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Minha Doce Vingança com o Alfa da Máfia - Capítulo 225

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  3. Capítulo 225 - 225 Você não está com medo 225 Você não está com medo — Bem
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225: Você não está com medo? 225: Você não está com medo? — Bem, agora você sabe. — César soltou um suspiro suave e se inclinou para encostar sua mandíbula no ombro dela. Um rosnado ressoou em sua garganta, e Adeline rapidamente virou a cabeça para olhá-lo. — Oh, não, não, não, nem pense nisso! — Ela podia ver seus caninos reluzentes à mostra.

— Por que não? — ele perguntou, genuinamente curioso.

— Como assim, por que não? — Adeline o encarou, com a expressão mais feroz que conseguiu fazer. — Não sobrou espaço nenhum para você morder!

— Que espaço você está falando? Não precisa de espaço. — César sorriu para ela.

E, sabendo que não sairia dessa situação, ela grunhiu, virando a cabeça para o lado para expor seu pescoço a ele. Mas antes que César pudesse morder, alguém bateu na porta de repente, o que fez todo o seu humor azedar.

O sorriso em seu rosto desapareceu num instante.

Ele virou a cabeça em direção à porta. — Quem é?

— Senhor, é o Yuri.

— Entre. — A carranca em seu rosto se suavizou, e ele levantou o olhar no momento em que Yuri se aproximou para ficar ao lado do piano.

Yuri se curvou respeitosamente antes de se endireitar e tirar uma carta do bolso. — É do seu pai, senhor.

César pegou a carta dele e a abriu rapidamente. Tirou o papel escrito de dentro e leu. Adeline sentou-se e observou enquanto o humor dele decaía ainda mais, e ela podia dizer que o que quer que estivesse naquele papel não era nada bom.

— César? — Ela olhou para ele, curiosa.

César jogou a carta em cima do piano e dispensou Yuri, que por sua vez, saiu obedientemente.

— O que foi? — Adeline perguntou. — Aconteceu alguma coisa ruim?

César balançou a cabeça. — Não, mas é a data.

Ela inclinou a cabeça, um pouco confusa. — Data… para o quê?

— Seu duelo. Será no primeiro dia da semana que vem — César esclareceu, sua voz soando bastante irritada. — Sua oponente é Ania. Ela é uma ômega e bastante forte. Embora você não a compare com Diana, ela ainda é muito forte.

Adeline começou a morder seu dedo de leve enquanto assentia. — Ah… entendi.

César a observou por alguns segundos e, não aguentando mais, agarrou-a e inclinou-a para fazê-la olhar para ele. — Você não está com medo?

— Medo de quê? — Ela piscou, perplexa.

César franzia a testa para ela, visivelmente irritado. — Você percebe que pode se machucar, Adeline? Você pode não vencer e…

— Eu vou vencer. — Adeline deu de ombros, absolutamente confiante em si mesma. — É só me confiar essa vez, César.

— Por que deveria? — César perguntou. — Ela pode ser uma ômega, mas elas só são fracas entre os meus, Adeline. Elas têm tanta força quanto você.

— E eu disse que venceria! — Adeline desviou o olhar dele, suas sobrancelhas se franzindo. — É só confiar em mim. Se você tem algo para dizer, diga depois que eu vencer, tá bom?

— Você está me matando, Adeline, você está me matando. — César gemeu em frustração e deixou seu queixo cair sobre o ombro dela, enterrando o rosto no vão do seu pescoço.

Adeline estendeu a mão por cima da cabeça e começou a acariciar seu cabelo. — Tudo bem, eu sempre vou te trazer de volta à vida.

Ele explodiu em risadas com as palavras dela e seus olhos tingidos de amarelo se ergueram para vislumbrar o rosto dela. — Não se preocupe, eu não deixo ninguém te machucar. Eu protejo você.

— Hã?! — Adeline se assustou. Aquela não era a voz de César.

Ela virou a cabeça rapidamente, apenas para pegar um vislumbre do dourado antes de toda a íris dele voltar ao verde brilhante.

— Você acabou de mudar? — Um olhar chocado estava em seu rosto e seus lábios se curvaram em um sorriso.

— Ele se forçou para fora, — César respondeu, parecendo bastante ofendido. — Eu baixei a guarda.

Adeline levantou uma sobrancelha duvidosa para ele. — Então, você sempre tem que se manter em guarda?

— Mhm, sim, se eu realmente não quiser que ele mude. Ele aproveita qualquer oportunidade, — ele confirmou, assentindo.

Adeline começou a acariciar o queixo, pensativa.

— Por que você não deixa ele mudar, então? Ele parece querer falar muito comigo. — Ela perguntou, o interesse despertado.

César afastou a cabeça como se ela tivesse feito a pergunta mais ridícula que ele já tinha ouvido. — Ele vai tirar você de mim e provavelmente tentará me dominar!

