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Minha Doce Vingança com o Alfa da Máfia - Capítulo 276

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  3. Capítulo 276 - 276 Feito 276 Feito Você pode conseguir disse Adeline com uma
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276: Feito! 276: Feito! “Você pode conseguir,” disse Adeline com uma certeza ardente em seus olhos. “No meu quarto com Dimitri, perto da mesa do lado esquerdo, há um pequeno interruptor de carregamento abaixo na parede. Vire o interruptor e puxe-o, ele vai sobressair e dentro dele o arquivo está lá.”

Vera arqueou uma sobrancelha com essa informação. “Então, o interruptor de carregamento é como uma caixa?”

“Sim.” Adeline assentiu, certa disso.

“Isso é muito louco.” Vera riu. “Nada mal mesmo. Não é à toa que eles não encontraram. Eu não suspeitaria de um maldito interruptor de carregamento.”

Adeline desviou o olhar, uma expressão vazia no rosto.

“Então, tudo o que eu preciso fazer é pegar o USB, certo?” Vera perguntou.

César assentiu para ela. “Isso. E seduzir Dimitri.”

Vera imediatamente engasgou com sua respiração, os olhos tão arregalados quanto um pires. “O quê? V-você quer que eu me envolva com aquele maldito babaca?”

“Sim.” César manteve uma expressão suplicante.

“Mas César! Eu odeio a cara dele só de ver aqueles malditos vídeos dele. Agora, você quer que eu me aproxime dele?” Vera balançou a cabeça, teimosamente. “Não! Não! De jeito nenhum.”

“Vera, preciso que você faça isso por mim. Dimitri é a fraqueza de Fiódor. Se você conseguir se infiltrar nele, teríamos mais uma carta na manga. Também teríamos acesso a mais informações que normalmente não teríamos. Por favor…” César implorou, sua voz suave.

“Você não tem que fazer nada com ele, você só tem que fazer com que ele aceite e queira você, que deixe você entrar. Faça-o se apaixonar por você.”

O queixo de Vera caiu. “Você tem que estar brincando.”

“Dimitri? Não é que ele seja meio louco pela sua esposa? O que faz você pensar que ele-”
A atmosfera inteira na sala mudou imediatamente, os olhos de César cravados nela como se ele pudesse despedaçá-la em pedaços se ela mencionasse isso novamente.

“Ok, ok, foi mal, escapou.” Vera foi rápida em se defender. “Eu só estava tentando fazer você entender por que essa ideia pode não funcionar-”
“Vai funcionar. Eu conheço Dimitri e sei do que você é capaz,” disse César com pura confiança em seu tom. “Não vou interferir em nenhum dos métodos que escolher usar, porque sei que você trabalha melhor com suas próprias regras. Eu só preciso que você faça o trabalho. Então, você vai fazer?”

Vera o encarou por alguns segundos pensativos antes de jogar a cabeça para trás, gemendo de desgosto. “AHH!! Você sabe muito bem que eu não vou dizer não.”

César sorriu com suas palavras, inclinando a cabeça para o lado.

Adeline estava completamente silenciosa, conseguindo vislumbrar o sorriso no rosto dele. Ela o odiava… honestamente. E a vontade de se levantar e sair tomava conta dela. Ela não queria mais estar lá, mesmo que fosse por ela. Era um comportamento estúpido de sua parte, mas ela simplesmente não aguentava.

Esse sorriso deveria ser só para ela, não é? Assim como o dela era destinado apenas a ele. Por que ser assim com outra pessoa na frente dela? Ele deveria saber que ela não iria gostar nada disso.

“Então me diga, o que eu ganho com isso?” Vera olhou para ele, perguntando.

César deu de ombros. “Qualquer coisa que você quiser. Quando terminar, você pode me pedir o que desejar e eu te darei.”

“Sério?” Vera arqueou uma sobrancelha, sorrindo maliciosamente.

Adeline conseguia ver os olhos dela fazendo uma varredura completa em César e de alguma forma ela podia dizer o que a mulher estava pensando.

Mesmo assim, ela não reagiu, mas sim respirou fundo, cruzando as pernas.

César assentiu. “Tenho certeza de que posso pagar o que você quiser.”

O sorriso de Vera se alargou e ela lançou um olhar de autoconfiança para Adeline antes de desviar o olhar de volta para César. “Feito!” Ela estendeu a mão para um aperto de mão. “Eu gostaria da minha recompensa depois de terminar o trabalho. Então, até lá, vou manter o que desejo em segredo.”

“Feito.” César trocou um aperto de mão com ela. “Quando você acha que pode-”
A porta do escritório se abriu e quem entrou foi Romano, com as mãos enfiadas nos bolsos como de costume.

Pensando bem, tanto ele quanto César tinham o hábito de deixar as mãos escondidas dentro dos bolsos o tempo todo, mas o de Romano era pior.

“O que você está fazendo aqui?” César questionou, franzindo o cenho.

Romano com um sorriso estampado no rosto, caminhou até ele e se agachou bem na frente de César, estendendo a mão para pegar a dele. Ele estava olhando para o supremo alfa como se fosse uma criança.

E isso deixou César perdido e perplexo. Ele baixou o olhar para a mão que Romano tinha entrelaçado com a dele e uma irritação pura imediatamente ocupou seus olhos verdes. “Que merda você acha que está fazendo?”

“Não me toque!”

Mas Romano carinhosamente trouxe a mão dele para o peito e olhou para ele com olhos suplicantes. “Deixe-me ajudar.”

“O quê?” César levantou uma sobrancelha para ele, confuso.

“Bem, me perdoe primeiro porque ouvi tudo. Mas deixe-me ajudar,” disse Romano. “Vera vai precisar de ajuda com o que ela vai fazer, certo? Eu posso ajudá-la secretamente, é claro, e também pode ser uma maneira de eu expiar meus pecados e ganhar seu perdão.”

“Ei! Não tente me usar para limpar sua bagunça,” Vera gritou para ele, jogando a garrafa de água que tinha ao lado na cabeça dele.

Romano lançou a ela um olhar odioso. “Cala a boca. Estou ajudando, não usando você. Pare de interferir e mantenha sua boca inútil fechada.”

“Com quem diabos você pensa que está falando desse jeito?” Vera se levantou, avançando em direção a ele para agarrá-lo por um bom punhado de cabelo.

“Merda!” Romano gemeu, soltando a mão de César. Ele se levantou, pairando sobre Vera e a apanhou pela gola para levantá-la do chão. “Eu vou te quebrar ao meio! O que te faz pensar-”
Mesmo estando suspensa no ar pelo homem maior, isso não impediu Vera de agarrar seus ombros e pular nele, segurando firme em seu cabelo.

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