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Minha Doce Vingança com o Alfa da Máfia - Capítulo 231

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  3. Capítulo 231 - 231 Eu Te Amo 231 Eu Te Amo César passou os dedos pelos
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231: Eu Te Amo 231: Eu Te Amo César passou os dedos pelos cabelos e levantou a cabeça ao ouvir de repente uma batida na porta do seu escritório.

“O quê?!” Ele lançou um olhar fulminante, pronto para se livrar de quem quer que fosse naquela porta, arruinando a paz que tentava ter.

“Senhor, é o Yuri. Posso entrar?”

“O que foi?” ele perguntou, irritado. Se fosse outra pessoa, teria perdido completamente a paciência.

Yuri abriu a porta, entrando com um sorriso suave no rosto. Isso fez com que ele franzisse a testa em grande desagrado.

O que diabos ele estava sorrindo? Ele não conseguia ler o ambiente ou algo assim?

Yuri caminhou até ele e fez uma reverência respeitosa, seu sorriso ainda evidente. “Senhor, você deveria vir ao hospital.”

O coração de César deu um pulo.

Por quê? Alguma coisa aconteceu com a Adeline? Ela não resistiu?

Mas então, se esse fosse o caso, Yuri não estaria sorrindo feito um idiota.

“P-por quê? Algo aconteceu?”

“Ela acordou, e ela-”
César levantou-se em um segundo. Sem se preocupar com o que o beta tinha a dizer, ele começou a correr para fora, ignorando o fato de que sua camisa branca nem estava enfiada nas calças. Ele tinha deixado seu paletó lá também, ficando apenas de camisa e calças. Seu colete tinha sido deixado no escritório também.

Tudo que ele parecia se importar naquele momento era o fato de Yuri ter dito que Adeline estava acordada. Ele precisava vê-la para ter certeza disso.

Se isso fosse algum tipo de brincadeira, ele mataria Yuri com as próprias mãos. Mas, de novo, Yuri não era alguém de brincar, pelo menos não com uma vida.

Ao chegar no hospital, César apressou-se pelo corredor em direção à ala de Adeline. Bem ali na porta, três enfermeiras estavam, espiando pela janela circular de vidro. Elas tinham um olhar aliviado, o que fez com que ele engolisse em seco.

“Saiam da frente.” Seu tom era pesado e frio.

As enfermeiras sentiram um arrepio descer pela espinha, e rapidamente abriram espaço, afastando-se da porta.

Ele empurrou a porta e entrou. Seu olhar subiu para a cama onde o médico estava ao lado de Adeline. O homem segurava sua mão como se verificasse algo.

Por outro lado, o médico sentiu seu cheiro e, portanto, parou o que estava fazendo. Ele se virou para encontrar seu olhar e reverenciou respeitosamente. “Ela acordou e já não corre mais nenhum risco. Só precisa de um pouco mais de tempo para se recuperar por completo agora, isso inclui seus ferimentos.”

Ele continuou, “Quanto ao veneno, já saiu completamente do sistema dela, então você não precisa se preocupar mais.” Um sorriso de alívio surgiu em seu rosto, e para dar ao alfa tempo com sua companheira, ele deixou a ala, fechando a porta.

Lentamente, de uma maneira que ele temia, o coração de César batia em seu corpo. Em um momento, parecia que poderia saltar para fora do peito.

Era um sonho? Ele finalmente conseguiu dormir e começou a sonhar com o que realmente queria?

Engolindo em seco, ele deu passos firmes em direção à cama e parou bem diante dela. Seu olhar baixou para Adeline, cujos olhos estavam abertos. Mas parecia estar vagando pelo quarto e parando no teto em algum momento, como se tentasse entender e perceber seu entorno.

No segundo em que seus olhares se cruzaram, Adeline finalmente parou, algo acendendo em suas pupilas. Gradualmente, isso se tornou mais evidente, e César ficou surpreso quando sentiu sua mão agarrada.

Quão frio…

A mão dela estava muito fria, como a de um cadáver.

“César…”

O coração de César caiu no estômago, um nó de repente se formando em sua garganta, mas não era de dor, e sim de alívio avassalador.

Não era um sonho. O toque dela era real demais. A maneira como ela falava seu nome sempre foi a mesma. Era bastante gentil, diferente de como soava vindo de todos os outros.

Era ela – era sua Adeline. Ela tinha voltado para ele, não o deixou como prometeu. E embora tenha demorado um pouco, ele não se importava. Mesmo que levasse cem anos, ele teria esperado pacientemente. Era melhor do que ter que aceitar que ela nunca mais voltaria para ele.

“Adeline…” César abaixou-se para sentar-se na beira da cama. Ele a olhava, sem ter certeza do que dizer ou fazer.

