Minha Doce Vingança com o Alfa da Máfia - Capítulo 248
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- Capítulo 248 - 248 Sokolov 248 Sokolov César estava assustado. Ela
248: Sokolov? 248: Sokolov? César estava assustado. Ela realmente… lambeu o sangue dos lábios dele?
Ele foi rápido em afastá-la, ficando agitado novamente.
Lá estava! Lá estava mesmo! Algo estava acontecendo com Adeline, algo estava mudando nela, e parecia quase natural, ao ponto de ela nem perceber.
“Adeline.”
“O que?” Adeline estava perplexa. “Por que você me empurrou?”
“Eu tinha sangue nos meus lábios,” César murmurou, parecendo confuso.
“E daí?” Ela não conseguia entender qual era o problema. “Era meu… Eu não sei.”
“Você é humana!” César a repreendeu, assustando-a.
Ela piscou os olhos, sem palavras. “César…”
César se xingou e abaixou a cabeça contra a lâmina do ombro dela. “Desculpe.”
Adeline franziu a testa e fechou as mãos em punhos. “O que você quis dizer com isso?”
“Nada. Vamos esquecer isso-”
“Não!” Ela estava teimosa. “Ou você me diz o que está escondendo de mim ou tira suas mãos de mim.” Sabendo que ela tentaria levantar do seu colo, César segurou seus quadris, mantendo-a pressionada.
Ela se debatia, pressionando as mãos contra o ombro dele para se afastar, mas o homem não se movia.
“César, me solte. Me solta!” Ela falou com os dentes cerrados, o rosto se contorcendo em um olhar feroz. “Se você vai esconder coisas de mim, então me deixe ir!”
Ele balançou a cabeça em discordância. “Não vou. Não vou te deixar ir.”
“César, me solta, urgh!” Ela segurou o pulso dele para forçá-lo a soltar. “Solte-me, eu preciso-”
“EU DISSE NÃO!” César levantou a cabeça e a encarou. “Por que você quer me deixar? Não estou escondendo nada de você, mas estou realmente preocupado com você. Não entendo por que você sempre tem que ser assim comigo.”
“O quê…?” Adeline estava surpresa e confusa. “Eu nunca disse nada sobre te deixar. Eu só…”
“Quando você vai esquecer que eu errei?” ela perguntou, irritada. “Eu saí uma vez, só uma vez, e já pedi desculpas mil vezes, mas você não vai superar isso, né?”
“Você sempre vai supor que eu te deixarei a cada pequeno inconveniente.”
“Não posso evitar.” César resmungou para si mesmo, claramente incapaz de deixar o incidente de lado. “Você prometeu e mesmo assim me deixou. Não faz diferença agora. Você ainda poderia fazer de novo.”
“Você está brincando comigo?” Ela deu uma risada irônica, seu tom era frio. “Se é isso que você pensa, então qual foi o sentido de tudo o que eu fiz? Lutar contra um ômega apenas para poder ficar com você em paz. Você acha que eu faria tudo isso só para te deixar algum dia? O que há de errado com você?”
Ela o empurrou, forçando-se a sair dele.
“Entenda, eu errei. E daí?” Suas mãos estavam cerradas em descontentamento absoluto. “O que você esperava que eu fizesse naquela situação? Você escondeu tudo isso de mim, assim como está escondendo algo de mim agora, e eu tive que descobrir sozinha. Eu fiquei assustada, tá, e foi por isso que eu fiz o que fiz!”
“Eu voltei para você, ainda te amo, e fiz tudo o que pude para compensar ter te machucado. Mas você nunca vai superar isso. Você sempre traz à tona e supõe que eu vou te deixar ao menor inconveniente!”
“Eu não cometi um crime, tá? Você deveria superar isso e parar de fazer disso um lembrete. Eu odeio… eu odeio isso.” Um suspiro suave escapou do seu nariz, e ela se xingou por ter ido longe demais com suas palavras.
O homem ficou quieto, apenas olhando para ela de onde estava sentado, seu olhar escuro e pesado.
Adeline beliscou entre as sobrancelhas, sabendo que tinha errado. Ele, ficando completamente silencioso, deixou isso claro. Ela exalou e se virou para olhar para ele.
“César, escute-”
Ele se aproximava dela, passos pesados com uma expressão de dor e hostilidade no rosto.
Adeline mordeu nervosamente o lábio inferior e deu passos para trás até que suas costas bateram na parede. “C-César, o quê-”
Seu punho bateu na parede ao lado da cabeça dela, assustando-a.
“Se isso se repetisse, você faria de novo, não faria?” A respiração de César estava pesada, fria e profunda. Os olhos do homem ardiam com dor, algo semelhante à tristeza, circulando neles. “Você me deixaria em agonia novamente, não deixaria?”
Ele havia sido ferido pelas palavras dela, e Adeline podia ouvir isso em sua voz. Ela realmente não queria dizer todas essas coisas para ele.
Balançando a cabeça, ela disse, “Eu não faria, eu nunca faria tal coisa de novo. Eu te amo, César, eu nunca te deixaria, novamente, eu prometo. Sinto muito pelo que eu disse. Eu não quis dizer-”
“Mentiras,” foi tudo o que ele murmurou antes de se afastar dela. “Você é tudo o que eu tenho… Você não deveria ser como eles, todos eles. Isso dói…muito.” Ele se virou e se afastou com passos pesados.
Adeline ficou olhando para o chão, suas pestanas tremulando em desculpas.
Ela não… Ela não quis dizer. Foi apenas algo que ela disse no calor do momento. Ela realmente não quis machucá-lo com suas palavras.
“Droga!” Ela deslizou para o chão e puxou os joelhos até o peito. Ela envolveu os braços ao redor deles, completamente preenchida com culpa.
Não importa o quanto ela se desculpasse naquele momento, ela sabia que o homem não estaria disposto a ouvi-la — não até que ele se acalmasse um pouco.
“Me desculpe,” ela murmurou. “Eu realmente não quis dizer-”
O som do telefone dela tocando de repente a deixou assustada, e ela rapidamente o pegou, olhando para a tela para ver quem estava ligando.
Era…
Sokolov?
Hã? Sokolov? Por que ele estava ligando?
Adeline atendeu, levando o telefone ao ouvido. “Sokolov?”
“Posso falar com você, Adeline?”
Ela franziu a testa ao som da voz dele. Parecia cínica, e isso a deixou preocupada. Aconteceu algo na mansão Petrov? Por que ele soava dessa maneira?
“Está tudo bem?” ela perguntou.
“Sim, não se preocupe,” ele respondeu. “Podemos nos encontrar? No seu café favorito?”
Ela ficou um pouco confusa com as palavras dele, mas estava curiosa. Por que o velho de repente queria encontrá-la? E em um café que ela gostava?
O que estava acontecendo?
Ela se sentia bastante inquieta, mas, sendo profundamente curiosa para saber, concordou, “Claro, te vejo lá.”
“Tudo bem. Amanhã, às seis da tarde. Estarei livre então. Cuide-se.”
E a ligação terminou.
Adeline ficou sentada, olhando para a tela do telefone, perdida em pensamentos.
Algo estava errado, e ela sabia disso.