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Minha Doce Vingança com o Alfa da Máfia - Capítulo 234

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  3. Capítulo 234 - 234 Volk 234 Volk Ficar com o César era o melhor a fazer ela
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234: Volk 234: Volk Ficar com o César era o melhor a fazer, ela se sentiria mais tranquila dessa forma.

Respirando fundo, Adeline levantou a cabeça para encontrar o olhar de César. Ele estava ali na cama, olhando para baixo, em sua direção.

“Venha,” César disse a ela, pegando sua mão para levantá-la e erguê-la em seus braços em um estilo nupcial.

Adeline passou os braços ao redor do pescoço dele enquanto ele se virava, saindo do quarto. Eles deixaram a enfermaria, e enquanto ele caminhava de volta à sua mansão, ele podia muito bem sentir cada membro daquela matilha olhando de dentro de suas casas.

Eles não eram corajosos o suficiente para sair e olhar diretamente para ele, pelo menos não depois do que havia acontecido. Ele havia instilado tanto medo neles sem querer, o que não lamentava nem um pouco.

Eles mereciam o que ele fez com eles, e se tivesse outra chance, ele teria certeza de repetir.

Entrando pela porta aberta, ele pegou o elevador até o segundo andar e seguiu para o seu quarto principal.

“Me dê um momento, vou preparar o banho para você.” Ele a sentou na beirada da cama e saiu em direção ao banheiro. Poucos minutos depois, ele voltou para pegá-la no colo e levá-la até a banheira.

Ele a ajudou a tirar sua roupa e a sentou na banheira para começar a banhá-la.

Adeline estava quieta o tempo todo, apenas observando o rosto dele enquanto ele a banhava delicadamente. César, se perguntando se ela tinha algo a dizer, ergueu uma sobrancelha curiosa para ela.

“Tem algo errado, princesa?” ele perguntou.

Ela baixou a cabeça e um sorriso surgiu em seus lábios. “Obrigada.”

César interrompeu o que estava fazendo para processar as palavras dela. “Obrigado? Por quê?”

“Por isso? Você está cuidando muito bem de mim.” Ela riu para si mesma. Isso era algo que Dimitri nunca faria por ela. Ele era o completo oposto de César.

César franziu a testa, ainda sem entender. “Não tenho certeza se é algo pelo qual agradecer. Você é minha e eu devo cuidar do que é meu, é simples assim,” ele disse, se inclinando para beijar o lado direito de sua bochecha.

Adeline riu baixinho do sentimento que lhe causava cócegas e deu um suspiro suave e aliviado. “Estou realmente feliz,” ela disse.

O interesse de César foi aguçado. “Quer me dizer por quê?”

Ela assentiu com a cabeça. “Tudo vai ficar bem agora. Ninguém vai interferir em nós dois, e eles não podem dizer que eu não sou digna de estar ao seu lado mais. Eu me provei.”

Ele ergueu uma sobrancelha para ela, um pouco surpreso.

“Foi tudo isso para se provar?”

Adeline assentiu, sorrindo cínica.

Uma leve carranca se desenhou em seu rosto. “Mas você não tinha que fazer tudo isso. Você não devia nada a eles. Eu sou o único que poderia dizer se você era digna ou não. Eles não tinham esse direito-”
“Eu tinha que, César,” Adeline discordou. “Eu sei que só você poderia, mas mesmo assim eu tinha que. Agora que eu me provei, ninguém pode me dizer o contrário. Eles não podem dizer que sou fraca ou que não sou adequada. Eu posso ser humana, mas eu não sou fraca. Eu só queria mostrar a eles isso…”
“…Nem todo humano é igual, e nem todos os humanos são fracos,” ela acrescentou, erguendo a cabeça para oferecer a ele um sorriso brilhante e encantador.

César a observou pensativo por alguns momentos antes de bagunçar o cabelo molhado dela com os dedos. “Bem, valeu a pena no final. Você conseguiu o que queria.”

Ela concordou com ele e jogou a cabeça para trás, olhando para o teto.

Quando terminaram, alguns longos minutos haviam se passado, e no momento, Adeline estava vestida com roupas casuais e confortáveis, consistindo em um par de calças de moletom cinza-escuro e um top preto.

Ela estava sentada no sofá no quarto principal de César, com as pernas puxadas até o peito e os braços ao redor delas.

No escritório, César se sentava, folheando documentos e carimbando neles. Ele tinha que terminar e mandá-los para Yuri, mas enquanto fazia isso, ele podia sentir o olhar dela sobre ele.

“Princesa?” ele murmurou, seu olhar ainda fixo no documento.

Adeline sorriu para si mesma. “Você parece muito atraente quando está trabalhando.” Ela foi honesta com suas palavras.

César parou o que estava fazendo e levantou a cabeça para olhar para ela. “O quê?”

Adeline assentiu, confirmando o que acabara de dizer. “Os óculos, especialmente…”

“Esta é a primeira vez que eu realmente me sento para assistir você trabalhar.” Ela colocou os pés no chão e os enfiou nos chinelos.