Havia um desejo profundo de puxá-la para um abraço apertado, mas ele tinha medo de machucá-la. Os ferimentos dela ainda não haviam cicatrizado, e ele não queria—
“César!!” A exclamação de Adeline reverberou por toda a ala, e antes que César pudesse entender o que havia acontecido para fazê-la gritar, ela saltou da cama, envolveu os braços em volta do seu pescoço e o puxou para um abraço apertado.

“César, César, é você. É realmente você!” Ela começou a rir sem parar, incrédula, com o rosto enterrado em seu pescoço. “Eu pensei que tinha morrido, e então você me deixou lá. Você se despediu, embora eu quisesse te seguir. Eu realmente tentei voltar, mas então não tinha como fazê-lo. Era como se—”
“Adeline!” César a afastou do abraço, suas palmas segurando seu rosto. “Acalme-se.”

Ele havia sentido o líquido quente que encontrara a pele de seu pescoço, e de fato, Adeline estava chorando copiosamente.

“Está tudo bem, estou aqui.” Sua voz era suave – muito mais suave do que Adeline jamais havia ouvido antes. Ele acariciou sua bochecha e seus olhos a observavam afetuosamente.

Adeline se derreteu no conforto de suas palmas, abaixando lentamente a cabeça contra seu peito.

“Desculpa, César. Eu te amo.” Ela cerrava a camisa dele, seu corpo tremendo. Era impossível parar de chorar, ela não conseguia controlar. “Eu te amo, de verdade… Eu te amo, e eu estou—”
“Eu te amo, Adeline. Eu amo,” César disse a ela em um tom calmo e baixo, e suas mãos subiram para começar a acariciar seu cabelo muito gentilmente.

O corpo de Adeline tremia e seus olhos se arregalaram. Ela lentamente levantou a cabeça para encontrar seu olhar, e assim que o fez, César viu duas lágrimas escaparem de ambos os olhos.

“O-quê?” ela perguntou, com medo de não ter ouvido o que ele realmente disse. “V-você—”
“Eu amo.” César passou os dedos por seu cabelo e seu braço livre, envolto ao redor de seu ombro, puxou-a para um abraço aconchegante. Ele enterrou o rosto em seu pescoço, inspirando profundamente e inalando seu perfume. “Eu te amo, Adeline. Mais do que você pode imaginar.”

O coração de Adeline deu um pulo. Ela ouviu o bater em seus ouvidos, e suas mãos e lábios tremiam. “Então… isso significa que você me perdoou? Você não está mais bravo comigo?” Seus soluços eram baixos, mas César sabia que ela tinha começado a chorar novamente.

Ele sorriu para si mesmo, relaxando em seu calor. “Eu perdoei, Adeline. Não estou mais bravo com você, então você não tem motivo para chorar. Sua cabeça deve estar doendo, não é? Certo?”

Ela explodiu em risadas e levantou a mão para enxugar as lágrimas. “Se eu chorar muito, sim.”

“Então você não deveria chorar. Você ainda não se recuperou, e isso pode piorar.” César recuou e começou a distribuir beijos suaves em sua testa.

Adeline fechou os olhos por alguns momentos, apenas para aproveitar seu gesto. Ela respirava suavemente, exalando aliviada. “César.” Seus olhos abertos se voltaram para seu rosto, e ela segurou sua bochecha com as palmas. “O que aconteceu com você? Você parece que não dorme há muito tempo, e você está com olheiras.”

“Eu não consegui. Eu tentei, mas não consegui. Não com você nessa condição, onde eu não tinha certeza se você acordaria ou não.” César foi sincero com suas palavras, um sorriso suave surgindo em seus lábios.

Ele observou seu rosto se entristecer antes de ela começar a soluçar novamente.

“Adeline, espera, não—”
“É tudo minha culpa. Eu sinto muito! Eu sinto muito, César. Eu não pretendia me machucar tanto. Eu sei que você deve estar bravo comigo porque eu prometi—”
“Está tudo bem!” César balançou a cabeça, mãos segurando seu rosto e os olhos verdes fixos nos dela. “Eu não estou bravo com você, e tudo que importa é que você esteja bem. Além disso, você venceu como me prometeu, então não há nada com que se zangar.”

“Mas isso não significa que você está autorizada a fazer esse tipo de coisa novamente.” Seu tom ficou frio nessa parte.

Adeline rapidamente assentiu com a cabeça. “Eu não farei, eu prometo.” Ela já tinha conseguido o que realmente queria e, portanto, não teria mais nenhum motivo para arriscar sua vida dessa maneira novamente.

“Bom.” César a segurou em seus braços, simplesmente acariciando seu cabelo.

“César,” Adeline chamou após alguns minutos de silêncio. “Quanto tempo até eu sair daqui?”

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