriu maliciosamente, perguntando, — Você mataria alguém se eu te pedisse para matar?
César franzia a testa com a pergunta antes de levantar uma sobrancelha para ela.
Ela riu constrangida, pensando que ele estava prestes a ficar bravo e ia dizer que era uma piada, mas suas palavras foram engolidas quando ela viu o homem pegar o telefone que estava ao lado dele no sofá.
— Quem? Me diga — ele disse.
Os olhos de Adeline piscaram rapidamente e por um momento, ela o olhou como se não tivesse compreendido o que ele havia dito. — C-César, eu só estava… —
— Diga. —