Minha Doce Vingança com o Alfa da Máfia - Capítulo 268
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268: César 268: César Adeline sentada na cama com as pernas cruzadas, apenas olhando para o lindo anel em seu dedo anelar. Era tão bonito, como se César tivesse reservado um tempo para escolhê-lo.
Era real mesmo? Todo o casamento e tudo mais? Eles realmente se casaram? Ela não estava sonhando, estava? Ela não vai acordar amanhã e vai ser tudo um longo sonho de volta à mansão do Petrov, certo?
Deveria ser realidade, não deveria? César era real, certo? Ele a amava e ela o amava. Ela era sua esposa e pertencia a ele, não—
“O que você está pensando?” Uma voz que ela conhecia muito bem soou, tirando-a de seus devaneios.
Adeline levantou os olhos para encontrar o olhar de César. Eles estavam em sua cobertura, longe da alcateia. Ele não queria retornar lá, mas sim estar longe, sozinho com Adeline.
“César,” Adeline balbuciou, piscando os olhos surpresa. Ela não o ouviu entrar.
César agachou ao lado da cama para poder estar no nível dos olhos dela. “Venha mais perto.” Ele moveu os dedos para ela, chamando-a para mais perto.
E assim que ela se aproximou, ele segurou uma de suas mãos e levou aos lábios para beijar delicadamente o dorso. “Você está pensando demais. O que é?”
Adeline ficou quieta, apenas olhando para seu rosto. Seus lábios estavam entreabertos, tentando encontrar as palavras.
“Parece… um sonho,” ela falou.
“Um sonho?” César tinha um olhar que sugeria surpresa, mas um sorriso apareceu em seu rosto no momento seguinte. “Mas não é. Você, minha boneca, está bem aqui na minha frente na minha cobertura e no meu quarto.”
“Nunca poderia ser um sonho e quer saber o que é ainda melhor?” Ele perguntou. “Você é toda minha. Toda minha para amar, proteger, beijar, toda minha para fazer tudo. ”
Adeline ficou vermelha, o som da sua deglutição alta. “César-”
“Escute isso e me diga como soa.” César segurou o queixo dela com a mão e se levantou um pouco para se inclinar mais perto dela. “Adeline Ivanovna Kuznetsov. Você não acha que soa bem?” O homem tinha um sorriso, um muito orgulhoso e possessivo, e estava claro que ela estava presa com ele e que nunca haveria uma saída.
Não era um sonho de forma alguma. Mas era a realidade dela, uma bela que ela ansiava.
“Diga, boneca,” César pediu, olhos fixos nos dela.
Adeline estava confusa. “D-dizer o quê?”
“Seu nome,” César respondeu, mordiscando seu lábio inferior volumoso. “Diga seu nome, como eu acabei de fazer. Quero ouvir da sua boca linda.”
Adeline podia ouvir seu coração descontrolado dentro do peito. Ela estava engolindo subconscientemente, incapaz de quebrar o contato visual com seu olhar penetrante e esperançoso.
“A-Adeline Ivanovna K-Kuznetsov.”
“Diga de novo,” César exigiu, seu olhar severo. “Dessa vez, com confiança. Sou todo seu, ostente esse nome como se significasse tudo para você.”
Adeline piscou rapidamente, quase sentindo seu coração saltar do peito. “Adeline Ivanovna K-Kuznetsov.”
“Isso não é suficiente, princesa.” César balançou a cabeça para ela, seus lábios tão perto dos dela. “Diga. DE NOVO.”
“Adeline…” ela pausou, engolindo em seco. “Adeline Ivanovna Kuznetsov-Mhm.”
Seus lábios estavam ocupados, forçando-a a engolir o resto de suas palavras. Ela foi empurrada para baixo na cama, de costas, com César por cima dela, cujo joelho afundou na cama entre as pernas dela abertas.
Adeline queria respirar, mas ela não podia porque o homem não tinha a intenção de interromper o beijo tão cedo. Ele estava tomando tudo, cada pequeno suspiro que escapava de sua boca e finalmente quando ele fez isso, ela foi rápida para exalar um longo suspiro de ar, seus olhos fechados com força.
“César.”
“Sim, princesa,” o homem respondeu, inclinando-se para beijar sua testa, a ponta do nariz e descendo até aconchegar seu pescoço.
Algo sobre a interação fez ela se sentir dourada, tão desejada, tão cuidada e tão ligada e conectada a ele.
Ela observava o teto, sua respiração entrecortada enquanto a mão dele agarrava um punhado de seu vestido de noite.
“Vou rasgar isso de você,” ele disse e ela nem teve tempo de responder porque ele tinha rasgado o vestido, deixando-a nua por baixo dele. “Muito melhor.” Seus sussurros faziam cócegas em seu ouvido, deixando-a tão vulnerável.
Suas coxas estavam abertas, dedos deslizando até sua fenda, depois de volta até seu joelho sem alívio.
“Ha…” Adeline respirou suavemente, mordendo seu lábio inferior. Ela observava César se afastar para olhar para ela. Seus olhos estavam queimando de tanto desejo, ela sentiu um calor fluir através dela de uma vez.
A nudez completa dela, o homem podia ver tudo.
E ela não tinha certeza do porquê se sentia tão tímida. Não era como se fosse a primeira vez, mas algo parecia diferente. Ela não conseguia apontar, mas a sensação fazia seu estômago formigar de excitação.
César traçava o dedo para cima e para baixo em seu abdômen, nunca quebrando o contato visual com ela. “Eu nunca poderia me acostumar com a sua beleza. Só para mim.”
A ponta das orelhas de Adeline esquentou, queimando de vermelho, e ela foi rápida em desviar o olhar, incapaz de segurar seu olhar. Mas César foi rápido em agarrar seu queixo, forçando seu foco de volta para ele.
“Mantenha seus olhos em mim, boneca,” ele ordenou com um sorriso. “Observe o que eu vou fazer com você. Veja como eu vou cuidar de você de uma maneira que nenhum outro homem pode. Você é além do que eles poderiam ter, toda minha.”
A visão de Adeline já estava girando, ela colocou a mão sobre a boca com a sensação da língua de César repousando contra seu peito. Ele lambeu uma linha reta para baixo, passando por cada uma de suas costelas até sua barriga.
Ele estava apreciando a sensação de cada um dos músculos dela que tensionavam sob o toque dele.
E Adeline respirava, murmurando suavemente. Ela agarrou os lençóis, dedos dos pés se enrolando violentamente em puro êxtase só daquele pequeno toque.