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Minha Doce Vingança com o Alfa da Máfia - Capítulo 275

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275: PTVS777 275: PTVS777 Isso deixou Romano se perguntando do que diabos ele estava protegendo Yuri.

Jesus. Ele soltou Yuri e passou por ele para sair do escritório com as mãos enfiadas nos bolsos.

“O que diabos…” Yuri, que ficou confuso, tocou no cabelo e depois nas bochechas, se perguntando por que o homem tinha feito aquilo. “Por que ele fez is-”
Nikolai estava diante dele num piscar de olhos, examinando-o de cima a baixo. “Ele te machucou?”

“Hã?” Yuri inclinou a cabeça confuso. “Por que ele faria isso?”

“Vai saber? Esse cara não presta!” Nikolai debochou, irritado. “Você deveria se afastar dele, Yuri, ou vai acabar se machucando.”

Yuri olhou para ele por um segundo, antes de bater na mão dele para passar. “Qualquer que seja a relação de ódio que você tem com ele, não me inclua. Vocês dois podem se matar, que eu não me importo.”

“E o que vocês dois estavam fazendo aqui dentro?” Ele perguntou.

“Eu vim entregar esses documentos.” Nikolai apontou para a pilha de documentos na mesa. “Mas o idiota me seguiu aqui dentro, querendo um maldito pedido de desculpas porque eu pisei no pé dele. Nem foi de propósito. Mas um obcecado por desculpas como ele não deixa passar.”

“Você poderia ter apenas se desculpado, sabe.” Yuri começou a arrumar os documentos na mesa.

“Com ele?” Nikolai falou como se fosse a coisa mais suja que ele poderia fazer. “Minhas desculpas não são para ele. Ele nunca vai recebê-las de mim.”

Yuri deu de ombros, sorrindo para si mesmo. “Você está livre para continuar com sua luta tola até que um de vocês mate o outro. Eu consigo ver isso acontecendo.”

“Certamente não serei eu o morto.” Nikolai resmungou, jogando-se no sofá com as pernas cruzadas.

“Ele é mais forte que você,” Yuri disse.

“Não acredito que você pensa assim!” Nikolai ficou genuinamente ofendido.

“Só sendo honesto.” Yuri deu uma risadinha.

“Vou ter que ir pegar aquela camisa eu mesmo,” ele disse e virou para sair do escritório.

Nikolai o seguiu como uma criança seguindo os pais.

———
César tinha retornado à alcateia com Adeline e, atualmente, ele estava sentado na cadeira de couro preto em seu escritório.

Ao lado dele estava Adeline, que estava fazendo uma competição de olhares com Vera. A mulher mantinha um sorriso como se estivesse provocando, e Adeline não gostava nada disso.

Desde o último encontro, Adeline tinha desenvolvido um tipo muito ruim de antipatia por ela e, claro, não disse nada sobre o fato de ela ser quem ajudaria.

Isso arrancou um gemido dela e César olhou para ela, plenamente ciente do motivo. Ele tinha um olhar de pedido de desculpas, o que fez Vera alternar o olhar entre os dois.

Seu problema é melhor que não seja por causa dela.

“Então, no que posso ajudar você, César?” Vera perguntou, recostando-se em sua cadeira. “Quantos dias se passaram desde a última vez que você falou comigo?”

“Minhas desculpas. Estive ocupado, Vera,” César respondeu.

“Ah, qual é, sou sua prima. Mesmo que fosse só uma vez. Parece que você só me procura quando precisa de mim,” Vera reclamou, cruzando os braços. “Isso não é justo.”

César beliscou a testa, suspirando. “Isso não é totalmente verdade. Mas é claro que não posso desculpar meu comportamento. Então, me desculpe.”

Adeline, que estava olhando para César, estava com a boca aberta, surpresa.

O que diabos…

Ela conhecia César muito bem e ele nunca tinha sido tão educado com alguém, exceto ela. Ele nunca pede desculpas, certamente não apenas a qualquer pessoa. Ela nunca tinha visto ou ouvido ele falar com alguém assim antes.

Ha… ele deve realmente gostar dela.

Isso mudou completamente o humor dela.

E César foi rápido em perceber, virando imediatamente a cabeça para olhar para ela. Ele realmente desejava poder parar o que estava fazendo, só para conversar com ela, mas não havia tempo e ele tinha que terminar o negócio com Vera.

Então ele ignorou por enquanto, e continuou o negócio com a mulher.

“Você está perdoada. Não posso exatamente ficar bravo com você.” Vera deu de ombros, cruzando as pernas. “Então, com que você precisa da minha ajuda?”

César ficou em silêncio por um segundo, antes de continuar a explicação, “Você se lembra dos Petrovs?”

A expressão de Vera mudou imediatamente antes dela debochar, irritada sem razão. “Aqueles babacas! O que tem eles?”

“Nós vamos lidar com eles,” César disse, sorrindo.

Adeline franziu a testa, com as mãos apertadas em punhos.

Por que diabos ele estava sorrindo para ela? Desde quando ele começou a sorrir para outras pessoas, exceto ela?

“Nós vamos chutar a bunda deles?” Vera perguntou, só para ter certeza de ter ouvido o homem corretamente.

César assentiu. “Sim. Mas vou precisar da sua ajuda.”

“Com o que exatamente?” Vera levantou uma sobrancelha.

César olhou para Adeline, mas ela lançou um olhar fulminante para ele, deixando-o confuso. No entanto, ele não teve tempo para pensar sobre isso. Sua atenção voltou para Vera.

“Há um arquivo que precisamos. Ele tem tudo o que precisaremos para acabar com eles. Mas…”

“Mas…?” Vera inclinou a cabeça, esperando que ele completasse suas palavras.

César fez uma pausa e continuou, “O arquivo está com eles.”

“Hã?” Vera ficou atônita. “Espera, como diabos você espera que eu pegue esse arquivo deles. Eu nem sei como ele parec-”
“Ele tem um nome gravado nele. PTVs777,” Adeline interrompeu. Sua voz não soava nada boa e isso estava deixando César desconfortável.

“PTV… o quê?” Vera mudou sua atenção para ela.

Adeline exalou. “É um USB vermelho e esse nome está gravado no corpo.”

“Ah?” Vera começou a acariciar o queixo, pensando profundamente. “Tá bom, agora sei como ele deve parecer, mas como exatamente posso conseguir ele? César disse que está com eles.”

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