César não deu uma resposta, mas sorria, seus olhos percorrendo todo o seu corpo. Mas Adeline ficou confusa ao ver sua expressão desvanecer como se ele tivesse sido provocado por alguém.

Seu olhar desviou dela por um segundo antes de voltar a olhar para ela.

“Ele quer falar com você,” ele disse a ela.

Ela recuou em confusão. “Quem quer falar comigo?” Suas palavras foram interrompidas por César, que se levantou repentinamente da cadeira.

Ela o observou começar a se aproximar dela, suas sobrancelhas levantadas.

Aquilo não era…César.

Seus olhos estavam completamente tingidos de dourado, não havia expressão facial em seu rosto. Era definitivamente seu lobo.

Isso significava que ele era quem César se referia?

“Olá,” Sua voz profunda soou, e ela engoliu em seco, devolvendo um sorriso suave.

“Oi…” Ela deu um aceno pequeno.

Ele se aproximou dela até estar muito perto, então se ajoelhou em suas duas pernas entre as dela, seus olhos dourados fixos nela.

Adeline olhava ao redor, insegura sobre o problema.

Ele queria algo dela?

Ela ficou um pouco abalada ao sentir ele levantar a mão para acariciar sua bochecha e afastar seu cabelo para trás da orelha. Era tão carinhoso que ela só pôde ficar parada, nunca desviando o contato visual com ele.

“Hum, você…”

Um suspiro assustado escapou de sua boca no segundo em que ele a puxou para um abraço caloroso, enterrando o rosto em seu pescoço.

Ela ficou confusa, seu coração batendo forte. Um sorriso se formou em seus lábios, e ela passou os braços ao redor do pescoço dele, abraçando-o.

Eles permaneceram assim por um tempo antes que de repente ela ouvisse soluços baixinhos.

Huh?

Imediatamente ela se afastou do abraço e seus olhos se arregalaram de choque. “Você está…chorando?”

Ai meu Deus, não era César, mas o lobo dele chorando. Jamais poderia ser César.

Aquele homem literalmente não chora, quase como se fosse incapaz.

O coração de Adeline batia suavemente, e ela se viu acariciando a bochecha dele.

Por que ele estava chorando? O que estava acontecendo? Por quê? O que aconteceu?

“Qual é o problema?” ela perguntou, genuinamente querendo saber.

Ele olhou para cima com os olhos dourados e cheios de lágrimas. “Você quase morreu.” Referia-se a si mesmo e a César. “Eu quase te perdi. Doeu.”

Oh…
Adeline finalmente foi atingida pela realização. Seu coração se agitou em diferentes pedaços, e um olhar triste surgiu em seu rosto.

“Sinto muito. Eu nunca vou embora, eu prometo,” ela disse com um sorriso tranquilizador.

“Promessa?” Ele perguntou.

“Promessa,” ela assegurou, entrelaçando seu mindinho com o dele. “Eu nunca vou embora de você e do César.”

Ela podia ver que ele estava tentando formar um sorriso, mas parecia tão estranho e difícil. Claro, ele não saberia como sorrir. “Você tem um nome?”

Ele apontou para si mesmo e balançou a cabeça. “Eu, não tenho nome.”

“Oh?” Adeline esperava que ele tivesse, mas se encontrou sorrindo com o quanto aquilo era adorável. “Vamos te chamar de… hm…” Ela começou a esfregar o queixo, pensativa, antes de abrir os olhos amplamente com uma ideia. “Volk! Vamos te chamar de Volk.”

“Volk…?” Ele inclinou a cabeça para o lado, confusão aparente em seu rosto.

“Sim.” Ela assentiu com um grande sorriso. “Significa lobo, e é perfeito para você. Agora, assim como o César, você também tem um nome.” Ela parecia muito animada.

“Você me deu um nome?” Ele perguntou, ainda perplexo.

“Eu dei.” Adeline riu baixinho e beijou a testa dele. “É assim que vou te chamar de agora em diante, Volk.”

Um sorriso não pôde deixar de brotar nos lábios de Volk. “Você… gosta de mim agora?”

“Huh?” Ela ficou um pouco surpresa. “Eu não gostei de você desde sempre?” Ela inclinou a cabeça, questionando.

Volk fez um biquinho, desviando o olhar para o lado. “Você tinha medo de César e de mim. Depois, você fugiu.”

A culpa pelo incidente atingiu Adeline instantaneamente como uma bala. Ela mordeu o lábio e um esgar de dor apareceu em seu rosto. “Me perdoe. Eu não farei isso nunca mais.”

O lobo era como um lado muito suave de César, e agora ela havia percebido que César era realmente muito mais assustador e rabugento. Não, o lobo dele nem era assustador.

Houve alguns segundos de silêncio entre eles antes de Volk perguntar com olhos expectantes, “Posso… te beijar?”

“Ele não vai interromper.” Ele parecia certo, mas Adeline podia ver seus olhos mudando rapidamente entre o verde e o dourado.

Era óbvio que César estava tentando assumir o controle.

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