Minha Doce Vingança com o Alfa da Máfia - Capítulo 266
- Home
- Minha Doce Vingança com o Alfa da Máfia
- Capítulo 266 - 266 Dance Comigo 266 Dance Comigo Você Adeline Ivanovna
266: Dance Comigo 266: Dance Comigo “Você, Adeline Ivanovna Alexerye, aceita César Romanovich Kuznetsov como seu legítimo esposo?”
“Aceito,” Adeline respondeu, acenando vigorosamente com um largo sorriso. Era o momento mais feliz da sua vida — o mais feliz que ela já tinha estado.
E o Sr. Sokolov não tinha certeza de quando lágrimas começaram a cair de seus olhos. Ele não achava que veria o dia em que a veria tão feliz.
“Eu agora os declaro marido e mulher,” disse o padre com um brilho. “Você pode beijar a noiva.”
César agarrou Adeline pelo pulso, puxando-a para seus braços. Ele tirou o véu e pressionou seus lábios contra os dela, beijando-a, desta vez tão pura e gentilmente como nada que ela já tinha experimentado antes.
Isso era como realmente se sentia ao casar com alguém que você desejava? A sensação era esmagadora, quase como se ela estivesse numa cama de nuvens. Ela sentiu que iria chorar e não conseguia entender o porquê.
Adeline derreteu-se no beijo, enrolando os braços em volta do pescoço dele. “Eu te amo, César.” Ela murmurou contra os lábios dele.
César sorriu, murmurando suavemente para ela, “Eu te amo, boneca.”
“Agora, você é uma Kuznetsov, minha esposa e só minha.” Ele deu um beijo suave na sua testa, fechando os olhos por um momento para inalar o aroma dela.
Sua atenção foi atraída apenas quando todos os convidados na sala começaram a aplaudir, incluindo Romano que também tinha vindo.
Ele, Yuri, Nikolai e o Sr. Sokolov estavam os mais felizes. Cada um nunca tinha visto os dois tão felizes.
O Sr. Sergey, por outro lado, não estava lá. Ele se recusou a vir, jurando que nunca viria enquanto César escolhesse se casar com a humana.
Mas é claro, a César não importava. Era decisão dele vir ou não. Não faria diferença.
Uma hora após o casamento, o salão foi liberado para os convidados dançarem.
A luz do imenso lustre emanava, dando a todo o salão uma aparência etérea.
“Você quer?” César perguntou, olhando para Adeline que se sentava ao lado dele.
Adeline acenou rapidamente assentindo, essa sendo sua primeira vez. Durante o casamento com Dimitri, ela não chegou a dançar de jeito nenhum.
César levantou-se, estendendo sua mão enluvada para ela. “Venha aqui.”
Adeline olhou para ele antes de pegar sua mão. Ela se levantou e caminhou com ele até o centro do salão, onde os convidados já estavam se preparando para dançar uns com os outros.
A atmosfera diminuiu e os dois trocaram olhares enquanto giravam na pista de dança. César não era muito bom de dança e isso era perceptível em seus movimentos, mas Adeline, ah, ela nascera para isso. Não importava que era uma dança clássica. Ela era boa nisso.
Os convidados também se juntaram, mas se certificaram de deixar o meio da pista livre para o casal.
“Finalmente.” Yuri, que estava observando, respirou aliviado.
Nikolai riu baixinho. “Ela será a primeira Luna humana.”
“Certo.” Yuri sorriu, com um canto dos lábios puxando. “Agora eles ficarão juntos,” ele disse subconscientemente, exalando.
Ele sabia que isso era algo que nunca poderia ter, não enquanto ele fosse um beta. Um lampejo de tristeza passou por seus olhos, mas ele foi rápido em bater nas próprias bochechas com as mãos, tentando afastar o pensamento.
“Quer dançar?” Ele ouviu alguém dizer e se virou para ver uma bela loirinha, olhando para Nikolai com olhos brilhantes. Ela era uma ômega.
Yuri revirou os olhos descontente. Nikolai, claro, sempre teria tudo e ele, por outro lado, nem uma mulher sequer se disporia a se aproximar dele.
Ele não deveria se sentir horrível, mas não conseguia evitar. Era melhor ir pegar uma bebida ou qualquer coisa assim.
Entretanto, antes que ele pudesse dar três passos para se afastar, seu braço magro foi subitamente agarrado por alguém e ele virou a cabeça apenas para ver olhos castanhos penetrando nos dele.
“O que você está…”
“Dance comigo,” Nikolai disse, ignorando completamente a ômega.
Yuri ficou surpreso, piscando com seus olhos cinzentos em confusão. “D-dançar com você? M-m-mas e ela? Você vai-”
Nikolai puxou o beta para a pista de dança com ele e o girou para que ele ficasse de frente. “Eu te pedi para dançar comigo. Ela não é problema seu.” Seu cabelo estava comprido demais.
Yuri engoliu, incapaz de desviar o olhar do homem.
Isso não era um pouco demais—
Mas ele nem conseguiu terminar o pensamento, porque o homem havia baixado seu braço direito em volta de sua cintura fina e segurou sua outra mão para entrelaçar seus dedos enluvados.
“Nikolai, isso está certo?”
“Por que não?” Nikolai perguntou, soprando a franja loira que caía sobre seus olhos cinzentos. O beta precisava de um corte de cabelo para encurtá-lo. “Eu sei que você quer dançar.”
“Certo… Mas eu acho que ela está realmente brava com você. Ela está nos encarando.” Yuri disse constrangido, sentindo o olhar fulminante da mulher sobre ele. Ela estava olhando para ele como se pudesse esfolá-lo vivo.
Como Nikolai tinha sorte. Ele conseguia atrair mulheres facilmente e ele, por sua vez, não agradava aos olhos. Não porque ele não era bonito, mas simplesmente porque era um beta.
Nikolai até o tinha chamado de bonito algumas vezes, então ele sabia muito bem que não era de se jogar fora. Era apenas porque ele era um beta que elas não estavam dispostas nem a dizer uma palavra para ele.
Isso era uma maldição.
Junto com os convidados, os dois começaram a dançar, saltitando pelo salão, o homem maior guiando o beta.
Do outro lado do salão, onde estava bebendo, Romano os observava, com os olhos especialmente em Nikolai.
Ninguém podia dizer o que passava pela sua cabeça, mas seu olhar não estava em outro lugar senão no homem.
Ele não parecia nada feliz e, como se não conseguisse suportar mais estar ali, ele se virou, deixando o salão com as mãos enfiadas nos bolsos da calça, sem olhar para trás nem uma vez sequer.