Minha Doce Vingança com o Alfa da Máfia - Capítulo 277
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277: O Que? 277: O Que? “Sai de cima de mim!!!” Romano gritou para ela, agarrando-a pelo pequeno para tirá-la de cima de mim. “Esquilo maldito!”
Adeline e César só podiam sentar, olhando fixamente para os dois. Eles estavam ambos atônitos a ponto de terem que olhar um para o outro.
E assim que os olhos de Adeline se encontraram com os dele, ela se levantou e saiu tempestivamente do escritório com os punhos cerrados.
Desta vez, César sabia que precisava conversar com ela para descobrir qual era o problema. Ele tinha cometido algum erro? Teria feito algo que ela não gostou?
“Adeline.” Ele foi rápido para agarrar a mão dela, puxando-a de volta antes que ela pudesse sair do corredor.
Adeline arrancou a mão dele, virando-se para olhá-lo. “Solte.”
“Por quê?” César perguntou, genuinamente confuso. “O que eu fiz? Me diga.”
Adeline arqueou uma sobrancelha para ele. “Então, você estava fazendo isso subconscientemente?”
César não estava entendendo o que ela queria dizer, então ele agarrou a mão dela e a levou para fora do corredor em direção ao seu quarto principal. Ele fechou a porta atrás deles e se virou para olhá-la.
“O que é? Me diga.”
Adeline ficou olhando para ele. Um suspiro profundo escapou pelo seu nariz e ela balançou a cabeça, virando-se para caminhar até a cama e sentar-se. “Esquece. Não há necessidade de falar sobre isso se você nem sabe o que é.”
César franziu a testa, e se moveu até a cama para sentar ao lado dela. “O que é?” ele perguntou, decidido a saber o que era.
Adeline não respondeu, deitou-se na cama, de repente sentindo-se cansada.
César olhou para ela, exalando suavemente. “Adeline, por favor, me diga o que é. Eu não posso saber se você nem vai me deixar saber o que eu fiz de errado.”
Adeline olhou para ele e passou os dedos pelo cabelo, visivelmente descontente. “Por que você estava agindo assim com ela?”
“Com quem? Vera?” César perguntou, inclinando a cabeça. “Como eu estava com ela? Não tenho certeza se estou entendendo o que você quer dizer.”
Adeline imediatamente sentou-se na cama, olhos cheios de raiva, encarando-o. “Sério? Você não sabe como estava agindo com ela?”
“Ha, ok então. Por que eu não sorrio para qualquer homem além de você e sou toda simpática com eles. Certo, certo, eu posso também pedir para fazerem algo por mim e eles estão livres para pedir o que quiserem em troca.” Ela riu baixinho, lançando-lhe um olhar. “Que tal isso? Você gosta, não é?”
“Você não faria isso.” A expressão de César estava vazia. Ele não estava nada feliz com o que ela acabara de dizer.
“Eu não faria?” Adeline arqueou uma sobrancelha para ele, divertida. “Mas está tudo bem se você fizer, certo?”
“Não, não, você está me entendendo mal aqui, Adeline.” César balançou a cabeça, aproximando-se dela.
Adeline cruzou os braços, esperando que ele explicasse como exatamente ela estava entendendo mal.
“Eu não pretendia sorrir tanto para ela. Isso não significa nada, ok-”
“Significa,” Adeline interrompeu. “Você só sorriu e agiu assim comigo. Parece… esquece.”
“Me desculpa,” César disse, se desculpando. Ele realmente não tinha tido a intenção. Ele estava apenas sendo educado demais, porque precisava que Vera concordasse e não dissesse não a ele. E ela também era alguém que eles conheciam desde que a adotaram na linhagem dos Kuznetsov.
Ele deveria ter sabido que seria problemático de qualquer maneira. Adeline não era exatamente muito fã dela.
“Me desculpa de verdade,” ele pediu desculpas novamente, agarrando a mão dela para acariciá-la. “Me perdoa, só desta vez.”
Mas Adeline não. Ela preferiu continuar perguntando, “Por que você disse aquilo para ela?”
“Disse o quê?” César estava confuso.
“Que ela podia pedir o que quisesse? Por que?” Ela franziu a testa para ele, querendo uma explicação.
César piscou os olhos, sorrindo suavemente. “Bom, tenho certeza de que eu posso conseguir para ela seja lá o que for que ela quei-”
“César!” Adeline o encarou, segurando o rosto dele em suas palmas. “Você! Você é o que ela quer!”
“Você vê o jeito que ela olha para você? Você viu como ela te checou depois que você disse aquilo? Você é cego que não consegue ver isso?” Ela soava frustrada a essa altura, esperando que ele dissesse algo.
César respirou fundo e segurou as duas mãos dela. “Eu já te disse antes, Adeline. Não importa se ela quer ou não, porque ela nunca poderá me ter. Ela é como uma irmãzinha para mim e nada pode mudar isso. Como ela me vê, não me importa.”
“Eu sorrio para ela e a trato bem porque ela é como uma irmãzinha, nada mais que isso. Ninguém jamais poderá ser você, ninguém jamais poderá me ter, exceto você. E eu nunca poderia amar outra pessoa, apenas você. Preciso que você entenda isso. Você é tudo o que tenho, tudo o que quero e tudo o que preciso, mais ninguém.”
“Você me entende?” Ele perguntou, olhando nos olhos dela. “É só você. Tudo você, mais ninguém.” Seus dedos acariciaram o cabelo dela, afastando o cabelo dela atrás da orelha. “Eu te amo, só você.”
Adeline ficou olhando para ele. Ela respirou suavemente antes de envolver os braços ao redor do pescoço dele e abraçá-lo fortemente. “Eu queria poder te marcar também. Aí, você teri-”
“O que você disse?” César perguntou, surpreso.
Adeline repetiu suas palavras, “Eu disse que queria poder te marcar, assim como você fez comigo. Mas não é possível. Eu sou humana.”
César sentiu sua glândula de acasalamento arder e ele chiou, imediatamente colocando a mão sobre ela. “Adeline, espera.” ele a tirou de cima dele e levantou-se para ir ao banheiro.
Ele fechou a porta atrás de si e correu até a pia. Pelo espelho, ele olhou para a marca de acasalamento que Adeline tinha deixado nele, apenas para vê-la puramente avermelhada, como se estivesse queimando.
Sentia-se tão irritado que teve vontade de se coçar, mas sabia que se o fizesse, só se machucaria, pois isso seria como arrancá-la.