Seu queixo caiu um pouco, sem palavras. — César… ele é o seu… lobo. Ele não pode roubar você de mim. Isso não é possível.

— Sim, mas você pode acabar amando mais ele do que a mim. Eu não quero isso de jeito nenhum. — César envolveu seus braços em torno dela, abraçando-a apertado como se deixasse claro para alguém que ela era dele.

Adeline não pôde deixar de rir. — Eu gosto dele, mas eu não o amaria mais que você. Nunca.

Ela ouviu César dar uma risada abafada como se estivesse desafiando alguém, e a realização a atingiu repentinamente de que ele estava em algum tipo de discussão com seu lobo.

— Queria eu ter um lobo também, — ela murmurou com um suspiro.

————
[Uma Semana Depois]
César andava de um lado para outro no quarto, com as mãos enfiadas nos bolsos da calça.

— Você não está com medo? — ele perguntou a ela, o olhar repleto de ceticismo.

Adeline, que estava amarrando o cabelo num rabo de cavalo, lançou um olhar para ele, suas sobrancelhas inclinadas. — Com medo de quê?

— Quero dizer, eu estou nervoso, — ela disse, enrolando o cabelo num coque. — Mas não estou com medo.

César fechou as mãos em punhos e avançou rápidamente na direção dela. Ela estava vestida com shorts pretos, tops pretos e um par de protetores de cotovelo.

— Você não vai se machucar, certo? — ele perguntou.

Ela balançou a cabeça para ele. — Não.

— Promete. — César estendeu o dedo mindinho, e seus olhos se estreitaram nela.

Adeline riu baixinho antes de entrelaçar seu mindinho com o dele. — Prometo que não vou me machucar, e mesmo que aconteça, será só um pouquinho.

César inclinou a cabeça dela para cima pelo queixo e a beijou nos lábios antes de recuar com uma expressão incerta. — Eu vou garantir que você fique bem.

— Vamos. — Ele segurou a mão dela, e eles saíram do quarto em direção ao grande salão onde o duelo ia acontecer. Era um terreno de duelo, construído para que os membros da alcateia resolvessem suas diferenças entre si, em vez de ir longe demais com as trapaças.

Eles poderiam ter uma aposta e lutar no ringue de duelo. Quem resistisse ganhava, e o outro teria apenas que aceitar sua derrota.

Havia também o duelo até a morte, mas isso era absolutamente raro. Era difícil surgir uma circunstância que forçasse alguém a escolher um duelo até a morte contra outro. Era um duelo que não podia ser interrompido a não ser que uma pessoa morresse, e isso porque o ringue de duelo se trancava automaticamente no segundo em que um duelo até a morte era escolhido.

E isso para que não se pudesse voltar atrás depois de ter concordado.

Os guardas-costas na imensa porta dupla se curvaram diante da visão de César, que se aproximava com Adeline ao seu lado. Atrás dos dois estavam Yuri e Nikolai.

Caminhando pela porta aberta, eles entraram no salão vasto que era capaz de acomodar centenas de pessoas. Novamente, Adeline não conseguia começar a imaginar a quantidade de dinheiro que ele deve ter gastado construindo algo tão insano assim.

Era como um teatro com fileiras de assentos que pareciam se elevar acima dos mais baixos. No entanto, o ringue de duelo, quadrado em forma, estava bem no meio deste salão, para a visão de todos. Quem estava um pouco mais perto eram os que estavam sentados nas cadeiras da primeira fila.

Para sua surpresa, parecia que quase toda a alcateia, se não toda, tinha chegado lá. Que ansiosos eles estavam para vê-la perder!

Ela não pensou que eles poderiam odiar um humano a tal extensão, mesmo aquele que é o companheiro do seu alfa supremo.

Virando-se, César a puxou para um abraço, envolvendo-a como se estivesse com medo. Ele ainda não achava que tudo ficaria bem. Algo estava incomodando seu instinto de uma forma que ele não gostava nem um pouco.

Adeline podia sentir o nervosismo dele, então ela rapidamente deu um tapinha nas costas dele com um sorriso. — Eu vou ficar bem, César. Não se preocupe.

César se afastou do abraço. Ele olhou para o rosto dela por alguns segundos, mas não disse nada, em vez disso, virou-se e saiu para sentar na cadeira que lhe era destinada. Ao lado dele, tanto Yuri quanto Nikolai estavam de pé.

Adeline olhou pelo salão inteiro e respirou fundo. Fechou as mãos em um punho encorajador e começou a caminhar em direção ao ringue. Durante todo o tempo, cada um deles manteve os olhos nela, mas não de uma forma boa.

Era um olhar fixo, como se não a quisessem lá de jeito nenhum. Queriam que ela fosse embora o mais rápido possível.

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