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Minha Doce Vingança com o Alfa da Máfia - Capítulo 217

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  3. Capítulo 217 - 217 Romano 217 Romano César se virou e começou a sair
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217: Romano! 217: Romano! César se virou e começou a sair furiosamente da sala de reuniões, com as mãos enfiadas nos bolsos da calça. “Venha comigo, Yuri, há algo que preciso que você faça.”

Yuri e Nikolai foram rápidos em segui-lo, e enquanto deixavam a sala, o Sr. Sergey observava, seus ombros subindo e descendo em raiva evidente.

“O alfa supremo perdeu a cabeça por aquela humana?” O Sr. Tuchev perguntou, franzindo a testa profundamente. “Isso é completamente inaceita-”
“Ei, Velho!” Romano rosnou para ele. “Se você quer falar como uma cadela, faça isso na frente dele. Mas por trás dele? Eu vou fazer você calar a boca!” ele alertou, dando uma olhada para seu pai. “E quanto a você, Papai, eu sei que você não vai parar, mas talvez acabe se arrependendo por ir contra o César.”

“Tenho certeza de que você deve estar se perguntando o que aconteceu com sua pequena serviçal omegan, Diana.” Um riso rouco ecoava em sua garganta. “Vá perguntar a ela no inferno. Talvez ela te dê algumas ideias sobre o caminho que você está seguindo.”

Com isso, ele se virou e deixou a sala com a mão passando pelos cabelos escuros.

“Romano!” O Sr. Sergey gritou seu nome, mas Romano, que não estava nem aí, não parou, apenas continuou andando.

As portas foram batidas.

“O que fazemos, senhor?” O Sr. Tuchev perguntou.

O Sr. Sergey ficou em silêncio por alguns segundos pensativos antes de dizer, “Espere até amanhã. Veremos o que meu querido filho tem a dizer.”

Seu olhar frio era sinistro e incompreensivo.

——
Adeline tinha esperado um tempo por César retornar, mas ele não apareceu. Ela tinha saído do banheiro apenas para se deparar com as empregadas omeganas, e embora elas não fizessem nada além de serem respeitosas, seus olhos diziam o contrário.

Ela sabia que elas eram gentis por causa de César. Se não…
Suspirando, ela calçou seus chinelos e deixou a sala enquanto abotoava os dois últimos botões de sua camisa de pijama de seda. Descendo pelo corredor, caminhou, seus olhos procurando por César.

Seu cabelo estava preso em um coque bagunçado e agradável, feito às pressas. De vez em quando, pequenos sopros de respiração irritada escapavam de seu nariz.

Ela estava quase no fim do corredor, mas parou, sem vontade de ir mais longe. Perder-se em um lugar como aquele não era algo que ela queria, não quando César não estava por perto.

Então, virando-se, decidiu voltar, mas seu braço foi subitamente agarrado, e antes que pudesse entender o que aconteceu, foi empurrada contra a parede áspera, seu rosto pressionado contra a textura ríspida.

Seu braço foi dobrado dolorosamente atrás das costas.

“Ei, o que diabos você pensa-”
“Sua cadela maldita!” uma voz murmurou em seu ouvido.

Os olhos de Adeline se estreitaram, reconhecendo a voz rapidamente. “Você!” Uma carranca descansava entre suas sobrancelhas.

“Oh? Você lembra da minha voz. Que bom.” A pessoa, que não era outra senão Vera, sorriu, apertando o pulso dela.

Adeline revirou os olhos. “Sua voz é irritante demais para eu não lembrar.”

“Tire suas malditas mãos de mim!” Ela fulminou com o olhar.

“E se eu não tirar?” Vera rosnou próximo ao seu ouvido. “O que você vai fazer? Bater-”
Adeline virou a cabeça rapidamente e a bateu brutalmente contra seu rosto, fazendo-a cambalear para trás, soltando-a.

“Que merda?!” Vera sibilou, esfregando o nariz que começou a sangrar horrivelmente. “Você tem metal na cabeça?”

Adeline acariciou seu pulso dolorido e levantou os olhos para olhar para ela.

“Sua idiota maldita!” Ela falou com os dentes cerrados, suas mãos se fechando enquanto avançava em sua direção.

Antes que Vera pudesse sequer perceber o que ela estava prestes a fazer, Adeline a socou bem no estômago, garantindo que a cadela sentisse em seus pulmões.

“Quem diabos te disse para me agarrar assim? Você está louca?” ela perguntou, fervendo de raiva.

Vera caiu de joelhos, a dor no estômago sendo um pouco insuportável.

O que… Era só um soco? Por que doía tanto assim? Ela era algum tipo de boxeadora ou o quê?

Ela tossiu freneticamente e apertou o rosto em dor óbvia. Certamente uma humana não poderia causar tanto dano—
Seu cabelo foi agarrado por Adeline, e sua cabeça foi forçada para cima para encarar aqueles olhos castanhos mel. “Escute aqui, deixe-me te dizer uma coisa. Só porque eu sou humana não significa que você pode mexer comigo. Eu vou te bater, e falo sério. Eu realmente não dou a mínima para o que você diz. Um alfa, um beta, um ômega, não me importa, e não importa se você é mais forte também, porque eu vou garantir que ainda leve você para o inferno comigo, de qualquer forma.”

“Você acha que César me trouxe aqui despreparada? Eu pareço alguma cadela chorona para você? Ei!” Seus olhos arregalados, cheios de desdém e desgosto, fixaram-se na alfa como se fosse a coisa mais desagradável que ela já tinha visto. “É melhor você ficar longe de mim e me evitar.”

Ela soltou, sua respiração pesada com puro desprazer. Ela virou para ir embora, mas parou, tendo mais a dizer.

“E mais uma coisa…” Seu sorriso era amplo demais enquanto ela se agachava para ficar na mesma altura de Vera. “Eu sei que você quer o César, já dá para ver claramente. Mas deixe-me te dizer uma coisa, Vera, ou seja lá como você se chama.”

Seu sorriso era todo grande e dentuço. “César… é meu e só meu. Se você tocar nele, cortarei seus dedos um por um, e se você o beijar como fez esta manhã, queimarei sua boca.”

Ela passou o dedo pelo rosto dela, roçando suavemente. “Eu realmente não gosto de compartilhar o que é meu, e César está completamente proibido.”

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