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Minha Doce Vingança com o Alfa da Máfia - Capítulo 243

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243: Por que você me mordeu? 243: Por que você me mordeu? Ouvir isso fez uma onda de alívio invadir Adeline, e ela não pôde deixar de mostrar um sorriso no rosto.

César teve que caminhar até o sofá, sentar-se e esperar pacientemente que as duas mulheres terminassem.

Quando elas terminaram, ele já havia feito o pagamento adiantado e saído da companhia com ela.

“Você quer ir a algum lugar comigo?” ele perguntou assim que entraram no carro.

Adeline, que havia afivelado seu cinto, olhou para ele. “Tipo onde?”

“Um bar,” respondeu César, franzindo a testa. Ele tinha visto as pupilas de Adeline se iluminarem, sabendo que a resposta dela seria sim, mas antes que ela pudesse assentir, ele lançou-lhe um olhar fulminante.

“Sem deixar o maldito bartender te dar doses, ou alguém vai acabar no túmulo,” ele advertiu.

Adeline ficou de boca aberta por alguns segundos antes de olhar para ele com raiva. “Isso foi meses atrás, César. E eu pedi desculpas. Por que você ainda está pensando nisso?”

César não respondeu, apenas ligou o carro e seguiu pela estrada.

Ela olhou para ele, um brilho de incredulidade cintilando em suas pupilas. Ele não poderia ainda estar bravo por aquele incidente, certo? E pelo amor de Deus, ela disse que sentia muito! Isso queria dizer que ele nem sequer aceitou o pedido de desculpas dela?

Você só pode estar brincando comigo!

Ela desviou o olhar dele, suas lábios franzidos em descontentamento. Mas César, que também não estava de bom humor, parecia se importar ainda menos.

O trajeto inteiro foi em silêncio.

Em mais alguns minutos, eles haviam chegado ao bar, e Adeline desceu. A primeira coisa que ela murmurou foi, “Quanto mais você franzir a testa assim, menos bonito você vai parecer.” Ela começou a caminhar em direção à entrada de vidro do bar.

“Adeline!” César trancou o carro e correu atrás dela. Sua alta estatura ficou atrás dela, e o segurança teve que levantar a cabeça para olhá-lo.

Ele engoliu em seco, permitindo que passassem com um sorriso nervoso.

César foi rápido em agarrar a mão de Adeline assim que entraram no bar. Ele a virou e se inclinou para ficar à altura dela, seus lábios perto dos ouvidos dela. “Princesa, eu estava falando sério quando disse, sem deixar o bartender te dar doses. Vou matar qualquer um que seja, e não tenho certeza se você quer isso.”

Ela piscou e respirou fundo. “César, você é louco. Claro que eu não vou.”

“Seja uma boa garota.” César a calou com um beijo e começou a conduzi-la para um lugar mais reservado.

Ele se acomodou no sofá de couro e cruzou as pernas. Ao seu lado, Adeline sentou-se com os braços cruzados. Não demorou muito, e ela começou a ficar alterada pelo álcool.

Ela se levantou, movendo-se para sentar na mesa com as pernas cruzadas.

César, que tinha uma tolerância muito alta para álcool, ficou olhando para ela. “Quem foi que te ensinou a beber, boneca?”

“O quê?” Adeline riu, balançando a cabeça de um lado para o outro. “Eu não sou um bebê.”

“Quem te ensinou a beber? É isso que eu quero saber,” disse César, com um sorriso malicioso. “Foi Dimitri?” Seus olhos estavam estreitados, pura inveja girando neles.

Adeline jogou a cabeça para trás, explodindo em risadas. “Como você adivinhou?”

O homem levantou uma sobrancelha. “Então… foi ele?”

Adeline respirou fundo e exalou. “Certo, certo, foi. Ele era tipo um amigo de copo uma vez,” ela disse, fechando os olhos. “Sabe de uma coisa, César? O Dimitri não costumava ser tão babaca assim. Quer dizer, ele era, só que não tão ruim.”

“Às vezes, em um daqueles piores dias, quando todos acabavam comigo, ele aparecia… bem, ele trazia bons vinhos e me dizia para afogar as mágoas e ir dormir.” Seu riso era suave.

E César, que ficara em silêncio, sentou-se, olhando para ela. Seu humor inteiro havia azedado, e ele podia sentir suas unhas afiadas cravando-se na carne de suas palmas.

Por que ele havia perguntado? Agora, ela estava falando sem parar sobre isso.

Adeline continuou, “Uma vez, ele me pediu para -”
“Tudo bem, chega,” ele interrompeu, sem mais interesse. Ele sabia que quanto mais ele ouvisse, mais o humor dele ficaria absolutamente azedo.

Mas que surpresa foi ouvir Adeline começar a rir de um jeito provocativo? Ela descruzou as pernas e, sob seu olhar pesado, levantou-se da mesa e moveu-se para ficar na frente dele.

Ele levantou uma sobrancelha para ela. “O que você está tentando fazer?” Talvez ele realmente não devesse tê-la trazido aqui, ou talvez tivesse deixado ela beber mais do que precisava. “Você quer voltar?”

Adeline cruzou uma perna sobre a outra, sentando-se no seu colo. Ela passou os braços sobre seus ombros e baixou o olhar para seus lábios, um sorriso sedutor no rosto.

“Eu posso sentir alguma coisa, César,” ela disse.

César olhou nos olhos castanhos brilhantes dela e perguntou, “O que você sente?”

Adeline, antes de tudo, soltou uma risada suave antes de se inclinar para beijar seus lábios. “Ciúmes,” ela disse, se afastando. “Você… está cheirando a isso.”

César ficou um pouco surpreso antes de rir com incredulidade. “É mesmo?”

“Sim.” Adeline assentiu, passando os dedos pelo cabelo dele para arrancar a faixa e deixá-lo cair sobre seus ombros. “Agora, eu quero te perguntar uma coisa.”

“O quê?” César pretendia levá-la para casa, mas primeiro, ia ouvi-la.

Ele a tinha visto bêbada antes, e não, ela não era nem um pouco falante. No entanto, hoje era um caso diferente.

“Você… hahaha.” Adeline jogou a cabeça para trás, rindo de repente, seu aperto no colarinho de seu casaco firme. “Amorzinho, você gostaria de me ensinar a beber ainda mais? Dimitri não deveria ser o único, certo? Agora sou toda sua, não sou?”

Ela se recompôs, com o rosto a apenas um centímetro do dele. “Você queria me dar doses, não queria?”

“Adeline.” A voz de César estava um pouco trêmula e rouca, seu hálito quente contra a pele dela. “Você está brincando comigo. Você deveria parar -”
“Vamos, faça,” Adeline pediu manhosa e enterrou o rosto na curva do seu pescoço.

César apertou entre as sobrancelhas, sabendo muito bem que dar doses a ela só a deixaria mais bêbada. Mas claro, ela não iria parar de pedir por—
“Adeline!” Seu raciocínio foi interrompido no instante em que sentiu uma mordida profunda em seu pescoço. Uma que doeu tanto, que ele teve que afastá-la para ver um pouco de sangue tingindo os lábios dela. “Adeline, o que você está fazendo? Por quê? Por que você mordeu… a mim…?”

Sua glândula de acasalamento…? Espera…

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