Minha Doce Vingança com o Alfa da Máfia - Capítulo 274
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- Capítulo 274 - 274 Chega 274 Chega Dimitri sabia que as palavras de seu pai
274: Chega!! 274: Chega!! Dimitri sabia que as palavras de seu pai eram verdadeiras. Embora nunca admitisse em voz alta, ele sabia que nunca poderia se comparar a César. Um homem que lutava sozinho, enquanto ele precisava da orientação e apoio de seu pai para enfrentar um desafio.
Subitamente, ele se sentiu frustrado, tanto que se levantou do sofá e saiu tempestivamente do escritório.
O Sr. Petrov, que o viu partir, balançou a cabeça e voltou sua atenção para Mikhail, que ficou no escritório o tempo todo.
Ele ordenou, “Assim que Sokolov retornar, relate-me imediatamente. É hora de nos livrarmos de outro germe.”
“Sim, senhor!” Mikhail assentiu, fazendo uma reverência.
———
Entrando na porta para o escritório do César, Yuri, cujo foco estava fixo em seu telefone, caminhou em direção à mesa, no entanto, acabou esbarrando em Nikolai, que também estava no escritório discutindo com Romano.
“Ei!” Yuri levantou a cabeça, mas foi então que percebeu que a camisa nova que segurava havia sido manchada com café.
De quem era o café?
“S-senhor! O-o-o que você fez?!” Ele perguntou, começando imediatamente a se contorcer.
O café era de Romano, que Nikolai havia arrancado durante a discussão e quando ele esbarrou neles, o líquido derramou todo sobre a camisa.
Nikolai e Romano imediatamente cessaram sua discussão e voltaram sua atenção para a camisa.
“Yuri.” Nikolai estava perplexo, vendo o beta ali. Oh, do que ele estava falando mesmo? Esse era o escritório do César e Yuri era seu consiglieri. Claro que ele estaria ali.
“Ei…” Romano fez uma careta com um olhar de desculpas. “De quem é essa camisa?”
Os ombros de Yuri subiam e desciam como se uma bomba tivesse caído dentro do escritório. “Isso… isso é a camisa do César. Uma nova que acabou de ser entregue!”
“O-que vamos fazer agora?”
“Como assim?” Nikolai perguntou.
“Seu idiota!” Yuri encarou-o. “César está voltando para a alcateia hoje. Ele vai nos matar!”
Romano riu baixinho, dando de ombros. “Por causa de uma camisa?”
“Senhor!” Yuri olhou para ele como se pudesse matá-lo.
Romano defensivamente levantou as mãos. “Tudo bem. Quanto custa a camisa? Podemos encomendar uma nova antes que ele volte.”
Yuri examinou a etiqueta na camisa e ao vislumbrar o preço, seus olhos se arregalaram enormemente.
Eles puderam vê-lo começar a tremer visivelmente, o que fez os dois se entreolharem, confusos.
“Deixe-me ver o preço.” Romano pegou o telefone dele e ao ver o preço, soltou um suspiro suave, desviando o olhar. “Uau.”
Nikolai estava curioso, então olhou. “Quinhentos e vinte mil rublos!!!!”
“Que porra é essa? Você está brincando comigo?”
Romano sorria constrangido, sem conseguir nem olhar nos olhos deles. Ele próprio era um gastador. Mas nessa extensão? De jeito nenhum, nem mesmo possível.
Yuri havia caído de joelhos no chão com todas as forças e Nikolai jurava que viu a alma do beta evaporar dele. “C-cincocentos e vinte mil rublos?”
Nikolai estava além de sem palavras. “Quero dizer, todos nós sabemos que o César é podre de rico, mas vamos lá, quinhentos por isso?” Ele segurou a camisa branca para examiná-la. “O que tem de tão especial nisso? É como sua camiseta branca comum. Por que ele gastaria tanto assim?”
“Por que você não vai perguntar a ele, idiota. Essas são de designers?” Romano debochou, zombando dele.
“Vai se foder!” Nikolai rosnou para ele. “Nem mesmo designers custam tanto assim.”
“É por isso que você é burro. É feito sob medida! Personalizado, já que você-”
“Quem diabos você acabou de chamar de burro?” Nikolai o interrompeu, pronto para a briga.
Romano ficou cara a cara com ele, olhando para baixo para o homem mais baixo. Para um homem de 2 metros como ele, na mesma altura que César, Nikolai realmente parecia baixo para ele, com 1,95 m ou como ele preferiria ver.
“Você. Você é o que eu chamei de burro. O que você vai fazer a respeito? Lutar comigo?” O homem claramente estava provocando-o.
E isso irritou ainda mais Nikolai. “Vou explodir suas bolas e enfiá-las goela abaixo.”
“Tente.” O sorriso de Romano se estendeu mais ainda.
“Você-”
“Chega!!” Yuri gritou para ambos. “Apenas calem a boca, calem a boca de uma vez e parem de brigar na minha frente.”
“Qual é o problema com vocês dois?” Ele questionou, levantando-se com as mãos fechadas. “Temos um problema maior aqui e tudo que vocês conseguem fazer é brigar?”
Havia essa vontade de bater nos dois até virarem polpa ardendo em seus olhos. “Se os dois vão passar a manhã brigando, me dêem o dinheiro para a maldita camisa e vão se foder!”
Ambos piscaram e desviaram o olhar um do outro, muito cientes de que Yuri estava genuinamente bravo.
“Acho que vamos estar mortos nas mãos do César porque eu não vou pagar mais de quinhentos por uma camisa de merda. Além disso, ele é quem trouxe esse café estúpido. Ele que pague por isso.” Nikolai rolou os ombros e sentou-se na beira da mesa com os braços cruzados.
Romano lançou-lhe um olhar severo, antes de olhar para Yuri. “Eu pagarei,” ele se ofereceu, tirando seu telefone para transferir os fundos para ele.
“Ótimo, agora temos que esperar que seja entregue antes que o César retorne.” O beta suspirou aliviado. “Obrigado,” ele disse a Romano.
Romano sorriu, caminhando em sua direção. Ele parou, pairando acima de Yuri, e Nikolai, que estava observando, levantou uma sobrancelha para ele.
“O que você está tentando fazer com ele-”
Romano brincou de bagunçar os cabelos loiros de Yuri antes de continuar a puxar suas bochechas, um olhar de diversão em seu rosto. Ele lançou a Nikolai um olhar secreto, muito ciente de que conseguiria provocar uma reação nele fazendo isso.
E de fato provocou, pois Nikolai havia se levantado da mesa como o idiota protetor que era pronto para se aproximar dele onde ele pudesse fazer algo com Yuri.